SEICHO-NO-IE: Para gerar a felicidade

Post escrito originalmente em 13 de setembro de 2011.


Olá para todos! 🙂 Como vão?

Hoje trago mais uma mensagem da SEICHO-NO-IE! 🙂

Para gerar a felicidade
Imagem retirada deste site.

A mente alegre gera felicidade

“Em todas as religiões, Deus é o Ser Iluminado que é comparado à Luz. Portanto, se você quiser receber a salvação de Deus, precisa emitir ondas mentais que sintonizem com Ele, ou seja, ter a mente luminosa.

Nas terras favorecidas pelos generosos raios solares crescem árvores frondosas.”

(Taniguchi Masaharu – A Verdade, vol. 1)

Isso está em conformidade com a Lei Mental, resumida em citações  conhecida como “os semelhantes se atraem“. Se temos pensamentos/sentimentos bons, então coisas boas virão e vice-versa.

Estarmos com a mente em conformidade com a vontade de Deus, significa simplesmente estar com a mente positiva, repleta de amor ao próximo! Jogando fora todo o negativismo como reclamações, tristezas, ódio, raiva, rancor, etc. Se emanarmos o Amor, tudo isso desaparecerá assim como a sombra some com o resplandecer da luz.

Mantendo-se assim, com certeza bons acontecimentos e boas pessoas se aproximarão, pois combinarão com a sua frequência mental/espiritual/energética (ou como preferirem chamar).

Mensagem curtinha a de hoje! ^.^

Até a próxima, pessoas!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

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SEICHO-NO-IE: Dai e ser-vos-á dado

Post escrito originalmente em 7 de maio de 2012.


Olá a todos! 🙂 Como vão?

No post de hoje trago mais uma mensagem da SEICHO-NO-IE!

Foto retirada do blog: http://jorgebichuetti.blogspot.com.br/2011/02/amor-ha-espinhos-na-rosa-ha-uma-rosa.html
Foto retirada deste blog.

Quem doa com generosidade recebe muitas bençãos.

“Devemos cultivar o espírito de doação. Só quem doa é digno de receber. Mesmo que não tenhamos algo material para dar, podemos oferecer amor, bondade, gratidão. Quem doa com generosidade recebe muitas bênçãos e desfruta de uma vida próspera.”
(Taniguchi Seicho – Para Realizar o Amor e a Oração)

As palavras de Jesus “Dai e ser-vos-á dado” resumem bem o trecho que transcrevo hoje. Assim como a Terceira Lei de Newton, da física, que é a “Ação e Reação”.

Realmente, para termos uma vida próspera, devemos contribuir com a prosperidade de outros. Quando digo contribuir, não é necessariamente com dinheiro ou bens materiais (embora seja valido também). Pode ser uma doação de carinho, atenção, afeto, gratidão… enfim, bons sentimentos. A quantas pessoas vocês doaram a sua atenção hoje? (por exemplo).

Fazendo isso, infalivelmente terá a sua “recompensa”. Prestem atenção que coloquei entre aspas. Na verdade é apenas a reação de sua ação. Sendo assim, se não for feita com sinceridade, e sentimento altruístico, isso retornará da mesma forma para você.

Por isso, devemos atentar para o fato de que ao doar algo pensando nessa “recompensa”, essa doação não é verdadeira, portanto, não haverá esse retorno da forma esperada. A verdadeira doação (seja do que for), só é válida quando feita de coração, com a vontade de ajudar o próximo. Se a doação for feita com sentimentos egoísticos, ela não surtira efeito (na verdade, atrairá coisas condizentes com estes, como por exemplo, pessoas interesseiras).

Jesus Cristo sabia muito bem disso! Por isso disse a citação que mencionei acima. O milagre da multiplicação, por exemplo, se concretizou quando ele doou gratidão a Deus pelo alimento que possuía, e por esta quantidade ser suficiente, e assim se realizou. Esse é o “efeito” do sentimento de gratidão pelo que já possuímos e do ato de doar. Chamam de milagre, mas qualquer humano pode realizar tal feito.

Jesus mesmo disse: “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.” (João 14:12). Ele disse “aquele que crê em mim” e também disse “porque eu vou para meu Pai“. Ou seja, crer em Jesus é crer em Deus. Segundo a SEICHO-NO-IE, Deus está dentro de cada um de nós, já que fomos criados à Imagem dEle. Portanto, se acreditarmos nas palavras “Dai e ser-vos-á dado”, assim será.

