Deus e Homem

Post escrito originalmente em 16 de fevereiro de 2013.


Olá pessoas! 🙂 Como estão?

O assunto deste post pode causar discordâncias, afinal, pode-se dizer que é um assunto “polêmico”. Falarei sobre Deus e sua relação com o ser humano, e também, o que penso sobre Ele. Já vou adiantando, não tenho pretensão de revelar verdades, e sim o meu olhar do assunto, apenas. Aos religiosos fervorosos e interessados que, por ventura lerem este post, estão convidados a debater, só peço respeito, afinal, religião é algo pessoal e cada um tem o direito de crer no que desejar.

Deus e Homem
Imagem retirada deste blog.

Ao meu ver, Deus não está lá em cima, enquanto os homens estão aqui embaixo. Afinal, na própria Bíblia diz que o homem foi criado a imagem de Deus. Como Deus é perfeição, acredito que a essência do homem também o é.

Deus é a força criadora, a Mente idealizadora que criou todas as coisas do céu e da terra com o poder da Palavra. E, como Ele nos presenteou com o habilidade de utilizar a Palavra, também temos essa capacidade.

A relação entre Deus e homem é a mesma entre fonte luminosa e luz. Somos todos uma extensão de Deus, e somos capazes de manifestar a perfeição dEle. Assim como, herdar toda a provisão infinita. Todavia, muito podem argumentar que o homem é um pecador, pois muitos deles cometem atrocidades como roubar, matar e prejudicar o próximo.

A princípio parece verdade que esses fatos ocorram. Mas digo que essa imagem de pecador não passa de ilusão. Uma manifestação errônea da Imagem Verdadeira dessas pessoas. Na verdade, lá no fundo (na sua essência real), todas as pessoas são perfeitas e maravilhosas. Se enxergarmos isso no próximo, com certeza estaremos ajudando a manifestar essa perfeição.

Todas as coisas foram criadas por Deus, sendo Deus perfeição, tudo o que ele criou também é perfeição, afinal, não tem como uma existência perfeita errar. Deus criou o homem, portanto, ele é perfeito. Deus não criou o pecado, nem a doença e tampouco a morte, pois essas coisas não são perfeições, por isso, não existem verdadeiramente. Tanto é verdade que, Jesus Cristo trouxe pessoas de volta a vida. Ele jamais contrariaria algo criado pelo seu Pai, provando assim, que a morte não é criação de Deus.

Mas, então porque o homem morre? Muitos podem questionar. Mas nunca foi dito que o corpo material não morre, o que foi discorrido é que o homem não morre, e o homem não é o corpo, e sim sua essência. Se o ser humano fosse seu corpo material, e se este é a imagem e semelhança de Deus, então Ele também seria algo material. Sendo assim, por que não o detectamos com os nossos cinco sentidos? A resposta é: porque Ele não é uma existência material, e sim uma Essência (muitos chamam de Espírito, outros de Energia), portanto, o homem também o é, e não o seu corpo carnal (que é apenas uma “veste” do homem verdadeiro, um instrumento para poder estudar na “escola” chamada mundo material.).

O que faz manifestar no mundo material o pecado, a doença e a morte somos nós mesmos. Como disse anteriormente, Deus é a força criadora que com sua Mente idealizou e criou todas as coisas. Como somos a imagem de Deus, também temos esse poder de criação. E, assim como Ele o fez, nós também o fazemos com a nossa Mente. Nossas atitudes mentais errôneas criam doença e atraem acontecimentos desagradáveis. Nós somos o que pensamos.

Ao contrário do que muitas religiões pregam, Deus não castiga ninguém, pois Ele é Amor, apenas ama e perdoa seus filhos. Ele sabe que o pecado não existe. Os pecados cometidos são apenas ilusões criadas por mentes de pessoas que desconhecem a Verdade. Deus é Amor, é Sabedoria, é um Ser Magnânimo e Compreensivo. Não julga ninguém, apenas ama incondicionalmente. Não devemos temê-lo.

Dizer que nós somos imperfeitos e pecadores é o mesmo que duvidar da perfeição de Deus, pois foi Ele quem nos criou e disse no final de sua criação que tudo estava muito bom.

Porém, ao dizer que somos perfeitos como Deus, não significa que devemos nos sentir maiores e que podemos rebaixar os outros. Pois, assim como nós, os outros também são perfeição e, por isso, são iguais a nós. Nunca devemos nos esquecer de que Deus, apesar de grandioso, é humilde. Isso é claro nas atitudes e palavras de Jesus Cristos (recomendo a leitura da coleção “Mestre dos Mestres” de Augusto Cury, ele analisa a vida de Cristo numa perspectiva não religiosa).

