SEICHO-NO-IE: O Treino do Riso

Post escrito originalmente em 28 de outubro de 2013.


Olá pessoal! 🙂 Como estão?

No post de hoje trago mais um conceito da SEICHO-NO-IE. O assunto é algo fundamental no nosso dia a dia, mas acabamos nos esquecendo devido aos problemas e preocupações. Falarei sobre a importância do riso.

Sorriso!
Sorriso!

Em um post anterior, mencionei que o riso promove a boa saúde e um destino feliz, o que é verdade. Mas, como fazer para sorrir quando não estamos com vontade? A SEICHO-NO-IE tem uma prática chamada Treino do Riso. Ao invés de eu explicar como realizar este peculiar treino, vou colocar um vídeo, do professor Osvaldo Murahara, adepto da SEICHO-NO-IE, ele certamente, explica melhor do que eu. (Obs.: É uma entrevista, a explicação do treino está mais para o meio, aproximadamente nos 5:20. Mas recomendo assistir inteiro!).

Muitos podem achar constrangedor realizar esta prática, mas, como podem ver no vídeo, funciona! Todos acabam rindo no final! 🙂 Faça em casa, olhando para um espelho, quando não tiver ninguém por perto! Assim, não se sentirá tão constrangido! 😉 O ideal é praticá-lo diariamente durante 30 minutos, pelo menos. Mas, se não tiver tempo, faça pelo menos uns 5 minutos, melhor do que não sorrir nunca, né? O melhor horário é de manhã, logo ao acordar, quando levantamos de bom humor, todo o resto do dia costuma seguir bem! 😉

O sorriso é importante não só para atrair bons acontecimento em nossa vida, mas também, para transmitir bons sentimentos à quem necessita. Sorrir para alguém que está triste ou rancoroso, é um ato de doação.

Ter a feição sorridente também pode nos ajudar em nossa vida cotidiana. Por exemplo, numa entrevista de emprego, uma pessoa de feição mais sorridente passará uma impressão mais agradável do que o de uma pessoa com a expressão carrancuda ou séria. Ou mesmo, um vendedor que sorri e atende com simpatia e respeito, terá maior probabilidade de conseguir vender algo do que outro com a cara amarrada e emburrada. São exemplos simples, mas acho que deu para compreender o que quero passar, não?

Quando digo para manter a feição sorridente, não significa que você precise ficar sorrindo 24 horas por dia! Não basta sorrir com o rosto, se a sua mente está carrancuda. Se fizer isso, seu sorriso soará falso e todos certamente perceberão. O mais importante é manter a mente sorridente! Quando se tem a mente neste estado, mesmo quando não estamos sorrindo, as pessoas ao redor tem a impressão de que o estamos.

Há casos em que a pessoa sorri tão pouco durante o dia, que sua face se torna enrijecida, ou seja, o sorriso dela custa a aparecer, mesmo ela querendo. Isso acontece por que os músculos da face estão duros, “atrofiados”, pela falta de “exercício”. Nesses casos, o Treino do Riso pode ser muito eficiente! 😉

Eu adoro ver sorrisos, principalmente das pessoas especiais que eu amo!

Bom, já está meio tarde, irei dormir logo! Por hora encerro aqui!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

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O melhor Ginecologista…

Post escrito originalmente em 23 de maio de 2012.


Olá a todos! 🙂 Como vão?

Hoje vou postar um e-mail que recebi de meu tio, ele aborda um assunto bastante polêmico. Depois de transcreve-lo, falarei sobre minha opinião em relação a este assunto. Deixando claro que é somente minha opinião, e não uma verdade.

O melhor Ginecologista…

Muito Boa!!! esse é pra todos aqueles que são MODERNOS e por isso são a favor do ABORTO!!!!!!! Não deixem de ler, é rapidinho, em poucas linhas uma lição de vida!

O Melhor Ginecologista!

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
– Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério… Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro…

O médico então perguntou: Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?

A mulher respondeu: Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda. O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher: acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora. A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

Ele então completou: Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco…

A mulher apavorou-se e disse: Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!

Doutor: Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!
*Se gostou, repasse. Juntos podemos salvar uma vida!

Você sabe desde quando Deus te ama?

DESDE O VENTRE DA TUA MÃE!

Então, já havia pincelado este assunto no post sobre “Filhos“.

