Sobre a educação

Post escrito originalmente em 13 de novembro de 2015.


Olá a todos! 🙂 Tudo bem?

O assunto do post de hoje, me ocorreu após ler esta matéria da BBC Brasil:

Sobre a educação
Foto de Marcelo Hide, retirado do site da BBC Brasil.

No Japão, alunos limpam até banheiro da escola para aprender a valorizar patrimônio

“Enquanto no Brasil escolas que “obrigam” alunos a ajudar na limpeza das salas são denunciadas por pais e levantam debate sobre abuso, no Japão, atividades como varrer e passar pano no chão, lavar o banheiro e servir a merenda fazem parte da rotina escolar dos estudantes do ensino fundamental ao médio.” (Matéria de Ewerthon Tobace. BBC Brasil)

~> Veja a matéria completa aqui.

Sabemos que a educação em nosso país está decadente. E, quando falo de educação, não refiro-me apenas à escolar, mas também a boa educação, que remete ao senso de responsabilidade e respeito para com os demais cidadãos.

Nesse quesito, o Japão é um país bastante admirável, já que ensina desde a infância a importância do “se preocupar com o coletivo“. O resultado desta é a quase ausência de lixo no chão das ruas e calçadas, rios limpos, as “cacas” dos animais de estimação são recolhidas (e não são jogadas no lixo dos outros), o banheiro público é higiênico, etc..

O foco da educação por aqui são as matérias escolares, e somente isso. Obviamente isso é importantíssimo, mas existem outras faces desta que deveriam ser exploradas e lecionadas. Mesmo que digam que a educação começa em casa (o que é uma verdade), não significa que as instituições educacionais devam negligenciar isso.

Voltando ao Japão, o período de aulas é integral. Tem-se as matérias “normais” durante um período, e no outro é dedicado à atividades extracurriculares, indo desde culinária, até as mais diversas atividades de variadas áreas como artísticas, biológicas, esportivas, etc.. Ao meu ver, isso é muito positivo, pois permite as crianças experimentarem diversas atividades diferentes, facilitando uma melhor escolha de sua profissão no futuro. Sem contar o estímulo cultural que isso proporciona.

Além disso, como dito na reportagem, todas as atividades de higiene são realizadas pelos alunos. Inclusive a preparação das merendas/almoço, lavagem da louça, etc., tudo separado em grupos que se revezam. Isso dá uma noção ainda maior do todo, do trabalho em equipe, e do preocupar com o grupo (que na fase adulta implica na sociedade). Em outras palavras, ninguém vai sujar um local público, pois é de todos, se sujar, vai incomodar alguém e, é irresponsabilidade fazê-lo.

Obviamente, educação não se limita a apenas isso. As regrinhas básicas, que todo mundo conhece, mas muitos não praticam, também fazem parte. Por exemplo: “bom dia/tarde/noite“, “obrigado“, “por favor“, “com licença“, “desculpe-me“, etc..

Ensinando isso às crianças, por si só elas devem cultivar a consciência de que o próximo existe, passando a enxergar melhor que ele é um humano único, com raízes, sentimentos e pensamentos próprios e distintos, aprendendo a esforçar-se para compreendê-los melhor, ou no mínimo, respeitá-los.

Já que estamos falando de educação, quero mencionar outro artigo, também da BBC Brasil.

Sobre a educação - 5x3
Foto retirada do site da BBC Brasil.

Por que 3×5 não é igual a 5×3: uma simples conta que está dividindo a internet

“Mesmo para os adultos que ainda sofrem com tabuada, 5×3 não traz grandes dificuldades.

Então por que essa simples conta está causando uma polêmica tão acalorada na internet?

Tudo começou quando uma foto da resposta dada a essa questão em um exame de um aluno americano foi compartilhada na rede social Reddit.

Na prova, o aluno responde que 5×3 era igual a 15 seguindo o raciocínio de que a soma de 5+5+5 tem o mesmo resultado. Mesmo assim, o professor corrigiu a questão dizendo que a resposta do aluno estava errada.” (Matéria sem nome do autor. BBC Brasil)

~> Veja a matéria completa aqui.

