O Multiverso, e a inexistência do Tempo

Olá queridos e queridas! 🙂 Como andam?

Andei meio ausente da internet, e o tempo que ficava no laptop estava usando para recolocar as imagens de meu blog, já que por conta de um problema de configuração, perdi todas elas! 😦 Apesar de ainda não ter terminado, resolvi postar alguma coisa aqui só para atualizar!

Além disso, tive um pequeno problema de saúde essa semana, ficando de cama. Assim sendo, tive tempo para planejar artigos novos, que estou postando tudo hoje, já que, acabou meu luto pelo Flower….

O assunto de hoje parece coisa de quadrinhos! Mas, que é algo real, e que tem sido “lembrado” aos poucos pelos que estão nesse caminho do “despertar“. Tratarei sobre o Multiverso, e suas implicações em outros conceitos, como a reencarnação, o karma, etc., mas, mais especificamente, sobre o tempo.

O Multiverso!
O Multiverso! – Imagem retirada deste site.

Primeiramente, vamos defini-lo. O Multiverso nada mais é que o conjunto de universos que formam a realidade. Quando digo universos, estou falando de realidades paralelas, que são versões alternativas da nossa.

Esse assunto é considerado pela ciência, embora não se tenha nenhuma evidência concreta para torná-la um fato científico. Todavia, é possível vivenciá-la através da espiritualidade.

Então, como funciona isso? Vou deixar aqui o meu olhar sobre o assunto, que está em minha mente desde minha infância.

Para explicar, acho mais fácil utilizar de uma situação hipotética. Imaginem que estou com um dado na mão. A partir deste pequeno evento, já existem infinitas ramificações, onde cada uma é uma realidade já existente. Em uma delas, eu joguei o dado e o resultado foi o número 1. Em outra, foi o 2. E tem mais uma em que saiu 3… enfim, em cada realidade deu um resultado diferente.

Aí alguém pode indagar: “Então, não são infinitas possibilidades, são só seis!”. Só que não! Existe uma em que eu não joguei o dado. Em outra, eu guardei ele no bolso. Em outra ainda, joguei ele numa gaveta, e dentro dessa gaveta vai cair em um dos seis números, certo? Então, mais seis realidades. Fora outras variantes, como a forma de jogar o dado, o clima lá fora, o meu humor no momento, etc.

Resumindo, todas as possibilidades de realidades existem, e são parte de universos paralelos.

E, não é algo que estou dizendo por acreditar. Eu vivenciei isso em sonho e/ou meditação. Fui para uma realidade em que já estou casado (não revelarei nomes! Hahaha). E, lá tenho uma vida em que alguns aspectos são similares com minha vida “daqui”, e outros, são totalmente diferentes.

Certamente alguém irá questionar: “Mas isso não pode ser só um sonho?”. Para começar, sonhos só por sonho não existe. Mas, isso é outro assunto, na qual não irei discorrer aqui, pois, isso vai longe! Além disso, é diferente de um sonho “normal”. Enquanto vivenciei esse sonho, eu tinha lembranças de coisas que aconteceram lá! Conhecimentos que eu só tenho lá! Fora a sensação indescritível, e a espontaneidade com que eu vi as coisas “lá”.

E, só para constar, isso já aconteceu algumas vezes. Muitas delas, em meditação, ouvindo músicas para ajudar na projeção astral. Mas, enfim, acreditar ou não, vai de cada um! Só eu sei o que vivenciei.

Prosseguindo, esclarecido o conceito do multiverso, vamos jogar uma bomba atômica nesse assunto e bugar a mente de todo mundo! Falando na lata, o tempo não existe!

Tempo não existe!
Tempo não existe! – Imagem retirada deste site.

“Mas como o tempo não existe? Não tem o ontem, hoje e amanhã?”, muitos devem estar indignados perguntando algo assim. E, eu respondo que NÃO! Passado, presente e futuro já aconteceram. Nossa mente que organiza isso de forma linear, mas, tudo já ocorreu num único estalo. Na verdade, essa ilusão de tempo é uma dádiva para vivenciarmos a nossa vida, aqui na terceira densidade (que a maioria conhece como terceira dimensão).

