Algumas coisas que as pessoas deveriam aprender…

Post escrito originalmente em 4 de maio de 2012.


Olá para todos! 🙂 Como vão?

Hoje vou transcrever um e-mail que recebi da Yuki~chan faz um tempo já!

Espero que gostem, no final, farei minhas considerações e reflexões sobre o assunto!

Algumas coisas que as pessoas deveriam aprender...
Imagem retirada deste blog.

Algumas coisas que as pessoas deveriam aprender…

“Dedique-se no trabalho. Mas lembre-se de zelar pela sua saúde, pois você pode ser o melhor no que faz, mas em uma empresa você é somente mais um número. Acredite, se ficar doente e apresentar prejuízo, a empresa não pensará duas vezes em substituí-lo.

Esforce-se nos estudos. Mas lembre-se de descansar. O divertimento é fundamental até nos estudos, pois descansa e renova a mente.

Dê sempre o melhor de si mesmo em tudo. Mas lembre-se, dar o melhor de si, não é levá-lo até o limite de sua própria existência, proporcionando um estresse no corpo e na alma. Dar o melhor de si é vencer desafios sem matar-se.

Faça um exame semanal de autoconsciência: busque ver o que poderia ter feito melhor ou o que errou, aonde poderia ter dado pausas… como está o seu relacionamento com as pessoas que ama…você as fez feliz esta semana? Ou mal teve tempo de perguntar-lhes como foi seu dia? Reparou que sua mãe cortou o cabelo? Que seu pai precisa de ajuda para arrumar o chuveiro? E a pessoa amada? O que fez por ela esta semana? Lembre-se, conquistar alguém não é algo que se deve ser feito somente no começo… mas sim, todos os dias. Quem ama cuida. Se você não cuidar, acredite, outra pessoa o fará em seu lugar. Quem não gosta de um mimo? De receber uma ligação e ouvir que a pessoa só ligou porque queria escutar sua voz, desejar-lhe um bom dia e dizer que te ama?

Busque ser humilde. Reconheça quando errar e desculpe-se. Você não será insignificante por fazer isto. Pelo contrário, irá se tornar ainda maior.

Tenha somente o nível necessário de exigência. Aquele que se cobra muito é um carrasco com os outros.

Use seus olhos para ver outra coisa que não seja a tela do computador. Pare. Respire. Olhe para cima. Esqueceu de como o céu é lindo? Ou esqueceu que ele existe?

Lembre-se…valorize as coisas certas. Você pode ter todo o dinheiro do mundo e não ser feliz. Você pode ser o melhor no trabalho e nos estudos e não ser feliz. Você pode ser o dono da empresa mais poderosa do mundo e não ser feliz. E ainda mais… você pode perder tudo isto e conseguir novamente.

E você? Você pode perder sua saúde? Sua vida e recuperá-la novamente? Quanta noites de sono você já perdeu por causa de preocupações com o emprego? Quantos finais de semana passou viajando a trabalho ou estudando? Quantas vezes perdeu uma deliciosa refeição por estresse? Quantas vezes deixou de aproveitar um banho quentinho por pressa?

Pare! Respire! Aproveite a paisagem a sua volta!

Aproveite a si mesmo! Durma como se fizesse noites que não dorme. Tome aquele banho! Aproveite e livre-se das preocupações e do estresse! Coma aquela comida que mais gosta sem pressa, apreciando cada tempero em sua boca!

E quanto as pessoas que ama? Você pode perdê-las e recuperá-las novamente? Ainda ninguém conseguiu inventar algo que nos faça viver para sempre.

Vivemos acreditando que as pessoas que amamos sempre estarão presentes. Que sempre podem esperar. Mas não é verdade. Elas também têm suas vidas. Seus sonhos. E como todo ser humano, morrem, um dia.

As pessoas que amamos são tomadas muito rapidamente de nossas vidas. E ás vezes, quando nos damos conta, elas já se foram e nem pudemos dizer-lhes o quanto as amamos. Neste momento, paramos e pensamos em tudo que podíamos ter feito ou falado, mas já é tarde.

Por isto, nunca deixe para fazer depois, o que você pode fazer hoje por aqueles que você ama.

Encaminho este e-mail à você com a esperança de ele transforme sua vida! Assim como transformou a minha!