O melhor Ginecologista - sobre o aborto
Foto retirada deste site.

Deseja-se praticar o aborto , obviamente, quando a criança no ventre da mãe é indesejada.

O e-mail acima retrata bem o meu modo de pensar. Ao meu ver, o ser que está no ventre da mãe já é uma vida. Enxergando o lado espiritual (para quem acredita), o feto já tem um espírito, e não é uma suposição de minha parte, coloco minha mão no fogo por esta afirmação (tenho meus motivos pessoais para acreditar nisso). Portanto, se está vivo, abortar e assassinar um bebê que já nasceu são atitudes equivalentes.

No entanto, vendo pela perspectiva dos que acreditam que um feto não pode ser considerado como vivo (deixando claro que minha opinião pessoal é discordante), então, abortar seria uma atitude natural. Porém, sendo uma atitude natural, porque trás tantos riscos para a “mãe”?

Há aqueles que dizem: “Se o feto é considerado vivo, então o espermatozoide e o óvulo também estão. Portanto, milhões deles morrem em outras ocasiões; sendo a mesma coisa.”. Isso é bastante complexo. Não tenho uma resposta científica para este argumento. Mas posso dizer o que acredito: O espermatozoide e o óvulo são células vivas sim, assim como as células de nossa pele, por exemplo. Apesar de estarem vivas, não possuem consciência (pode ser chamado de alma também, para quem acredita). Por outro lado, o feto, já possui esta consciência. Prova disso é que ao ler livros e conversar com o ser na barriga da mãe, estimula a inteligência e o aprendizado desta, que tem facilidades após nascer, com o que foi “ensinado” quando era um embrião (para quem duvida veja.). Todavia, se lermos e conversarmos com um espermatozoide ou óvulo, o futuro bebê não é estimulado.

Atualmente existem vários métodos anticoncepcionais eficientes e de fácil acesso. Se um casal não deseja ter filhos, deveriam evitá-los. Ao meu entender, a coisa piora quando o ato é cometido por pessoas que não se amam de verdade, fazendo apenas por prazer… Digo que piora, pois para mim, este ato é uma demonstração extrema de amor. Mas este já é outro assunto, no qual já abordei algumas vezes, sutilmente, em outros posts e deixei bem claro minha visão sobre isto (alguns posts: Beijo, Amor, Homem fiel não tem preço… (mulher também!), Amor x Desejo, O amor verdadeiro & Onde está o amor? E o respeito? E a justiça?).

Outra perspectiva bastante polêmica e de difícil posicionamento é o aborto em casos de gravidez originada após estupro. Nestes casos, é compreensível que a mãe não deseje dar a luz à criança. No entanto, há o dilema do fato do bebê não ter culpa do ocorrido (creio que quanto a isso, ninguém discorda). Não acho correto assassiná-lo(a) só porque ele(a) teve a infelicidade de ter um pai mau-caráter. Isso é o mesmo que ceifar seu direito de escolher entre viver ou morrer. Mas também não acho legal a mãe ter a criança contra a vontade. Essa repulsa pelo(a) filho(a) seria percebida pela criança, afetando-a de forma muito negativa. Sinceramente, não vejo uma saída plausível. Outra ideia seria deixá-la para adoção, entregando-a a uma família que vá criá-la com o carinho de verdadeiros pais. Embora, o ideal é que a própria mãe desligue a associação da criança com o infortúnio do estupro, e crie a criança com todo o amor que ela merece.

O assunto é bastante delicado, polêmico e até interessante de se discutir, quem quiser deixar sua opinião sobre o assunto, fique à vontade. Só peço respeito às opiniões alheias.

Por hora é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Você tem experiência?

Post escrito originalmente em 02 de março de 2013.


Olá para todos! 🙂 Como estão?

Faz um tempo que não posto nada, né? Hoje achei um texto que recebi por e-mail da Bru, faz tempo, mas é muito bom! Espero que gostem!

Você tem experiência?
Imagem retirada deste site.

Você tem experiência?

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: Você tem experiência? A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia e, acima de tudo, por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro. Já me cortei fazendo a barba apressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrela. Já subi em árvore pra roubar fruta. Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro da escola. Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando. Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontade de voltar. Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios. Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro. Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei de felicidade. Já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: “Qual sua experiência?”. Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência… experiência… Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo momento, tudo se renova…?