“O Livro dos Jovens” de Masaharu Taniguchi (e outros do mesmo autor) explica melhor do que eu (com certeza) essa relação dos ensinamentos da SEICHO-NO-IE com as palavras de Cristo.

Já a Terceira Lei de Newton, que é aplicada na mecânica, também pode ser aplicada aos seres humanos. Ao dedicarmos amor sincero e verdadeiro, receberemos isto também. Se dedicarmos ódio a alguém, mesmo sem nada dizer ou fazer, esta pessoa lhe retribuirá com antipatia, ou retornará de outra forma negativa.

Este é o ponto de vista que adquiri lendo os livros da SEICHO-NO-IE. E se repararmos, funciona! Já viram alguma pessoa que guarda rancor, ódio e maus sentimentos ter uma vida próspera, feliz e ser amada/querida por todos? Eu não conheço!

Bom, por hoje fico por aqui!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Onde você colocou o sal?

Post escrito originalmente em 14 de outubro de 2014.


Olá a todos! 🙂 Como estão?

No post de hoje transcrevo um e-mail que recebi há tempos da Ry~chan. Como sempre, deixarei meus comentários e pensamentos sobre no final. Vamos ao e-mail:

Onde você colocou o sal?
Imagem retirada deste blog.

ONDE VOCÊ COLOCOU O SAL?

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
– Ruim – disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
– Beba um pouco dessa água. – Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom! – disse o rapaz.
– Você sente o gosto do sal? – perguntou o Mestre.
– Não – disse o jovem.

O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
– A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de Ser copo, para tornar-se um Lago.

Muito sábio esse mestre. Eu ampliaria este ensinamento considerando não só as dores mas todos os infortúnios que podemos ter em nossas vidas. Incluindo coisas atribuídas, geralmente, ao acaso ou falta de sorte.

Na realidade, é tudo questão de se colocar em uma forma a ter um ponto de referência positivo das coisas. O segredo é posicionar o sofrimento de um jeito em que você não o sinta. Concentrar-se nas coisas que nos fazem bem! E mover-nos para tê-las sempre conosco.

Usando a analogia do e-mail, colocar o sal no copo e beber é o mesmo que ficarmos focado nas coisas de que não gostamos, das coisas que perdemos, das pessoas que se foram. Isso prejudica o nosso ânimo, além de atrair mais pessoas, situações e coisas negativas para a vida.

Por outro lado, colocar o sal no lago, representa tornar o que é negativo pequeno, ao ponto de ser insignificante. É olharmos para as bênçãos que já temos. É focar naquilo que gosta, que revigora, que anima. É pensar e estar com pessoas que você ama e que te querem bem de verdade.

Obviamente, não devemos largar tudo o que não gostamos e fazer só coisas que nos agradam. Na verdade é o contrário, devemos tornar as coisas que não gostamos em coisas que adoramos. E assim, fazê-las com mais vontade e alegria. Sempre haverá algum aspecto positivo em tudo, basta encontrar. Mas este já é outro assunto.

Bem, esta foi minha interpretação deste e-mail, que repito, achei muito sábio.

Por hora é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Estamos com fome de amor

Olá pessoas! 🙂 Como estão?

Só para atualizar o blog, hoje posto um texto de Arnaldo Jabor, no qual concordo plenamente (embora eu já tenha discordado de outro texto dele.).

Estamos com fome de amor
Montagem feita por mim, com fotos deste site (modelo: Gong Shiwen/龚诗雯 – mais sobre ela, aqui.); e deste site (maçã-coração).

Estamos com fome de amor
(Arnaldo Jabor)

“Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: ‘Digam o que disserem, o mal do século é a solidão’. Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas. E saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.

Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos ‘personal dance’, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão ‘apenas’ dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.

Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamo-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a ‘sentir’, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos Orkut, o número que comunidades como: ‘Quero um amor pra vida toda!’, ‘Eu sou pra casar!’ até a desesperançada ‘Nasci pra ser sozinho!’.

Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.

Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, ‘pague mico’, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta.

Mas (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.

Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: ‘vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida’.

Antes idiota que infeliz!”