Autor Desconhecido

Não se esqueça: Quando alguém quer algo, dá um jeito. Quando não quer, dá uma desculpa.”.”

O texto foi escrito maravilhosamente bem, e possui toda a razão, ao meu ver.

Lembro-me na época do meu TCC na faculdade, quando praticamente “deixamos de viver”. Está certo que o tempo era curto, mas às vezes penso que se nós relaxássemos um pouco durante o percurso, talvez nosso rendimento tivesse sido maior.

Por estresse, ou por preocupação com diversas coisas do dia a dia, acabamos nos esquecendo de coisas simples da vida, mas que nos são essenciais!

Estudar e trabalhar são coisas importantíssimas, sem dúvida! Mas, não devemos nos esquecer que somos seres humanos, e não máquinas! Temos sentimentos e não devemos nos esquecer deles! Precisamos das pessoas que amamos, assim como elas precisam da gente! Como o e-mail diz, se não cuidar, outra pessoa o fará (não estou falando de traição, ok? Já que isso tem mais a ver com o caráter de cada um.)! Precisamos relaxar, distrair e divertir! Sem isso, nossa concentração cai e, consequentemente nosso rendimento nos estudos/trabalho também!

Vou até um pouco além! Alguma vez na vida, já agradeceram à água por mitigar a sua sede? Ou por lavar seu corpo? E o alimento que come? Já agradeceu a ele pelos nutrientes que te mantém vivo e saudável? Essas coisas simples do cotidiano, tão “banal” pra muitos, mas que outros tantos apenas sonham em ter! Não deveríamos valorizar mais tudo isso, ao invés de reclamar do que nos falta?

Obviamente, não só às coisas, mas também às pessoas, como diz no e-mail, devemos dizer à elas o quanto nos são importantes, transmitir os nossos sentimentos! Já falaram”te amo” para seus pais hoje? Para sua namorada(o), marido ou esposa? Já falaram para seu amigo(a) que ele(a) é querido(a) pra você! Já agradeceu a companhia dele(a)?

Sei que poucas pessoas fazem isso! Mas acho que deveria ser o “normal“! Ser grato pelas coisas que temos e demonstrar isso!

Se deixarmos para fazer isso amanhã (futuro), talvez não tenhamos mais esta oportunidade! Talvez a vida termine, ou talvez, por algum motivo, essa pessoa se afaste! Ou talvez ela mude seu jeito, afinal, estamos mudando constantemente! Eu mesmo, conheci pessoas que hoje já não conheço mais!

Se errou, peça perdão o quanto antes! Se alguém errou, perdoe! Não tenha um coração tão estreito! Se estão pedindo perdão, é porque essa pessoa se importa!

“Existem ocasiões em que podemos nos despedir daqueles que nos importam sem ter a chance de pedir desculpas pelos erros que cometemos.”
(Takaya Natsuki – Fruits Basket – Vol. 21)

Acredito que é assim que poderemos viver sem arrependimentos!

Minha vida mesmo, talvez não seja tão longa, quem sabe? Por isso já deixei “plantado” a sementinha de meu maior desejo (aqui)! Tipo um legado que deixo neste mundo, embora para muitos, possa parecer algo banal e desinteressante.

E é por isso que jamais esqueço de agradecer às pessoas que me importo! Sempre lembro, homenageio e agradeço (não à todos… mas ao máximo possível). Muitos estranham, sei disso! Mas sou assim! Carregarei todas as lembranças dessas pessoas comigo! Cada sorriso, cada momento, cada aprendizado! São partes de mim! E mesmo que ninguém se importe, mesmo que todos se esqueçam, tenho a fé de que um dia, alguém vai herdar esses meus pensamentos e sentimentos, e será um caçador de sonhos melhor do que eu!

Bom, prolonguei de mais o assunto! (Será que alguém vai ler tudo isso? Tenho minhas dúvidas! Huaehauea…). Mas, se alguém ler, muito obrigado!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Você tem experiência?

Post escrito originalmente em 02 de março de 2013.


Olá para todos! 🙂 Como estão?

Faz um tempo que não posto nada, né? Hoje achei um texto que recebi por e-mail da Bru, faz tempo, mas é muito bom! Espero que gostem!

Você tem experiência?
Imagem retirada deste site.

Você tem experiência?