Isso nos faz lembrar o quanto estamos presos à eficiência e praticidade no nosso dia a dia. Assim, acabamos nos esquecendo das coisas mais importantes e belas da vida.

Não só as empresas mas a grande maioria das pessoas esquecem-se de olhar a beleza da alma das pessoas com quem convivem. Olham sua aparência, seu currículo, seus diplomas, seus feitos anteriores, o que você tem… Mas não olham quem você é realmente! Seus sentimentos, sua personalidade, seu passado, suas dores e alegrias, pois tudo isso faz parte de uma pessoa, e não somente o exterior e as conquistas, como já mencionei.

Muitas vezes, por termos demasiado conhecimento e experiência, não conseguimos enxergar saídas simples que, talvez, um leigo ou ignorante no assunto possa perceber facilmente.

Não sei se esse caso acima é verdadeiro, mas se for, acredito que a Volkswagen ganhou muito ao contratar um funcionário sonhador como este que escreveu esta maravilhosa resposta, isso independentemente se ele tinha faculdade ou não, se tinha um ou dez diplomas, se já havia trabalhado na área ou não…

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

SEICHO-NO-IE: Amor-apego x Amor que vivifica

Post escrito originalmente em 24 de fevereiro de 2012.


Olá a todos! 🙂 Como vão?

Hoje postarei mais um trecho dos ensinamentos da SEICHO-NO-IE!

Amor-apego x Amor que vivifica
Amor-apego x Amor que vivifica – Imagem deste site.

O amor-apego atormenta, mas o amor que liberta vivifica.

Amar não é cercar a liberdade da pessoa amada, e sim dar-lhe plena liberdade. Mas não adianta simplesmente soltá-la. Devemos soltar a pessoa amada na direção que lhe possibilite crescer correta e vigorosamente, acompanhar os seus passos e orar por ela. Libertar é um ato de doação.

(Taniguchi Seicho – Akaruku Tanoshiku Jinsei wo)

É exatamente como diz o trecho. Quem ama não aprisiona a pessoa amada, afinal, ela não é um objeto.

Muitos podem pensar “Mas se eu deixar a pessoa amada solta, outro(a) poderá tomá-la de mim!”.

Aos que pensam assim, eu vos digo: Se a pessoa que você ama deixar-se levar por outro alguém, significa que, infelizmente, esta a quem você ama, não lhe corresponde. Já ouviram falar? Quem ama, confia! (Embora eu entenda que isso causa uma dor insuportável…).

E se, por acaso, a pessoa amada amar mesmo outra pessoa, não devemos ter raiva nem rancor, ninguém manda nos sentimentos. Se amamos mesmo essa pessoa, desejamos a felicidade desta! Sendo assim, devemos torcer para que ela fique feliz, independentemente onde, como ou com quem. (Falo isso, mas na prática entendo que não é nem um pouco fácil… afinal, temos o nosso ego.).

Voltando ao assunto, quando amamos alguém, devemos estar sempre ao lado desta pessoa, apoiando e torcendo pelo seu crescimento, tanto o material quanto espiritual. Se pensarmos bem, não há necessidade de cercar a liberdade da pessoa amada, principalmente quando já se é um casal, pois, se sabemos que somos amados pelo(a) nosso(a) companheiro(a), não importa o que aconteça, a união do casal nunca se abalará! Acho que ambos os lados sabe muito bem o que se deve ou não fazer…

Bom, poderíamos prolongar o assunto falando sobre ciúmes e traição, por exemplo, mas aí fugiríamos do assunto principal.

Portanto, encerro por aqui!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Não grite com as pessoas!

Post escrito originalmente em 08 de março de 2016.


Olá a todos! 🙂 Como estão?

Neste post, que na verdade é um repost, falarei sobre o péssimo hábito de gritar. Encontrei este artigo via o Cosmopolitan Girl, e achei interessantíssimo!

Não grite com as pessoas!
Imagem retirada deste site.

“Quando uma pessoa grita, faz isso para ser escutada. Mas isso acaba servindo de pretexto, inconsciente, para extravasar o estresse. Gritos são uma forma de violência contra o parceiro, contra os filhos, amigos, colegas… Mas é mais que isso. Quando você grita, agride as emoções do outro. Gera frustrações, ressentimentos, medo. Se for com os filhos, reduz a autoestima deles e os educa a reproduzir esse tipo de comportamento.