(Texto encontrado neste site.).

Será que alguém duvida deste texto? Há quem possa argumentar que o texto não tem validade por ser antigo, já que o autor menciona o “falecido” orkut, todavia, o artigo “Solidão, uma nova epidemia” (recomendo a leitura), escrito em abril de 2016, por John T. Cacioppo (autor de Loneliness (WW Norton), professor catedrático de psicologia, diretor do centro de neurociência cognitiva e social na Universidade de Chicago) e Stephanie Cacioppo (professora de psiquiatria e neurociência no mesmo local), mostra que a situação até piorou.

No texto de Jabor, a atitude observada das mulheres “com roupas cada vez mais micros e transparentes”, já caracteriza uma forma (errônea, pois denota auto desvalorização) de tentar chamar a atenção, e suprir a solidão que se sente, a busca de um amor que a supra.

Voltando ao orkut, Arnaldo percebeu desde aquela época que as pessoas tentam preencher o buraco da solidão nas redes sociais, e hoje, a coisa não mudou, e só se agravou. Afinal, as redes sociais aumentam a sensação de solidão, como evidenciado nos estudos reportados na notícia do BBC Brasil, e repostado pelo G1 neste link. Eu já havia falado sobre este assunto, no meu post “Mundo Virtual – Existe vida no Mundo Real?“, e no “Bye Bye Facebook“, mas os estudos discorrem melhor sobre o comportamento das pessoas e suas consequências. Todavia, não são as redes em si que causam a solidão, e sim a forma comum de usá-las, como ressalta o artigo que recomendei lá em cima.

Ao mencionar “empresários, advogados e engenheiros”, que trabalham e são bem sucedidos, mas são solitários, Jabor enfatiza o quanto a chamada vida moderna, cada vez mais acelerada, acaba isolando as pessoas. O artigo “Vida moderna deixa as pessoas mais solitárias“, escrito por Cintia Végas, discorre sobre este ponto, que também é um fator contribuinte para as pessoas estarem cada vez mais individualistas e, por conseguinte, com dificuldade de serem empáticas com os próximos, o que desencadeia em contribuição para o aumento da sensação da solidão.

As pessoas estão tão aceleradas, que estão esquecendo-se que as coisas simples podem ser as mais importantes. Pequenos gestos e atitudes, fazem a diferença e, quando deixamos passar, podemos nunca mais ter a oportunidade de fazê-lo. Arnaldo dá vários exemplos em seu texto, como uma troca de sorrisos com um desconhecido, andar de mãos dadas com a pessoa especial, dar carinho à pessoa amada sem motivo, ou dormir “apenas” abraçados. Pincelei de leve o assinto na minha postagem “Terapia do Elogio“.

Por fim, o autor fala sobre como as pessoas se importam com a forma que os outros as estão vendo/julgando. A preocupação de que se fizer as coisas que os fazem felizes, os fazer parecerem tolos. A frase final de Arnaldo é perfeita e resume bem a resposta para essa questão: “Antes idiota que infeliz!”. O fato de vivermos numa sociedade de aparências, faz as pessoas se estressarem muito com o que os outros pensam, chegando, muitas vezes, a sacrificar a própria felicidade e saúde por isso. Uma música que fala um pouco disso é a “Stranger” do grupo Flower, que traduzi há um tempo. Mas, discorri bastante do assunto no post “Indústria da Beleza“.

O único ponto que discordei no texto foi quando ele disse que as coisas que ele está escrevendo são bregas ou bobagens (verdadeiras). Para mim, são pontos importantes, e merecedoras de elogios, por ele ter reparado e abordado tão bem sobre este assunto.

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

SEICHO-NO-IE: O uso de boas palavras

Post escrito originalmente em 11 de julho de 2011.


Olá a todos! 🙂 Como estão?

Como estou cansado, vou falar de um assunto rápido, porém, não menos importante! Falarei sobre o uso de boas palavras!

O uso de boas palavras
O uso de boas palavras – Imagem retirada deste blog.

O motivo do meu cansaço, como dito no post anterior, é porque fui à XVIII Festa da Cerejeira em Itapetininga, com a Emilyzita! Foi maravilhoso! Tirei boas fotos e me diverti bastante! 🙂 (Na época em que escrevi este post.).