Alguns devem estar se perguntando: “E o livre arbítrio? Então não tenho escolha? Já está tudo definido?”. Então, lembra do multiverso? É através dele que escolhemos o que queremos vivenciar. Enxergando do ponto de vista dentro da linha temporal (que é ilusão), todos os futuros já existem, e a gente escolhe qual queremos experimentar. E, nós escolhemos através de nossa vibração, que é definida pelo que sentimos, pensamos e agimos. É aqui que entra a famosa Lei da Atração. Nós caminhamos rumo ao futuro que reverbera com o que estamos vibrando.

Sendo assim, estamos mudando de mundo a cada instante, conforme nossa vibração. A gente não costuma perceber, pois, são mundos quase idênticos, com diferenças mínimas. Vamos a um exemplo?

Imaginem três pessoas: A, B e C. A e B são conhecidos de longa data, e C é uma pessoa que ambos conheceram recentemente. Certo dia, A comenta com B o quão gentil e bondoso é o C. Já o B fala que não, que achou C uma pessoa falsa e calculista, sendo as atitudes bondosas dele uma encenação. Ambos falam da mesma pessoa, mas, qual dos dois está certo? A resposta é: os dois.

O A deve ser uma pessoa mais otimista, vibrando mais alto, ele enxerga uma versão mais elevada de C. Já B é uma pessoa  mais pessimista e desconfiada, vibrando mais baixo, enxergando a versão mais densa do mesmo C. E, isso nada interfere em C, que apenas enxerga as versões de A e B que mais se aproximam com sua vibração, tendo sua própria vivência.

Então, imaginem que com as palavras de B, A passe a desconfiar de C, baixando sua vibração. Nesse momento, ele já estará em um mundo paralelo onde C é exatamente como B descreveu. Lembrando que o A que continua enxergando C com bons olhos ainda existe, e continua vivenciando naquela vibração (sim, somos seres multidimensionais).

Agora imaginem que B se torne espiritualista, e fique mais otimista, buscando enxergar o melhor de tudo e todos. Então, quando ele se encontrar com C novamente, ele verá o mesmo C que o A enxergou desde o início, pois, devido a sua mudança vibracional, ele “migrou” para um mundo paralelo em que C é como A descreveu.

Essa é uma situação hipotética, mas, podemos indagar: “Se for assim, porque A não está conversando com uma versão mais elevada de B?”. Nesse caso, A deve ter algo em sua personalidade, ou forma de pensar/sentir que está em ressonância com B, talvez em outros aspectos. Nós não atraímos pessoas que são 100% iguais a nós, certo? Aliás, é bem improvável encontrarmos alguém assim. Porém, todas as pessoas ao nosso redor, tem algum fator que reverbera conosco, quer percebamos ou não.

Com isso, derrubamos o conceito de reencarnação. Concordam que se o tempo não existe, a reencarnação perde totalmente o sentido? Afinal, reencarnar (encarnar novamente) remete tempo. Uma encarnação vem antes ou depois da outra. Porém, tudo aconteceu no mesmo instante, então, não faz mais sentido esse conceito. O que existe são encarnações concomitantes.

Aí surge a questão: “Mas, e as regressões? É tudo mentira?”. Não, nas regressões, apenas acessamos uma vida de outra pessoa, que somos nós mesmos. Para entender isso, precisamos discorrer sobre as mônadas! E, eu não tenho propriedades para discorrer sobre isso com maestria (embora eu compreenda para mim.). Por isso, indico um vídeo da Danna, onde ela fala sobre isso:

Lembrando que cada encarnação nossa (todas as encarnações da mesma mônada) possuem suas versões paralelas também. Então, temos realidades paralelas e encarnações paralelas. São coisas diferentes, cuidado para não confundir.

Entendendo isso, vem outra questão: “E o karma? Se não existe reencarnação, como fica a questão do karma?”. Ele, na verdade, é apenas o retorno de algo que nós mesmos criamos. Penso que uma encarnação paralela possa interferir na outra de alguma forma, já que há assuntos que conseguimos resolver com a regressão. A Joyce Eliza fala sobre isso, e recomendo muito que assistam, pois, ela também aborda outros pontos do assunto deste post.