Quem grita, quem fala alto dá indicações do quanto é inseguro. Pessoas seguras não gritam.”

Texto completo no Blog do Ronaldo.

Eu já havia lido sobre as consequências psicológicas causadas por quem tem o costume de gritar com as pessoas ao seu redor, em um dos livros do Augusto Cury, se não me falha a memória, foi no “As Regras de Ouro dos Casais Saudáveis“. E, o artigo que mencionei acima confirma o que eu já havia lido.

Ao gritar com alguém, demonstra-se imposição. Concomitantemente, diz-se que não tem controle emocional e que é intolerante. Além disso, este ato tem consequências desastrosas na psique de quem recebe o grito. Ele traumatiza e, cada vez que isso se repete, o(a) torna mais condicionada a se defender, mesmo quando não há gritos. Cria-se uma aversão.

Quem tem o costume de gritar, ou ficar bravo, acaba afastando as pessoas, pois ninguém gosta de receber bronca por qualquer coisa. A insegurança de pessoas que tem essa prática as tornam menos confiáveis também. Afinal, pessoas seguras de si não precisam gritar, pois podem conversar e expor suas ideias de forma tranquila.

Segundo Cury, o que irrita esse tipo de pessoa é o fato de querer que as pessoas ajam conforme sua própria vontade (ou de acordo com seus próprios planos), sem considerar a opinião de ninguém. Geralmente, quem grita muito, escuta pouco os demais. (E, com o tempo, acabam tendo a audição comprometida. Pois, quem não dá ouvidos aos outros, não precisa da audição. – Não é algo comprovado cientificamente, mas reparem! Está intrinsecamente ligado à Lei da Casualidade.).

Bom, por hora é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Experimento Socialista

Olá pessoas! 🙂 Como estão?

Não gosto de postar sobre política aqui em meu blog, pois acredito que seja algo muito pessoal e, quase sempre, gera discórdia em discussões. Todavia, encontrei um texto bem interessante (nos comentários desta notícia, feito por Brisa Rivera) sobre um suposto experimento socialista realizado pelo professor de Economia, Adrian Rogers, da Universidade Texas Tech, e resolvi abrir uma exceção! Confiram:

Experimento Socialista
Imagem retirada deste site.

“Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.

Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e ‘justo’.

O professor então disse, ‘Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.’ Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um ‘A’…

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam ‘B’. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi ‘D’. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um ‘F’. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano… Para sua total surpresa.

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.

Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado. ‘Quando a recompensa é grande’, ele disse, ‘o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.’

‘É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.’. (Adrian Rogers – pastor tele-evangelista americano)

Sim, o autor do texto é o próprio “professor”, e ele não é professor, e sim pasto evangelista. Não pesquisei a fundo sobre isso, mas este site, e muitos outros, apontam isso. E, o fato do experimento não ter sido realizado de verdade, já se tornou argumento para invalidar todo o conteúdo do texto.

Todavia, o que gostaria de destacar, é exatamente esse conteúdo, independente de ter acontecido de fato, ou não, acho interessante refletir se os acontecimentos se desenrolariam como descritos no texto, ou não. Isso pode ser considerado um exercício intelectual.

Falarei de modo pessoal, ok? Portanto, que fique claro que é apenas minha opinião, posso estar equivocado, e todos possuem o direito de discordar (desde que com respeito).

Se eu fosse parte do grupo de alunos estudiosos, certamente não gostaria desse sistema. Sentiria-me desmotivado, e continuaria estudando para mim mesmo (já que estou numa faculdade, gostaria de aprender, certo?), por outro lado, não me apressaria em aprender toda a matéria que cairá na prova, pois… tanto faz! (E, não tenho certeza se todos os estudiosos agiriam assim).

Por outro lado, se eu estivesse no grupo de alunos preguiçosos, eu ficaria muito feliz, e relaxaria ainda mais, afinal, os outros mais esforçados sustentariam a minha nota (lei do menor esforço, certo?) – e, considerando que estou nesse grupo, significa que não tenho vontade de aprender. Pergunto-me se isso é realmente justo…. Na verdade, algo parecido já acontece nas escolas e faculdade! Quem nunca teve aquele colega folgado, que entra no grupo, mas não faz nada? Ou aquele que esqueceu-se de fazê-lo (ou não fez por outro motivo mais justo, não cabe a esse caso hipotético julgar isso), e pede de última hora, para colocar o nome dele no nosso trabalho? A diferença, é que nesse caso, temos a opção de recusar, o que não ocorre no experimento.