XVIII Festa da Cerejeira de Itapetininga
XVIII Festa da Cerejeira de Itapetininga – Foto de Elson D. Masuzawa.

Voltando ao assunto, o trecho da SEICHO-NO-IE que quero comentar hoje é o seguinte:

Quer melhorar seu destino? Use sempre boas palavras.

Devemos reconhecer a importância das palavras e construir uma vida luminosa e feliz, proferindo sempre boas palavras. Somente o ser humano consegue usar livremente as palavras e criar o enredo da ‘peça teatral’ a ser encenada no palco da expressão, que é o mundo fenomênico. Portanto, devemos ter o cuidado de escrever bons enredos.

(Taniguchi Seicho – Livro: Kotoba wa Ikiteru (As Palavras estão Vivas, em tradução livre.)

Bom, antes de tudo, preciso esclarecer o que é o mundo fenomênico para quem não conhece os conceitos da SEICHO-NO-IE, certo? Mundo fenomênico é o mundo material, onde nós vivemos. Existe o mundo fenomênico e o mundo da Imagem Verdadeira (Jisô), que é o mundo da perfeição, ou para os religiosos, mundo de Deus ou Buda. Ainda não estou apto para explicar nem esclarecer esses conceitos, embora já os compreenda relativamente bem! ^.^

Mas enfim, acho que todos já ouviram dizer sobre o poder das palavras, certo? Que as palavras “chamam” os acontecimentos. E isso é verdade!

Quem constrói nosso destino somos nós mesmos, através de palavras proferidas, seja verbalmente, ou seja mentalmente. E as palavras na qual proferimos e acreditamos, concretizam-se no mundo dos fenômenos através de, é claro, fenômenos. Podendo ser acontecimentos bons ou maus, dependendo do tipo de palavras/pensamentos.

Por isso, devemos sempre proferir boas palavras! Por pior que possa parecer a situação, pense/fale boas palavras. Praticando isso continuamente, coisas boas virão!

Também não adianta falar por falar, ou falar porque leu aqui no blog que funciona! Deve-se falar com sua alma, por vontade sua.

Para os que utilizam o poder das palavras para prejudicar os outros (falando mal, reclamando, mentindo, desejando tragédias, etc.), saibam que também é válida a lei de ação e reação! Proferindo palavras boas à uma pessoa, boas coisas retornarão para você, do contrário, ao lançar palavras negativas à alguém, coisas negativas retornarão para você. Simples assim!

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

SEICHO-NO-IE: O Treino do Riso

Post escrito originalmente em 28 de outubro de 2013.


Olá pessoal! 🙂 Como estão?

No post de hoje trago mais um conceito da SEICHO-NO-IE. O assunto é algo fundamental no nosso dia a dia, mas acabamos nos esquecendo devido aos problemas e preocupações. Falarei sobre a importância do riso.

Sorriso!
Sorriso!

Em um post anterior, mencionei que o riso promove a boa saúde e um destino feliz, o que é verdade. Mas, como fazer para sorrir quando não estamos com vontade? A SEICHO-NO-IE tem uma prática chamada Treino do Riso. Ao invés de eu explicar como realizar este peculiar treino, vou colocar um vídeo, do professor Osvaldo Murahara, adepto da SEICHO-NO-IE, ele certamente, explica melhor do que eu. (Obs.: É uma entrevista, a explicação do treino está mais para o meio, aproximadamente nos 5:20. Mas recomendo assistir inteiro!).

Muitos podem achar constrangedor realizar esta prática, mas, como podem ver no vídeo, funciona! Todos acabam rindo no final! 🙂 Faça em casa, olhando para um espelho, quando não tiver ninguém por perto! Assim, não se sentirá tão constrangido! 😉 O ideal é praticá-lo diariamente durante 30 minutos, pelo menos. Mas, se não tiver tempo, faça pelo menos uns 5 minutos, melhor do que não sorrir nunca, né? O melhor horário é de manhã, logo ao acordar, quando levantamos de bom humor, todo o resto do dia costuma seguir bem! 😉

O sorriso é importante não só para atrair bons acontecimento em nossa vida, mas também, para transmitir bons sentimentos à quem necessita. Sorrir para alguém que está triste ou rancoroso, é um ato de doação.