Tendo tudo isso em mente, podemos concluir várias coisas. Uma delas é que tudo existe! Até mesmo as coisas mais absurdas existem, em alguma realidade, e/ou planeta, e/ou densidade (também conhecido como dimensão). E, podemos acessar qualquer coisa, bastando mudar nossa vibração.

Todavia, penso que a lição mais importante que podemos tirar de todo esse assunto, é que nós somos totalmente responsáveis por TUDO o que ocorre em nossa vida, afinal, nós estamos escolhendo o “futuro” (dentre todos os possíveis) através de nossa vibração (pensamentos, sentimentos e atitudes). Por isso, não podemos culpar ninguém por nada que se relaciona a nossa vivência. Afinal, somos nós quem escolhemos com qual versão do outro vamos nos relacionar.

A Cris Brightlight discorre perfeitamente sobre essa questão de como criamos a nossa vida (vídeo que já comentei em outra postagem, e que recomendo muito!):

Acho que por hoje já está bom, né?

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Vivemos em uma Matrix? – Filosofando sobre a existência

Olá a todos! 🙂 Como estão?

Na postagem de hoje irei questionar e filosofar sobre o assunto do título. Será que nós vivemos em uma Matrix?

Vivemos em uma Matrix?
Imagem retirada deste site.

Em 1999, foi lançado um filme que fez muito sucesso, que acabou tornando-se uma trilogia e, posteriormente, uma franquia. Seu nome é “Matrix“. E, desde então, uma teoria que diz que a realidade em que vivemos é virtual se popularizou, sendo inclusive aceitas por alguns cientistas, muito embora, esta teoria já existisse bem antes, sendo chamada de “Hipótese da Simulação“. O canal do YouTube chamado “Fatos Desconhecidos” discorre muito bem sobre essa teoria, de forma resumida:

Para os mais conservadores, essa ideia pode parecer absurda, mas será que é mesmo impossível? Se pararmos para pensar, as coisas podem começar a parecer fazer sentido.

Nós mesmos, já temos tecnologia para criar realidade virtual bem realista, certo? Imaginem se num futuro, com o aperfeiçoamento disto, os seres humanos passassem a entrar nesses mundos virtuais de uma forma tão profunda, que eles mesmos se esquecessem de que tudo aquilo é um jogo? Os avatares dentro dessa realidade virtual, jamais saberiam que estão dentro de um jogo, certo? Pois bem, quem garante que nós não somos um avatar dentro de uma Matrix? Essa analogia não é minha, ouvi no vídeo do canal “COSMOS INTERIOR“, da querida Cris Brightlight, confiram:

Mas, sendo assim, surgem vários questionamentos: Então, nós não existimos? Somos apenas um personagem de jogo? Ou, é igual ao filme, onde vivemos escravizados por máquinas malignas?

Acho que a analogia da Cris (vídeo acima) responde algumas dessas dúvidas. Mas, vou discorrer à minha maneira, como eu imagino que as coisas funcionam, baseado em relatos de pessoas que já estão “despertas” (os hackers da analogia dela), já que eu, infelizmente, ainda quase não tive experiências que me mostrem isso. A própria Cris fez um relato sobre isso:

Imaginem uma Consciência que é Amor infinito e incondicional, ele é onipotente, onipresente e onisciente, portanto, não possui forma, não conhece sentimentos negativos e, apesar de ter a ciência de infinitas possibilidades, não pode se expressar, pois esse ser é tudo, todo e absoluto! Ele é a vibração extrema! – Meu humilde ego, ao imaginar isso, pensou: “deve ser meio monótono viver assim!”.

Então, sendo onipotente, Ele cria uma realidade virtuai (dimensão, se assim preferirem), com vários universos com milhares de galáxias com uma infinidade de estrelas e planetas. Assim, essa Existência de Luz, divide sua essência em inúmeras centelhas e as envia para dentro dessa simulação criada, estando dividido, e “encarnado” em um corpo limitado, ele passa a poder expressar/manifestar toda a sua ciência e Sabedoria. E, cada planeta habitado, como sendo um projeto para vivenciar um determinado tipo de experiência.

Todavia, nessa dimensão criada, ainda vibra-se de forma muito elevada, e os seres que nasceram nessa realidade, ainda possuem consciência de que na sua Essência, eles são aquele Ser perfeito. E, sendo assim, eles ainda não podem ter a experiência de todas as possibilidades.