Agora, imaginemos que nessa classe, exista uma pessoa super altruísta, que decide se esforçar pelo bem da classe! Sabemos que esse tipo de gente é raríssimo, mas suponhamos que existe meia dúzia de alunos assim, será que o esforço deles seria recompensado? Com apenas seis notas boas, conseguiriam atingir uma boa média? (Considerando uma classe grande).

Não importa o quanto eu pense, a única forma disso funcionar, é se houver cooperação da maioria da classe. Se os alunos se unissem e decidissem esforçar ao máximo, aí poderíamos ter uma nota boa, e todos sairiam ganhando! Creio eu, que é o que acontecia no modo de produção comunista primitivo, que era adotado por muitas tribos indígenas. A grande maioria cooperava, trabalhando e fazendo a sua parte, e todos gozavam do resultado. Ao meu entender, talvez seja o modo mais correto de se organizar uma sociedade, todavia, é preciso grande senso de responsabilidade e compromisso para com a comunidade. Será que seria viável nos dias de hoje? Onde o predomina-se o individualismo e egocentrismo? No caso de nosso país, é difícil de se manter limpo uma simples calçada (um bem comum da sociedade), imaginem fazer com que toda (ou a maior parte dela) da população faça a sua parte?

Outro ponto que esse texto discorre, é a questão do mérito. Na classe, quem se dedica mais aos estudos merece a maior nota, e creio eu, ninguém contesta isso. Passando isso para a sociedade, nem sempre isso pode ser considerado verdade, já que há os que nascem em berço de ouro, mas essa fortuna foi ajuntada por alguém, seja pai, avô, bisavô, ou quem seja… se foi um dinheiro ganhado de forma honesta, acho injusto quererem pegá-lo e dividi-lo para todo o povo, a menos que seja vontade de quem se esforçou e enriqueceu a família.

Por outro lado, acho muito injusto pessoas que dão duro, receberem tão pouco salário. Por que o salário de um trabalhador braçal é tão inferior ao de um gerente? Um despende de grande energia física, enquanto o outro, pode ter mais estresse mental. Ambos são igualmente importante, certo? Os salários não deveriam ser parecidos? Talvez, quem teve mais estudo possa ganhar um pouco a mais, mas independentemente do cargo em que atua. Se assim fosse, todos não teriam condições de ter um padrão de vida semelhante? E, por conseguinte, não teriam mais poder de compra, dando mais dinheiro para as empresas (girando a economia)? Que por sua vez, poderia pagar melhor seus funcionários, sem diminuir seus lucros?

Nunca fui bom na matéria Economia, mas é apenas um pensamento que eu tenho, sobre uma condição ideal. Esse aspecto não pode ser transposto no experimento hipotético, de forma muito efetiva. Seria algo parecido com um aluno de classe social mais afortunada receber mais notas do que outro, de classe menor, embora ambos se esforcem de forma semelhante.

Aí pode-se contestar, dizendo que nem todos tem condições de terem estudos, para receber um salário um pouco melhor. Todavia, isso nada tem a ver com a má distribuição de renda, e sim com a má qualidade de ensino nas escolas públicas. Afinal, pagamos impostos para que tenhamos boa educação (e saúde).

Outros podem contestar dizendo que os ricos existem porque tiraram dos pobres. Talvez existam pessoas assim, que agiram de forma desonesta, mas no geral, eu discordo, existem várias histórias de empresários e até de famosos que começaram do nada, se esforçaram, se dedicaram no caminho que escolheram, e hoje são bem sucedidos. Não se pode generalizar. E seria injusto querer tomar-lhes o que eles conseguiram juntar com tanto esforço e entregar a um outro alguém, que nada tem a ver com estes. Isso é o mesmo que culpar/responsabilizar os outros pela própria falta de atitude.

Viram? Tudo o que se pode discorrer à partir de um texto com uma suposta história falsa? Não importa se ocorreu realmente, ou não. O importante é tentar pegar o seu conteúdo como objeto de reflexão e questionamento, não de sua veracidade, mas dos tópicos abordados. Não existem filmes e livros fictícios que nos fazem pensar? O mesmo pode ser feito com este experimento hipotético.