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: Você tem experiência? A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia e, acima de tudo, por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro. Já me cortei fazendo a barba apressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrela. Já subi em árvore pra roubar fruta. Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro da escola. Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando. Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontade de voltar. Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios. Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro. Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei de felicidade. Já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: “Qual sua experiência?”. Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência… experiência… Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo momento, tudo se renova…?

Isso nos faz lembrar o quanto estamos presos à eficiência e praticidade no nosso dia a dia. Assim, acabamos nos esquecendo das coisas mais importantes e belas da vida.

Não só as empresas mas a grande maioria das pessoas esquecem-se de olhar a beleza da alma das pessoas com quem convivem. Olham sua aparência, seu currículo, seus diplomas, seus feitos anteriores, o que você tem… Mas não olham quem você é realmente! Seus sentimentos, sua personalidade, seu passado, suas dores e alegrias, pois tudo isso faz parte de uma pessoa, e não somente o exterior e as conquistas, como já mencionei.

Muitas vezes, por termos demasiado conhecimento e experiência, não conseguimos enxergar saídas simples que, talvez, um leigo ou ignorante no assunto possa perceber facilmente.

Não sei se esse caso acima é verdadeiro, mas se for, acredito que a Volkswagen ganhou muito ao contratar um funcionário sonhador como este que escreveu esta maravilhosa resposta, isso independentemente se ele tinha faculdade ou não, se tinha um ou dez diplomas, se já havia trabalhado na área ou não…

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Experimento Socialista

Olá pessoas! 🙂 Como estão?

Não gosto de postar sobre política aqui em meu blog, pois acredito que seja algo muito pessoal e, quase sempre, gera discórdia em discussões. Todavia, encontrei um texto bem interessante (nos comentários desta notícia, feito por Brisa Rivera) sobre um suposto experimento socialista realizado pelo professor de Economia, Adrian Rogers, da Universidade Texas Tech, e resolvi abrir uma exceção! Confiram:

Experimento Socialista
Imagem retirada deste site.

“Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.

Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e ‘justo’.

O professor então disse, ‘Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.’ Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um ‘A’…

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam ‘B’. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi ‘D’. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um ‘F’. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano… Para sua total surpresa.

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.

Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado. ‘Quando a recompensa é grande’, ele disse, ‘o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.’

‘É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.’. (Adrian Rogers – pastor tele-evangelista americano)

Sim, o autor do texto é o próprio “professor”, e ele não é professor, e sim pastor evangelista. Não pesquisei a fundo sobre isso, mas este site, e muitos outros, apontam isso. E, o fato do experimento não ter sido realizado de verdade, já se tornou argumento para invalidar todo o conteúdo do texto.

Todavia, o que gostaria de destacar, é exatamente esse conteúdo, independente de ter acontecido de fato, ou não, acho interessante refletir se os acontecimentos se desenrolariam como descritos no texto, ou não. Isso pode ser considerado um exercício intelectual.

Falarei de modo pessoal, ok? Portanto, que fique claro que é apenas minha opinião, posso estar equivocado, e todos possuem o direito de discordar (desde que com respeito).

Se eu fosse parte do grupo de alunos estudiosos, certamente não gostaria desse sistema. Sentiria-me desmotivado, e continuaria estudando para mim mesmo (já que estou numa faculdade, gostaria de aprender, certo?), por outro lado, não me apressaria em aprender toda a matéria que cairá na prova, pois… tanto faz! (E, não tenho certeza se todos os estudiosos agiriam assim).

Por outro lado, se eu estivesse no grupo de alunos preguiçosos, eu ficaria muito feliz, e relaxaria ainda mais, afinal, os outros mais esforçados sustentariam a minha nota (lei do menor esforço, certo?) – e, considerando que estou nesse grupo, significa que não tenho vontade de aprender. Pergunto-me se isso é realmente justo…. Na verdade, algo parecido já acontece nas escolas e faculdade! Quem nunca teve aquele colega folgado, que entra no grupo, mas não faz nada? Ou aquele que esqueceu-se de fazê-lo (ou não fez por outro motivo mais justo, não cabe a esse caso hipotético julgar isso), e pede de última hora, para colocar o nome dele no nosso trabalho? A diferença, é que nesse caso, temos a opção de recusar, o que não ocorre no experimento.