Ter a feição sorridente também pode nos ajudar em nossa vida cotidiana. Por exemplo, numa entrevista de emprego, uma pessoa de feição mais sorridente passará uma impressão mais agradável do que o de uma pessoa com a expressão carrancuda ou séria. Ou mesmo, um vendedor que sorri e atende com simpatia e respeito, terá maior probabilidade de conseguir vender algo do que outro com a cara amarrada e emburrada. São exemplos simples, mas acho que deu para compreender o que quero passar, não?

Quando digo para manter a feição sorridente, não significa que você precise ficar sorrindo 24 horas por dia! Não basta sorrir com o rosto, se a sua mente está carrancuda. Se fizer isso, seu sorriso soará falso e todos certamente perceberão. O mais importante é manter a mente sorridente! Quando se tem a mente neste estado, mesmo quando não estamos sorrindo, as pessoas ao redor tem a impressão de que o estamos.

Há casos em que a pessoa sorri tão pouco durante o dia, que sua face se torna enrijecida, ou seja, o sorriso dela custa a aparecer, mesmo ela querendo. Isso acontece por que os músculos da face estão duros, “atrofiados”, pela falta de “exercício”. Nesses casos, o Treino do Riso pode ser muito eficiente! 😉

Eu adoro ver sorrisos, principalmente das pessoas especiais que eu amo!

Bom, já está meio tarde, irei dormir logo! Por hora encerro aqui!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

O melhor Ginecologista…

Post escrito originalmente em 23 de maio de 2012.


Olá a todos! 🙂 Como vão?

Hoje vou postar um e-mail que recebi de meu tio, ele aborda um assunto bastante polêmico. Depois de transcreve-lo, falarei sobre minha opinião em relação a este assunto. Deixando claro que é somente minha opinião, e não uma verdade.

O melhor Ginecologista…

Muito Boa!!! esse é pra todos aqueles que são MODERNOS e por isso são a favor do ABORTO!!!!!!! Não deixem de ler, é rapidinho, em poucas linhas uma lição de vida!

O Melhor Ginecologista!

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
– Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério… Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro…

O médico então perguntou: Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?

A mulher respondeu: Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda. O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher: acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora. A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

Ele então completou: Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco…

A mulher apavorou-se e disse: Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!

Doutor: Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!
*Se gostou, repasse. Juntos podemos salvar uma vida!

Você sabe desde quando Deus te ama?

DESDE O VENTRE DA TUA MÃE!

Então, já havia pincelado este assunto no post sobre “Filhos“.

O melhor Ginecologista - sobre o aborto
Foto retirada deste site.

Deseja-se praticar o aborto , obviamente, quando a criança no ventre da mãe é indesejada.

O e-mail acima retrata bem o meu modo de pensar. Ao meu ver, o ser que está no ventre da mãe já é uma vida. Enxergando o lado espiritual (para quem acredita), o feto já tem um espírito, e não é uma suposição de minha parte, coloco minha mão no fogo por esta afirmação (tenho meus motivos pessoais para acreditar nisso). Portanto, se está vivo, abortar e assassinar um bebê que já nasceu são atitudes equivalentes.

No entanto, vendo pela perspectiva dos que acreditam que um feto não pode ser considerado como vivo (deixando claro que minha opinião pessoal é discordante), então, abortar seria uma atitude natural. Porém, sendo uma atitude natural, porque trás tantos riscos para a “mãe”?

Há aqueles que dizem: “Se o feto é considerado vivo, então o espermatozoide e o óvulo também estão. Portanto, milhões deles morrem em outras ocasiões; sendo a mesma coisa.”. Isso é bastante complexo. Não tenho uma resposta científica para este argumento. Mas posso dizer o que acredito: O espermatozoide e o óvulo são células vivas sim, assim como as células de nossa pele, por exemplo. Apesar de estarem vivas, não possuem consciência (pode ser chamado de alma também, para quem acredita). Por outro lado, o feto, já possui esta consciência. Prova disso é que ao ler livros e conversar com o ser na barriga da mãe, estimula a inteligência e o aprendizado desta, que tem facilidades após nascer, com o que foi “ensinado” quando era um embrião (para quem duvida veja.). Todavia, se lermos e conversarmos com um espermatozoide ou óvulo, o futuro bebê não é estimulado.