Porém, muitos podem argumentar que não parecemos perfeitos, já que cometemos erros. O que pode ser verdade, mas isso ocorre exatamente por não agirmos/pensarmos em conformidade para que tudo seja perfeito. Isso é como fotografar uma flor com uma lente suja. A flor está lá, perfeita! Mas, a foto não sairá assim, por conta da sujeira da lente. Essa sujeira são as ilusões decorrentes de pensamentos e atitudes errôneas, que são contrárias à perfeição original.

A melhor forma de manifestarmos nossa Imagem Verdadeira, é compreender a nossa verdadeira essência e agir em conformidade com a vontade de Deus. A vontade de Deus é o crescimento espiritual infinito de todos. O nosso crescimento material é consequência de nossa evolução como ser humano.

Os que não agem em conformidade com a vontade de Deus, ao contrário do que muito acreditam, não são castigados por Ele. Mas deixam de receber a provisão infinita dEle, não por castigo, mas por não estar receptivo a essas provisões. Na verdade, apenas colhem o que plantaram.

A maior prova de que o pecado não existe, e que Deus é compreensivo para com os equívocos de seus filhos, é a existência de Jesus Cristo, que com suas palavras e com a cruz fez desaparecer o pecado da humanidade; assim como todos os Budas fizeram remir todos os pecados; assim como, Masaharu Taniguchi, através de seus manuscritos também fez com que o pecado voltasse ao seu nada original. Essas pessoas iluminadas vem ao mundo para nos lembrar da Verdade de que somos filhos de Deus perfeito, e que devemos agir como tal, caso contrário, não conseguiremos manifestar devidamente nossa perfeição e, consequentemente, sofreremos.

Digo isso, mas essa Verdade está escrita em vários lugares, e foi dita por diversas pessoas que marcaram a história (vide Einstein, por exemplo), só que com perspectivas diferentes. Recomendo a leitura de “O Segredo” da Rhonda Byrne, que menciona vários nomes da história da humanidade que falaram sobre esta mesma verdade, de formas diferentes.

Eu sou simpatizante da filosofia SEICHO-NO-IE. Por isso, minha visão sobre a relação entre Deus e homem é bastante semelhante à desta. O que escrevi aqui é apenas minha visão sobre Ele.

Quem quiser perguntar algo, acrescentar ou discordar, fiquem à vontade! Meu intuito é debater, conhecer novas visões e alimentar o meu acervo filosófico. Só peço respeito em relação à minha crença e às demais religiões.

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Não grite com as pessoas!

Post escrito originalmente em 08 de março de 2016.


Olá a todos! 🙂 Como estão?

Neste post, que na verdade é um repost, falarei sobre o péssimo hábito de gritar. Encontrei este artigo via o Cosmopolitan Girl, e achei interessantíssimo!

Não grite com as pessoas!
Imagem retirada deste site.

“Quando uma pessoa grita, faz isso para ser escutada. Mas isso acaba servindo de pretexto, inconsciente, para extravasar o estresse. Gritos são uma forma de violência contra o parceiro, contra os filhos, amigos, colegas… Mas é mais que isso. Quando você grita, agride as emoções do outro. Gera frustrações, ressentimentos, medo. Se for com os filhos, reduz a autoestima deles e os educa a reproduzir esse tipo de comportamento.

Quem grita, quem fala alto dá indicações do quanto é inseguro. Pessoas seguras não gritam.”

Texto completo no Blog do Ronaldo.

Eu já havia lido sobre as consequências psicológicas causadas por quem tem o costume de gritar com as pessoas ao seu redor, em um dos livros do Augusto Cury, se não me falha a memória, foi no “As Regras de Ouro dos Casais Saudáveis“. E, o artigo que mencionei acima confirma o que eu já havia lido.

Ao gritar com alguém, demonstra-se imposição. Concomitantemente, diz-se que não tem controle emocional e que é intolerante. Além disso, este ato tem consequências desastrosas na psique de quem recebe o grito. Ele traumatiza e, cada vez que isso se repete, o(a) torna mais condicionada a se defender, mesmo quando não há gritos. Cria-se uma aversão.

Quem tem o costume de gritar, ou ficar bravo, acaba afastando as pessoas, pois ninguém gosta de receber bronca por qualquer coisa. A insegurança de pessoas que tem essa prática as tornam menos confiáveis também. Afinal, pessoas seguras de si não precisam gritar, pois podem conversar e expor suas ideias de forma tranquila.

Segundo Cury, o que irrita esse tipo de pessoa é o fato de querer que as pessoas ajam conforme sua própria vontade (ou de acordo com seus próprios planos), sem considerar a opinião de ninguém. Geralmente, quem grita muito, escuta pouco os demais. (E, com o tempo, acabam tendo a audição comprometida. Pois, quem não dá ouvidos aos outros, não precisa da audição. – Não é algo comprovado cientificamente, mas reparem! Está intrinsecamente ligado à Lei da Casualidade.).

Bom, por hora é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!