Com esta menção, quero iniciar outro ponto em relação à educação nos dias de hoje. Mas antes, vou comentar sobre a questão apresentada, onde a grande maioria dos comentários criticam a atitude do professor (e pior, percebe-se que muitos dos carrascos são pessoas estudadas), dizendo que a resposta do menino estava correta: “5×3=5+5+5=15”.

No entanto, o professor disse estar equivocada, sendo que a resposta certa seria: “5×3=3+3+3+3+3=15”.

Eu concordo com o professor. Reparem bem na frase: “cinco vezes três“. Ela significa: “cinco vezes o número três“, ou seja, somar o 3 cinco vezes, portanto: 3+3+3+3+3.

É isso o que as escolas tem deixado de ensinar: a pensar, refletir e questionar. Os alunos não são estimulados a pensar nos assuntos das matérias que são dadas, muito menos são instigados a questionar. Apenas o professor ensina o conteúdo “mastigado“, e o aluno repete aquilo como uma verdade, não se preocupa em tentar compreender a razão de ser assim.

Muitos possuem dificuldades com problemas de matemática, pois não compreendem o que uma sentença matemática quer dizer. Apenas decoram fórmulas e as aplicam mecanicamente.

“A ordem dos fatores não alteram o produto”. De fato, tanto “3×5”, quanto “5×3” possuem o mesmo resultado “15”. No entanto, isso não implica que ambos tenham o mesmo significado. Sem pensar no resultado, dizer que somou 3 vezes o número 5, e 5 vezes o número 3 é o mesmo processo? Não! Na primeira soma, temos três parcelas, já na segunda, temos cinco, são operações diferentes que possuem o mesmo resultado. Caso ainda não aceitem isso, vamos a um exemplo prático: imaginem que alguém de renda não muito alta, comprou algo no valor de R$15.000,00. Para esta, poder parcelar em cinco vezes de R$3.000,00 tem o mesmo significado de fazê-lo em três vezes de R$5.000,00? O resultado é o mesmo, mas o processo é bem diferente, não é a mesma conta. E, na vida prática, muitos não poderiam comprar na segunda condição.

Alguns irão pensar: “mas se o resultado é o mesmo, então tanto faz”. Talvez no problema matemático da escola! Mas, vejam na prática (o exemplo que acabei de citar ilustra isso). Além disso, isso faz parte de algo chamado compreensão do que está sendo questionado. Qual o sentido de se saber fazer uma conta se não sabe o que está acontecendo?

Eu, graças à Deus, tive excelentes professores de exatas, durante meu colégio. Eles sempre ensinavam o porque das coisas. Por exemplo, na física, ciência que possui milhares de fórmulas, a grande maioria decora todas elas para a prova. Mas, qual o sentido disso?

Lembro-me de um teste, na qual havia uma questão que precisava de certa fórmula, no entanto, eu a havia me esquecido desta. Porém, como eu entendia de onde vinha aquilo tudo, consegui deduzir a solução por conta própria, usando os dados mencionados e resolvi corretamente o problema. Se eu tivesse apenas decorado, estaria encrencado…

Estou martelando em exatas, mas isso vale para todas as disciplinas! No caso de humanas, ao invés de decorar os fatos, entenda-os! Em biológica, tudo possui uma lógica, e tudo está ligado! A chave é tentar compreender esta.

As crianças de hoje escutam o professor e repetem a informação passada, raramente questionam o motivo de ser assim, ou palpitam a razão de não ser assado. Uma boa aula é aquela onde tanto o aluno, quanto o professor aprendem algo, conhecem uma perspectiva diferente do assunto estudado. Afinal, dizem que na ciência, nenhuma verdade é absoluta.

Não me esqueço da minha conversa com meu professor Caione, sobre o conceito de tempo, espaço e eternidade. Ele me explicou sob a ótica da física, mas também, me deu a sua visão pessoal do assunto, meu acervo cultural cresceu muito só de aprender um novo ponto de vista disso tudo. E, espero eu, que meu olhar do assunto também tenha tido o mesmo efeito nele.