Deixando claro, mais uma vez, que é apenas um ponto de vista. Se está certo, ou não, cada um deve refletir e concluir por si mesmo!

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

SEICHO-NO-IE: Concretiza-se o que mentalizamos

Post escrito originalmente em 17 de julho de 2013.


Olá pessoas! Como vão? 🙂

Hoje estou postando um trecho de um livro da SEICHO-NO-IE, que estou lendo atualmente. Espero que gostem!

Concretiza-se o que mentalizamos
Concretiza-se o que mentalizamos – Imagem retirada deste blog.

Não traga à memória o aspecto da doença

“Assim como citou Henri Victor Morgan, uma senhora que percebeu alguns fios brancos em seus cabelos passou a mentalizar diariamente ‘Os fios brancos desapareceram, os fios brancos desapareceram’ e, após um mês, todos os fios de cabelo dela estavam totalmente brancos. Com isso, ela deve ter-se indignado muito pensando ‘Que raios! Cadê a força do pensamento?’, mas mentalizar ‘Os fios brancos desapareceram’ é o mesmo que mentalizar ‘Tenho cabelos brancos’, fazendo com que a pessoa se lembre todos os dias dos cabelos brancos. É desnecessário lembrar-se das formas e estados de doenças e argumentar sobre isso.” (Preceitos de Luz [caminho] – Masaharu Taniguchi)

O que acham? Muitos devem pensar “Mas se a senhora mentalizava todos os dias que os fios brancos desapareceram, então por que ocorreu o contrário?”.

A resposta é simples! Se a senhora está querendo fazer os fios brancos desaparecerem, ela devia mentalizar sua imagem com seus cabelos na cor original. Pois dizer “Os fios brancos desapareceram”, é o mesmo que reconhecer que os fios de cabelos dela são brancos, afinal, se não fosse assim, não precisaria mentalizar tal frase. Acredito que o mais adequado seria dizer “Obrigado pelos meus serem de tal cor (não sei qual era a cor original do cabelo da senhora)”.

Talvez pareça ser a mesma coisa, dizer “Os fios brancos desapareceram” e “Obrigado pelos meu cabelos serem cor tal”. Na verdade, a semântica é a mesma, mas o ponto de vista é totalmente diferente.

Ao definir algum desejo ou algo para mentalizar, devemos atentar para isso. Formular de forma correta o que irá mentalizar é muito importante! Pois, conforme a posição em que colocamos as coisas, pode ocorrer o efeito oposto. Precisamos enfatizar sempre o lado positivo das coisas.

Ao invés de mentalizar “Estou curado da doença x”, não seria melhor dizer “Obrigado por eu ser saudável“? Se ficarmos nos lembrando da existência da doença x, ela não ficará mais “grudada” em nossa mente? Fazendo do primeiro jeito, estaríamos chamando a doença x, ao invés de expulsando-a. Da segunda forma, estamos chamando a saúde que, por consequência, significa curar-se da doença x e de todas as outras doenças possíveis.

Lembrando que, para a SEICHO-NO-IE a doença não existe.

Tudo o que mentalizamos com fé se concretiza infalivelmente. Se não está se concretizando, é porque tem algo que não está em conformidade com as leis mentais.

Bom, por hora é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

SEICHO-NO-IE: Solidão não existe

Post escrito originalmente em 28 de junho de 2012.


Olá a todos! 🙂 Como estão?

Faz tempo que não escrevo nada, né? Hoje trago alguns trechos da SEICHO-NO-IE. O assunto é a solidão.

Solidão não existe
Imagem retirada deste site.

A solidão não existe.

“A solidão não existe. Se sentes solitário é porque buscas nos outros a satisfação de teus anseios. Viver conforme a Seicho-No-Ie é conscientizar que tudo já está dentro de ti.”

“O ‘modo de viver da Seicho-No-Ie’ consiste em elogiar os outros. Em certa reunião, elogiei determinada pessoa apontando somente suas qualidades, apesar de se tratar de alguém que havia me traído.”

“A uma outra pessoa, escrevi uma carta apontando com clareza seus defeitos, justamente por amar essa pessoa. E ela respondeu-me, agradecendo.”