Atualmente existem vários métodos anticoncepcionais eficientes e de fácil acesso. Se um casal não deseja ter filhos, deveriam evitá-los. Ao meu entender, a coisa piora quando o ato é cometido por pessoas que não se amam de verdade, fazendo apenas por prazer… Digo que piora, pois para mim, este ato é uma demonstração extrema de amor. Mas este já é outro assunto, no qual já abordei algumas vezes, sutilmente, em outros posts e deixei bem claro minha visão sobre isto (alguns posts: Beijo, Amor, Homem fiel não tem preço… (mulher também!), Amor x Desejo, O amor verdadeiro & Onde está o amor? E o respeito? E a justiça?).

Outra perspectiva bastante polêmica e de difícil posicionamento é o aborto em casos de gravidez originada após estupro. Nestes casos, é compreensível que a mãe não deseje dar a luz à criança. No entanto, há o dilema do fato do bebê não ter culpa do ocorrido (creio que quanto a isso, ninguém discorda). Não acho correto assassiná-lo(a) só porque ele(a) teve a infelicidade de ter um pai mau-caráter. Isso é o mesmo que ceifar seu direito de escolher entre viver ou morrer. Mas também não acho legal a mãe ter a criança contra a vontade. Essa repulsa pelo(a) filho(a) seria percebida pela criança, afetando-a de forma muito negativa. Sinceramente, não vejo uma saída plausível. Outra ideia seria deixá-la para adoção, entregando-a a uma família que vá criá-la com o carinho de verdadeiros pais. Embora, o ideal é que a própria mãe desligue a associação da criança com o infortúnio do estupro, e crie a criança com todo o amor que ela merece.

O assunto é bastante delicado, polêmico e até interessante de se discutir, quem quiser deixar sua opinião sobre o assunto, fique à vontade. Só peço respeito às opiniões alheias.

Por hora é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Você tem experiência?

Post escrito originalmente em 02 de março de 2013.


Olá para todos! 🙂 Como estão?

Faz um tempo que não posto nada, né? Hoje achei um texto que recebi por e-mail da Bru, faz tempo, mas é muito bom! Espero que gostem!

Você tem experiência?
Imagem retirada deste site.

Você tem experiência?

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: Você tem experiência? A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia e, acima de tudo, por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro. Já me cortei fazendo a barba apressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrela. Já subi em árvore pra roubar fruta. Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro da escola. Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando. Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontade de voltar. Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios. Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro. Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei de felicidade. Já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: “Qual sua experiência?”. Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência… experiência… Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo momento, tudo se renova…?

Isso nos faz lembrar o quanto estamos presos à eficiência e praticidade no nosso dia a dia. Assim, acabamos nos esquecendo das coisas mais importantes e belas da vida.

Não só as empresas mas a grande maioria das pessoas esquecem-se de olhar a beleza da alma das pessoas com quem convivem. Olham sua aparência, seu currículo, seus diplomas, seus feitos anteriores, o que você tem… Mas não olham quem você é realmente! Seus sentimentos, sua personalidade, seu passado, suas dores e alegrias, pois tudo isso faz parte de uma pessoa, e não somente o exterior e as conquistas, como já mencionei.

Muitas vezes, por termos demasiado conhecimento e experiência, não conseguimos enxergar saídas simples que, talvez, um leigo ou ignorante no assunto possa perceber facilmente.

Não sei se esse caso acima é verdadeiro, mas se for, acredito que a Volkswagen ganhou muito ao contratar um funcionário sonhador como este que escreveu esta maravilhosa resposta, isso independentemente se ele tinha faculdade ou não, se tinha um ou dez diplomas, se já havia trabalhado na área ou não…

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

SEICHO-NO-IE: Amor-apego x Amor que vivifica

Post escrito originalmente em 24 de fevereiro de 2012.


Olá a todos! 🙂 Como vão?

Hoje postarei mais um trecho dos ensinamentos da SEICHO-NO-IE!

Amor-apego x Amor que vivifica
Amor-apego x Amor que vivifica – Imagem deste site.

O amor-apego atormenta, mas o amor que liberta vivifica.

Amar não é cercar a liberdade da pessoa amada, e sim dar-lhe plena liberdade. Mas não adianta simplesmente soltá-la. Devemos soltar a pessoa amada na direção que lhe possibilite crescer correta e vigorosamente, acompanhar os seus passos e orar por ela. Libertar é um ato de doação.