O Dr. Augusto Cury sempre comenta em suas obras que os alunos não estão aprendendo a pensar, a argumentar e a questionar. Além disso, segundo o mesmo, não estamos ensinando as crianças a reeditar as frustrações e traumas, e nem a lhe dar com derrotas e fracassos, pelo contrário, apenas cobra-se que elas se esforcem para serem as melhores.

Criança, hoje, além da escola normal, aprende diversos idiomas e fazem cursos extras, muitas vezes contra a vontade. Isso estressa a pobrezinha. Tudo isso é importante, mas a criança precisa brincar, para desenvolver sua criatividade, curiosidade, a espontaneidade, formar sonhos, descobrir a si mesmo para poder voar na direção do sucesso, pelo caminho que desejar.

Por isso, sou tão pró ao método japonês. Com mencionei antes, existem atividades além das aulas normais, mas ninguém é obrigado a nada. Apenas recomenda-se que se escolha algum “clube”. Pode-se escolher entre o clube de culinária, ou o clube de jornalismo, clube de rádio, cinema, desenho, biologia, artes, futebol, tênis, etc.

Em nosso país, o ensino atual prepara a pessoa para o mercado de trabalho, com inúmeros conceitos, fórmulas, informações e estudos. Às vezes, oferecem um pouco de prática. No entanto, estão esquecendo-se de aprontar os mesmos para a vida, para o bom convívio, e para serem humanos.

Treina-se o intelectual, mas abandona-se o emocional. O resultado disso, vemos em nosso dia a dia. Pessoas estressadas e irritadas, que nunca olham ao seu redor, não reparam em coisas maravilhosas e importantes como nas flores, no céu bonito, no arco-íris, nos amigos, no amor da sua vida; esquecem-se que o próximo tem sentimentos e vontades próprias, e que estas provém de uma criação diferente e uma formação de pensamentos e sentimentos que são de origens distintas de cada uma, acarretando na dificuldade de compreensão do próximo (quando há esta disposição); pessoas que querem impor seu modo de pensar/resolver as coisas, sem dar ouvidos a outras opiniões; o egoísmo/egocentrismo não intencional, ou seja, elas são assim sem perceber; dificuldade de reagir a uma crítica, uma derrota, um fracasso; a relutância em perdoar e se colocar no lugar do próximo; entre muitas outras coisas.

O assunto sobre educação é amplo, por isso, vou parar por aqui. Gostaria muito que todos refletissem no verdadeiro sentido da educação e do aprender, que se lembrassem da importância do questionar, e do ser curioso.

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

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Deus e Homem

Post escrito originalmente em 16 de fevereiro de 2013.


Olá pessoas! 🙂 Como estão?

O assunto deste post pode causar discordâncias, afinal, pode-se dizer que é um assunto “polêmico”. Falarei sobre Deus e sua relação com o ser humano, e também, o que penso sobre Ele. Já vou adiantando, não tenho pretensão de revelar verdades, e sim o meu olhar do assunto, apenas. Aos religiosos fervorosos e interessados que, por ventura lerem este post, estão convidados a debater, só peço respeito, afinal, religião é algo pessoal e cada um tem o direito de crer no que desejar.

Deus e Homem
Imagem retirada deste blog.

Ao meu ver, Deus não está lá em cima, enquanto os homens estão aqui embaixo. Afinal, na própria Bíblia diz que o homem foi criado a imagem de Deus. Como Deus é perfeição, acredito que a essência do homem também o é.

Deus é a força criadora, a Mente idealizadora que criou todas as coisas do céu e da terra com o poder da Palavra. E, como Ele nos presenteou com o habilidade de utilizar a Palavra, também temos essa capacidade.

A relação entre Deus e homem é a mesma entre fonte luminosa e luz. Somos todos uma extensão de Deus, e somos capazes de manifestar a perfeição dEle. Assim como, herdar toda a provisão infinita. Todavia, muito podem argumentar que o homem é um pecador, pois muitos deles cometem atrocidades como roubar, matar e prejudicar o próximo.