Agora, imaginemos que nessa classe, exista uma pessoa super altruísta, que decide se esforçar pelo bem da classe! Sabemos que esse tipo de gente é raríssimo, mas suponhamos que existe meia dúzia de alunos assim, será que o esforço deles seria recompensado? Com apenas seis notas boas, conseguiriam atingir uma boa média? (Considerando uma classe grande).

Não importa o quanto eu pense, a única forma disso funcionar, é se houver cooperação da maioria da classe. Se os alunos se unissem e decidissem esforçar ao máximo, aí poderíamos ter uma nota boa, e todos sairiam ganhando! Creio eu, que é o que acontecia no modo de produção comunista primitivo, que era adotado por muitas tribos indígenas. A grande maioria cooperava, trabalhando e fazendo a sua parte, e todos gozavam do resultado. Ao meu entender, talvez seja o modo mais correto de se organizar uma sociedade, todavia, é preciso grande senso de responsabilidade e compromisso para com a comunidade. Será que seria viável nos dias de hoje? Onde predomina-se o individualismo e egocentrismo? No caso de nosso país, é difícil de se manter limpo uma simples calçada (um bem comum da sociedade), imaginem fazer com que toda (ou a maior parte dela) da população faça a sua parte?

Outro ponto que esse texto discorre, é a questão do mérito. Na classe, quem se dedica mais aos estudos merece a maior nota, e creio eu, ninguém contesta isso. Passando isso para a sociedade, nem sempre isso pode ser considerado verdade, já que há os que nascem em berço de ouro, mas essa fortuna foi ajuntada por alguém, seja pai, avô, bisavô, ou quem seja… se foi um dinheiro ganhado de forma honesta, acho injusto quererem pegá-lo e dividi-lo para todo o povo, a menos que seja vontade de quem se esforçou e enriqueceu a família.

Por outro lado, acho muito injusto pessoas que dão duro, receberem tão pouco salário. Por que o salário de um trabalhador braçal é tão inferior ao de um gerente? Um despende de grande energia física, enquanto o outro, pode ter mais estresse mental. Ambos são igualmente importante, certo? Os salários não deveriam ser parecidos? Talvez, quem teve mais estudo possa ganhar um pouco a mais, mas independentemente do cargo em que atua. Se assim fosse, todos não teriam condições de ter um padrão de vida semelhante? E, por conseguinte, não teriam mais poder de compra, dando mais dinheiro para as empresas (girando a economia)? Que por sua vez, poderia pagar melhor seus funcionários, sem diminuir seus lucros?

Nunca fui bom na matéria Economia, mas é apenas um pensamento que eu tenho, sobre uma condição ideal. Esse aspecto não pode ser transposto no experimento hipotético, de forma muito efetiva. Seria algo parecido com um aluno de classe social mais afortunada receber mais notas do que outro, de classe menor, embora ambos se esforcem de forma semelhante.

Aí pode-se contestar, dizendo que nem todos tem condições de terem estudos, para receber um salário um pouco melhor. Todavia, isso nada tem a ver com a má distribuição de renda, e sim com a má qualidade de ensino nas escolas públicas. Afinal, pagamos impostos para que tenhamos boa educação (e saúde).

Outros podem contestar dizendo que os ricos existem porque tiraram dos pobres. Talvez existam pessoas assim, que agiram de forma desonesta, mas no geral, eu discordo, existem várias histórias de empresários e até de famosos que começaram do nada, se esforçaram, se dedicaram no caminho que escolheram, e hoje são bem sucedidos. Não se pode generalizar. E seria injusto querer tomar-lhes o que eles conseguiram juntar com tanto esforço e entregar a um outro alguém, que nada tem a ver com estes. Isso é o mesmo que culpar/responsabilizar os outros pela própria falta de atitude.

Viram? Tudo o que se pode discorrer à partir de um texto com uma suposta história falsa? Não importa se ocorreu realmente, ou não. O importante é tentar pegar o seu conteúdo como objeto de reflexão e questionamento, não de sua veracidade, mas dos tópicos abordados. Não existem filmes e livros fictícios que nos fazem pensar? O mesmo pode ser feito com este experimento hipotético.

Deixando claro, mais uma vez, que é apenas um ponto de vista. Se está certo, ou não, cada um deve refletir e concluir por si mesmo!

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!