(Taniguchi Seicho – Akaruku Tanoshiku Jinsei wo)

É exatamente como diz o trecho. Quem ama não aprisiona a pessoa amada, afinal, ela não é um objeto.

Muitos podem pensar “Mas se eu deixar a pessoa amada solta, outro(a) poderá tomá-la de mim!”.

Aos que pensam assim, eu vos digo: Se a pessoa que você ama deixar-se levar por outro alguém, significa que, infelizmente, esta a quem você ama, não lhe corresponde. Já ouviram falar? Quem ama, confia! (Embora eu entenda que isso causa uma dor insuportável…).

E se, por acaso, a pessoa amada amar mesmo outra pessoa, não devemos ter raiva nem rancor, ninguém manda nos sentimentos. Se amamos mesmo essa pessoa, desejamos a felicidade desta! Sendo assim, devemos torcer para que ela fique feliz, independentemente onde, como ou com quem. (Falo isso, mas na prática entendo que não é nem um pouco fácil… afinal, temos o nosso ego.).

Voltando ao assunto, quando amamos alguém, devemos estar sempre ao lado desta pessoa, apoiando e torcendo pelo seu crescimento, tanto o material quanto espiritual. Se pensarmos bem, não há necessidade de cercar a liberdade da pessoa amada, principalmente quando já se é um casal, pois, se sabemos que somos amados pelo(a) nosso(a) companheiro(a), não importa o que aconteça, a união do casal nunca se abalará! Acho que ambos os lados sabe muito bem o que se deve ou não fazer…

Bom, poderíamos prolongar o assunto falando sobre ciúmes e traição, por exemplo, mas aí fugiríamos do assunto principal.

Portanto, encerro por aqui!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Não grite com as pessoas!

Post escrito originalmente em 08 de março de 2016.


Olá a todos! 🙂 Como estão?

Neste post, que na verdade é um repost, falarei sobre o péssimo hábito de gritar. Encontrei este artigo via o Cosmopolitan Girl, e achei interessantíssimo!

Não grite com as pessoas!
Imagem retirada deste site.

“Quando uma pessoa grita, faz isso para ser escutada. Mas isso acaba servindo de pretexto, inconsciente, para extravasar o estresse. Gritos são uma forma de violência contra o parceiro, contra os filhos, amigos, colegas… Mas é mais que isso. Quando você grita, agride as emoções do outro. Gera frustrações, ressentimentos, medo. Se for com os filhos, reduz a autoestima deles e os educa a reproduzir esse tipo de comportamento.

Quem grita, quem fala alto dá indicações do quanto é inseguro. Pessoas seguras não gritam.”

Texto completo no Blog do Ronaldo.

Eu já havia lido sobre as consequências psicológicas causadas por quem tem o costume de gritar com as pessoas ao seu redor, em um dos livros do Augusto Cury, se não me falha a memória, foi no “As Regras de Ouro dos Casais Saudáveis“. E, o artigo que mencionei acima confirma o que eu já havia lido.

Ao gritar com alguém, demonstra-se imposição. Concomitantemente, diz-se que não tem controle emocional e que é intolerante. Além disso, este ato tem consequências desastrosas na psique de quem recebe o grito. Ele traumatiza e, cada vez que isso se repete, o(a) torna mais condicionada a se defender, mesmo quando não há gritos. Cria-se uma aversão.

Quem tem o costume de gritar, ou ficar bravo, acaba afastando as pessoas, pois ninguém gosta de receber bronca por qualquer coisa. A insegurança de pessoas que tem essa prática as tornam menos confiáveis também. Afinal, pessoas seguras de si não precisam gritar, pois podem conversar e expor suas ideias de forma tranquila.

Segundo Cury, o que irrita esse tipo de pessoa é o fato de querer que as pessoas ajam conforme sua própria vontade (ou de acordo com seus próprios planos), sem considerar a opinião de ninguém. Geralmente, quem grita muito, escuta pouco os demais. (E, com o tempo, acabam tendo a audição comprometida. Pois, quem não dá ouvidos aos outros, não precisa da audição. – Não é algo comprovado cientificamente, mas reparem! Está intrinsecamente ligado à Lei da Casualidade.).

Bom, por hora é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!