A princípio parece verdade que esses fatos ocorram. Mas digo que essa imagem de pecador não passa de ilusão. Uma manifestação errônea da Imagem Verdadeira dessas pessoas. Na verdade, lá no fundo (na sua essência real), todas as pessoas são perfeitas e maravilhosas. Se enxergarmos isso no próximo, com certeza estaremos ajudando a manifestar essa perfeição.

Todas as coisas foram criadas por Deus, sendo Deus perfeição, tudo o que ele criou também é perfeição, afinal, não tem como uma existência perfeita errar. Deus criou o homem, portanto, ele é perfeito. Deus não criou o pecado, nem a doença e tampouco a morte, pois essas coisas não são perfeições, por isso, não existem verdadeiramente. Tanto é verdade que, Jesus Cristo trouxe pessoas de volta a vida. Ele jamais contrariaria algo criado pelo seu Pai, provando assim, que a morte não é criação de Deus.

Mas, então porque o homem morre? Muitos podem questionar. Mas nunca foi dito que o corpo material não morre, o que foi discorrido é que o homem não morre, e o homem não é o corpo, e sim sua essência. Se o ser humano fosse seu corpo material, e se este é a imagem e semelhança de Deus, então Ele também seria algo material. Sendo assim, por que não o detectamos com os nossos cinco sentidos? A resposta é: porque Ele não é uma existência material, e sim uma Essência (muitos chamam de Espírito, outros de Energia), portanto, o homem também o é, e não o seu corpo carnal (que é apenas uma “veste” do homem verdadeiro, um instrumento para poder estudar na “escola” chamada mundo material.).

O que faz manifestar no mundo material o pecado, a doença e a morte somos nós mesmos. Como disse anteriormente, Deus é a força criadora que com sua Mente idealizou e criou todas as coisas. Como somos a imagem de Deus, também temos esse poder de criação. E, assim como Ele o fez, nós também o fazemos com a nossa Mente. Nossas atitudes mentais errôneas criam doença e atraem acontecimentos desagradáveis. Nós somos o que pensamos.

Ao contrário do que muitas religiões pregam, Deus não castiga ninguém, pois Ele é Amor, apenas ama e perdoa seus filhos. Ele sabe que o pecado não existe. Os pecados cometidos são apenas ilusões criadas por mentes de pessoas que desconhecem a Verdade. Deus é Amor, é Sabedoria, é um Ser Magnânimo e Compreensivo. Não julga ninguém, apenas ama incondicionalmente. Não devemos temê-lo.

Dizer que nós somos imperfeitos e pecadores é o mesmo que duvidar da perfeição de Deus, pois foi Ele quem nos criou e disse no final de sua criação que tudo estava muito bom.

Porém, ao dizer que somos perfeitos como Deus, não significa que devemos nos sentir maiores e que podemos rebaixar os outros. Pois, assim como nós, os outros também são perfeição e, por isso, são iguais a nós. Nunca devemos nos esquecer de que Deus, apesar de grandioso, é humilde. Isso é claro nas atitudes e palavras de Jesus Cristos (recomendo a leitura da coleção “Mestre dos Mestres” de Augusto Cury, ele analisa a vida de Cristo numa perspectiva não religiosa).

Porém, muitos podem argumentar que não parecemos perfeitos, já que cometemos erros. O que pode ser verdade, mas isso ocorre exatamente por não agirmos/pensarmos em conformidade para que tudo seja perfeito. Isso é como fotografar uma flor com uma lente suja. A flor está lá, perfeita! Mas, a foto não sairá assim, por conta da sujeira da lente. Essa sujeira são as ilusões decorrentes de pensamentos e atitudes errôneas, que são contrárias à perfeição original.

A melhor forma de manifestarmos nossa Imagem Verdadeira, é compreender a nossa verdadeira essência e agir em conformidade com a vontade de Deus. A vontade de Deus é o crescimento espiritual infinito de todos. O nosso crescimento material é consequência de nossa evolução como ser humano.

Os que não agem em conformidade com a vontade de Deus, ao contrário do que muito acreditam, não são castigados por Ele. Mas deixam de receber a provisão infinita dEle, não por castigo, mas por não estar receptivo a essas provisões. Na verdade, apenas colhem o que plantaram.