“O ‘Eu verdadeiro, que tanto pode elogiar um traidor como pode criticar a quem ama, é um ser livre. O ‘eu carnal’ pode, eventualmente, sentir solidão, mas essa situação é falsa, pois o ‘Eu verdadeiro’ jamais sente solidão.”

(Masaharu Taniguchi – Palavras de Sabedoria)

Realmente, se pensarmos bem, mesmo que sem querer, nós sempre temos expectativas em relação às pessoas ao nosso redor. Quando essas pessoas não atendem a estas, nos ferimos e, mesmo que sem querer, nos afastamos. Assim ficamos solitários. Porém, segundo as palavras do professor Taniguchi, a solidão realmente não existe.

Ao elogiar alguém que o havia traído, o mestre apenas estava seguindo uma das práticas da SEICHO-NO-IE, que é enxergar somente a Imagem Verdadeira desse traidor. Segundo os ensinamentos, todas as pessoas são filhas de Deus, portanto, todos são pessoas maravilhosas e perfeitas, apenas as pessoas não a manifestam no mundo fenomênico.

Quando Taniguchi-sensei criticou alguém que amava, acredito que ele o fez de forma a essa pessoa perceber seus defeitos/erros, possibilitando que ela mude. Há duas formas de criticar alguém. Uma é “atacando (julgando)“, falando com rispidez afim de machucar o outro, essa é uma forma incorreta de se apontar os defeitos. A outra forma, é falar com amor, com o intuito de ajudar a melhorar essa pessoa. Sair criticando todo mundo, usando como justificativa que é um ato de amor também é um erro grave.

A solidão reflete uma posição mental errônea do próprio indivíduo. Geralmente, quando se é traído, guarda-se rancor dessa pessoa, e isso, direta ou indiretamente, acaba afastando a quem amamos.

Da mesma forma, quando percebemos algo de errado nas pessoas que amamos, se negligenciarmos isso e deixarmos passar, fingindo não perceber, não estamos sendo verdadeiros com essa pessoa. E, cedo ou tarde, as pessoas perceberão essa falsidade, fazendo com que elas se afastem.

Em ambos os casos, ficamos solitários, mas é por conta de nossa atitude mental.

Corrigindo essa postura mental, fazemos a “ilusão” chamada solidão desaparecer. No entanto, sei que não é fácil adquirir e manter essa postura. Eu mesmo, tenho muito a aprender com a SEICHO-NO-IE! E, acredito eu, o principal aprendizado é manter a mente em serenidade e harmonia. Tendo isso, acho que é possível elogiar (com sinceridade, isso é importante!) quem nos prejudicou, e ser sincero ao apontar erros de quem amamos, sem machucá-las.

De passo a passo, acredito que todos consigam evoluir e manifestar a Imagem Verdadeira descrita pelo mestre Taniguchi Masaharu.

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!


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SEICHO-NO-IE: Quem odeia fere a si próprio

Post escrito originalmente em 20 de janeiro de 2012.


Olá para todos! 🙂 Como vão?

Ultimamente só tenho postado sobre Kamen Rider (仮面ライダー) e homenageando os aniversariantes, né?

Ando meio sem tempo, pois tenho estudado um programa que desconhecia até pouco tempo, o InDesign da Adobe. Além disso, tenho que estudar as lições do curso de Web-Design, entre outras coisas.

Como os perfis dos Riders já estavam semi-prontos no post referente às suas séries, é mais rápido pra mim montar estes posts. Quanto aos aniversários, são um caso especial que não posso deixar para depois, né?

Por isso, peço desculpas pela falta de variedade de assuntos nesses últimos dias. Só para variar, hoje postarei um trecho da SEICHO-NO-IE!

Quem odeia fere a si próprio
Foto retirada deste blog.

Quem nutre ódio ou rancor contra os outros acaba ferindo a si próprio.

O corpo é “sombra da mente”. O conteúdo da mente se manifesta no corpo. Por isso, quem guarda ódio ou rancor no coração causa danos ao próprio corpo e acaba contraindo doença. Devemos banir tais sentimentos e passar a viver agradecendo a tudo e a todos. Assim, é certo que ocorrerão somente coisas boas.

(Seicho Taniguchi – Yamai ga Kieru)

Já havia comentado sobre o assunto ódio no post “Ódio & como curá-lo!“. Se repararmos, as pessoas que vivem sempre reclamando, insatisfeitas, com raiva ou ódio das coisas, geralmente não possuem uma saúde estável. Por outro lado, pessoas alegres, otimistas e de bom caráter, dificilmente ficam doentes! Isso prova que nossos pensamentos e sentimentos refletem sim em nosso corpo e também em nosso ambiente.

