Gentileza

Olá pessoas! 🙂 Como andam? Esses dias andei mais ocupado do que o esperado, por isso, não tenho passado por aqui.

O assunto de hoje é algo que eu gostaria que se espalhasse por esse nosso belo planeta Terra. Ele é mais que um sentimento, mais do que simples atitudes e/ou palavras, é algo nobre, e pode ser resumido de forma sucinta na palavra “gentileza“.

Gentileza
Gentileza – Imagem retirada deste site.

O que significa essa palavra? A princípio é um substantivo feminino que caracteriza algo gentil, amável, algo nobre. Está associada à generosidade. Mas uma definição assim, é fria demais, se comparada à verdadeira semântica desta palavra.

A gentileza pode ser expressa em palavras, atitudes e gestos. Ela é doada despretensiosamente, e quem recebe sente-se feliz, bem, aquecido por um sentimento terno. Além disso, quem doa vivencia um júbilo ainda maior, que é impossível descrever em palavras.  Todavia, isso é apenas quando a gentileza é sincera.

Por isso, é fácil de deduzir que, somente quem está preenchido de amor, ternura, alegria e outros sentimentos calorosos, é que consegue transmitir essa gentileza verdadeira e pura. Afinal, esta só pode ser espalhada, quando o coração está transbordando da mesma. Ou alguém consegue imaginar um coração amargo, cheio de mágoas, ressentimentos, rancor, raiva, queixas, etc. fazendo uma gentileza por genuína vontade de fazer um bem ao próximo? Impossível! É o mesmo que pedir a uma pessoa que está explodindo de ódio, para sorrir e demonstrar amor sincero!

Para se conseguir ser gentil verdadeiramente, creio que seja necessário, no mínimo, estar contente e de bom humor. Quando estamos nesse estado de espírito, significa que o amor está fluindo em nossas veias da alma. E, ao falar de amor, não falo somente do romântico, mas de todos os tipos possíveis de amor (amor fraternal, paterno, materno, de amigo, patriota, humanitário, solidário, pela natureza, por um acontecimento/lembrança, etc.)!

E, como se pratica a gentileza? Existem as práticas mais clichês, como abrir a porta para alguém entrar/sair; pegar algum objeto derrubado e devolver para seu(sua) dono(a); parar o carro para um pedestre necessitado (idoso(a), deficiente, etc.) ou não, passar; presentear um conhecido (seja próximo ou não), com algo que sabe que ele(a) está precisando; etc. Que, apesar de eu ter dito que é clichê, são atitudes bonitas e necessárias.

Há quem ache que as gentilezas precisam ser notáveis, coisas grandiosas. Mas, não! Mesmo os exemplos já dados são atitudes básicas, mas muito benéficas. As melhores e mais marcantes gentilezas são as mais simples possíveis: um sorriso para alguém que está triste; um “bom dia” para quem é costumeiramente ignorado; uma flor para quem está desesperançado; um pequeno favor que não foi pedido.

E, o mais importante, como já dito, é a despretensão. Aquele que quer ser reconhecido pela gentileza prestada, seja por quem a recebeu (desde um simples obrigado, até alguma outra condição de gratidão/reconhecimento), ou seja por quem está presenciando o ato (como elogios ou admiração, por exemplo), não está sendo realmente gentil, pois há um interesse pessoal (consciente ou não), sendo algo egoísta/egocêntrico em sua essência.

Obviamente, a gratidão e o elogio são atitudes positivas, mas são méritos de quem os doa, e não de quem os recebe (embora, o senso comum pareça dizer o contrário).

Então, aos que lerem esta pequena postagem, gostaria de solicitar que, sempre que possível, espalhem gentilezas por onde passam. Ela pode ser contagiosa, sendo um “vírus” benigno que pode salvar a humanidade do atual crescente aumento de sentimentos frios e egoísticos.

Para encerrar, quero contar o que fez-me pensar e escrever esta postagem. Nessa semana que passou, fui lapidar o cabelo (momento publicidade: fui ao Kimio Hair, Indaiatuba – aliás, a Kelly arrasou na lapidação de minha juba! 👍), levei minha mãe junto. Na hora de ir embora, estava caindo um tremendo pé d’água ⛈, meu carro estava logo à frente do salão, mas a querida Kelly insistiu em nos levar até lá de guarda-chuva. ☔

Pensando depois sobre esse feliz acontecimento, confirmei o quão terno é receber uma gentileza. Esse calor pequenino que é tão marcante, e faz tão bem, me deu vontade de espalhar isso, não só doando generosidade aos outros, mas de outras formas possíveis. E aqui estou eu, escrevendo esses pensamentos/sentimentos neste post.

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

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