A maior prova de que o pecado não existe, e que Deus é compreensivo para com os equívocos de seus filhos, é a existência de Jesus Cristo, que com suas palavras e com a cruz fez desaparecer o pecado da humanidade; assim como todos os Budas fizeram remir todos os pecados; assim como, Masaharu Taniguchi, através de seus manuscritos também fez com que o pecado voltasse ao seu nada original. Essas pessoas iluminadas vem ao mundo para nos lembrar da Verdade de que somos filhos de Deus perfeito, e que devemos agir como tal, caso contrário, não conseguiremos manifestar devidamente nossa perfeição e, consequentemente, sofreremos.

Digo isso, mas essa Verdade está escrita em vários lugares, e foi dita por diversas pessoas que marcaram a história (vide Einstein, por exemplo), só que com perspectivas diferentes. Recomendo a leitura de “O Segredo” da Rhonda Byrne, que menciona vários nomes da história da humanidade que falaram sobre esta mesma verdade, de formas diferentes.

Eu sou simpatizante da filosofia SEICHO-NO-IE. Por isso, minha visão sobre a relação entre Deus e homem é bastante semelhante à desta. O que escrevi aqui é apenas minha visão sobre Ele.

Quem quiser perguntar algo, acrescentar ou discordar, fiquem à vontade! Meu intuito é debater, conhecer novas visões e alimentar o meu acervo filosófico. Só peço respeito em relação à minha crença e às demais religiões.

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Não grite com as pessoas!

Post escrito originalmente em 08 de março de 2016.


Olá a todos! 🙂 Como estão?

Neste post, que na verdade é um repost, falarei sobre o péssimo hábito de gritar. Encontrei este artigo via o Cosmopolitan Girl, e achei interessantíssimo!

Não grite com as pessoas!
Imagem retirada deste site.

“Quando uma pessoa grita, faz isso para ser escutada. Mas isso acaba servindo de pretexto, inconsciente, para extravasar o estresse. Gritos são uma forma de violência contra o parceiro, contra os filhos, amigos, colegas… Mas é mais que isso. Quando você grita, agride as emoções do outro. Gera frustrações, ressentimentos, medo. Se for com os filhos, reduz a autoestima deles e os educa a reproduzir esse tipo de comportamento.

Quem grita, quem fala alto dá indicações do quanto é inseguro. Pessoas seguras não gritam.”

Texto completo no Blog do Ronaldo.

Eu já havia lido sobre as consequências psicológicas causadas por quem tem o costume de gritar com as pessoas ao seu redor, em um dos livros do Augusto Cury, se não me falha a memória, foi no “As Regras de Ouro dos Casais Saudáveis“. E, o artigo que mencionei acima confirma o que eu já havia lido.

Ao gritar com alguém, demonstra-se imposição. Concomitantemente, diz-se que não tem controle emocional e que é intolerante. Além disso, este ato tem consequências desastrosas na psique de quem recebe o grito. Ele traumatiza e, cada vez que isso se repete, o(a) torna mais condicionada a se defender, mesmo quando não há gritos. Cria-se uma aversão.

Quem tem o costume de gritar, ou ficar bravo, acaba afastando as pessoas, pois ninguém gosta de receber bronca por qualquer coisa. A insegurança de pessoas que tem essa prática as tornam menos confiáveis também. Afinal, pessoas seguras de si não precisam gritar, pois podem conversar e expor suas ideias de forma tranquila.

Segundo Cury, o que irrita esse tipo de pessoa é o fato de querer que as pessoas ajam conforme sua própria vontade (ou de acordo com seus próprios planos), sem considerar a opinião de ninguém. Geralmente, quem grita muito, escuta pouco os demais. (E, com o tempo, acabam tendo a audição comprometida. Pois, quem não dá ouvidos aos outros, não precisa da audição. – Não é algo comprovado cientificamente, mas reparem! Está intrinsecamente ligado à Lei da Casualidade.).

Bom, por hora é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!