Isso porque o mundo que captamos com os cinco sentidos (e também o sexto sentido) não passa de projeção de nossa mente. Somos todos filhos de Deus, e como Ele criou o homem à sua Imagem, e sabendo que Deus é perfeição, significa que todo ser humano, em sua essência intrínseca também é perfeição. Sendo todos à imagem de Deus, como poderíamos adoecer?

Por isso, é importante termos o sentimento de gratidão para com todas as coisas e pessoas, assim, melhoramos nosso destino e nossa vida; além de nos fazer sentir bem!

Bom, por hora fico por aqui!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

SEICHO-NO-IE: A Alegria que proporcionamos

Post escrito originalmente em 22 de junho de 2013.


Olá pessoal! Como estão? 🙂

O assunto deste post sobre citações da SEICHO-NO-IE. Espero que gostem!

Espelhando Alegria
Espalhando alegria – Imagem retirada do Facebook dos Doutores da Alegria, que fazem um maravilhoso trabalho, alegrando quem mais precisa!

“Não há satisfação maior do que aquela que sentimos quando proporcionamos alegria aos outros.”
(Masaharu Taniguchi)

A felicidade que sentimos quando somos responsáveis pela alegria de alguém é indescritível. Ver um sorriso brilhando no rosto de alguém é muito gratificante.

Além dessa sensação maravilhosa que sentimos ao proporcionar alegria aos próximos, temos outras “recompensas“! Acredito que todos já ouviram a famosa citação bíblica, dita por Jesus Cristo:

“Dai e ser-vos-á dado.”
(Lucas 6:38)

Por tanto, ao dar alegria a alguém, certamente a mesma lhe será dada de volta, e ela virá de algum lugar inesperado. No entanto, isso só funciona se a atitude de proporcionar alegria ao próximo tiver sido sincera.

Aproveitando o assunto, quero acrescentar mais uma citação:

“Pensamentos e palavras alegres constroem um futuro luminoso”
(Seicho Taniguchi)

Tudo o que pensamos e falamos, somadas às nossas atitudes constroem o nosso futuro. Isso está diretamente relacionado às palavras de Cristo. Por isso, ao mantermos pensamentos e pronunciarmos palavras alegres, tomando atitudes positivas (como proporcionar alegria às pessoas, por exemplo), infalivelmente construímos um futuro repleto de felicidade.

Quando estamos para baixo, e alguém percebe e passa a se esforçar para nos alegrar, não brota em nosso coração um sentimento gostoso? Independentemente da tentativa ser efetiva ou não, só o fato de termos alguém querendo nos animar/alegrar, já é motivo de grande gratidão e felicidade, certo? Pois bem, o mesmo vale quando a situação é contrária, se nos importarmos e procurarmos um meio de alegrar quem está passando por alguma situação triste, problemática, ou negativa, mesmo que não possamos resolver o assunto para ele(a), só de tentar fazer seu sorriso florescer, já é algo que a deixará muito contente! Isso é proporcionar a alegria, e se conseguirmos, nos sentiremos tão ou mais feliz que esta. Sem contar que, fortalecerá os laços que tem com esta pessoa (e, se for alguém que não conhecemos, ou que nunca tínhamos conversado, tornar-se-á uma perfeita oportunidade para iniciar uma nova amizade maravilhosa!).

Proporcionando alegria aos outros, colheremos infalivelmente a nossa própria alegria, as coisas nem sempre retornam na mesma moeda, pois o conceito de alegria varia de pessoa para pessoa. Mas, certamente, a sua alegria virá de alguma forma!

Aos que duvidam disso, existem diversos relatos de pessoas que mudaram sua vida apenas mudando sua atitude mental. Basta procurarem testemunhos de adeptos da SEICHO-NO-IE, ou da Christian Science (mais voltada para cura de doenças, mas usando o mesmo princípio), ou assistam os relatos do filme O Segredo (The Secret).

Ainda pretendo escrever um post relacionando estas três. O curioso é que seus “fundadores” são de locais e épocas diferentes. Chegaram à mesma Verdade de sua própria maneira.

Bom, vou ficando por aqui!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!