Para poder realizar isso, eles criam uma nova dimensão (sabendo de sua essência, eles possuem a mesma capacidade onipotente), de vibração um pouco mais densa. Nessa nova realidade virtual, onde também existe universos com planetas e estrelas, a consciência de unidade já é um pouco mais dispersa, e as possíveis experiências que podem ser vivenciadas são em um leque mais diversificado. Além disso, os seres criadores dessa nova realidade, dividem sua essência em muitas centelhas, reduzindo a própria vibração, encarnando em novos corpos. Todavia, ainda assim, existem mais infinitas possibilidades que só podem ser conhecida em realidades ainda mais densas, então faz-se novamente a criação de nova dimensão.

Tal processo, é repetido muitas e muitas vezes, sendo um Matrix dentro de outra Matrix, dentro de outra Matrix, e assim por diante! Até chegar em um ponto que, surgem realidades tão densas (como a nossa), onde os seres que vem para estas já se esqueceram completamente de sua Essência verdadeira. Nessas dimensões densas, passou a existir algo chamado “dualidade” (bem e mal, luz e trevas, certo e errado, bom e mau, alegria e tristeza, prazer e dor, etc.).

Além disso, em alguns poucos planetas dessas realidades mais densas, os seres passaram a contabilizar algo que não existe: o que chamamos de “tempo“. Sim, estou falando de nossa querida Mãe Terra.

Acho que deu para perceber que a Consciência perfeita inicial é o que chamamos mais comumente de Deus (mas, que tem vários outros nomes: Alá, El, Energia, Buda, etc.). E, que nós somos uma centelha da centelha da centelha da centelha …  da centelha desse Deus, e que esquecemos de nossa origem.

Com isso, surge outra dúvida: como assim não existe tempo? Existe ontem, hoje e amanhã! E as horas? Marcamos horários para tudo!

Então… na verdade, tudo está em paralelo, o passado, o presente e o futuro. Sim, o futuro já aconteceu, ou está acontecendo juntamente com o presente! Mas, devido a condicionamentos que viemos sofrendo por gerações, acabamos criando essa percepção de linearidade de acontecimentos, passando a sentir o tempo. Como temos a força criadora do Consciência Divina, então o tempo se concretiza na nossa realidade.

Mas, sendo assim, muitos vão indagar que não existe o livre arbítrio, já que o futuro já aconteceu. Porém, não é bem assim! Na realidade, todas as possibilidades de futuro já existem, somos nós que escolhemos qual vamos vivenciar. E, a forma de escolher está no presente, com os pensamentos, atitudes e, principalmente, sentimentos que carregamos no dia a dia.

Portanto, a força criadora é o Amor, que é um sentimento que, por sua vez, é uma vibração (onda) de energia que tudo cria! E, como estamos numa realidade onde existe a dualidade, então temos o seu inverso, que é o ódio (e, outros sentimentos negativos), que são ondas de vibração mais densas (também é energia). Atraímos o futuro que vibra na mesma vibração de nossos atos. Conseguem reconhecer a Lei da Atração aqui? A mesma descrita por Rhonda Byrne em seu livro “O Segredo“! Que é chamada de Lei Mental, pela SEICHO-NO-IE! Que está intrinsecamente ligada à Terceira Lei de Newton da Física (ação e reação) e do Princípio da Conservação de Energia (energia não pode ser criada e nem destruída, ela apenas se transforma)! E, que resume-se no “Dai e ser-vos-á dado” (Lucas 6:38) de Jesus Cristo!

Aí, pode surgir o questionamento: como é que simples sentimentos podem atrair situações, ou até coisas materiais?

A resposta é bem simples! Nossos sentimentos são energia, assim como nossos pensamentos! As situações também são pura energia de sentimentos dos envolvidos no mesmo. E a matéria é energia condensada (vide este artigo). Com isso, é fácil concluir que se manifestamos energia de Amor, por exemplo, pela Lei da Atração, retornará a mesma energia de Amor (talvez, de forma diferente, já que a ela se transforma), pois elas combinam. Por isso, ao ser solidário com uma pessoa (atitude de amor), muito provavelmente, não receberá o amor dessa mesma pessoa. Ela virá de outro lugar! O mesmo vale com dinheiro, por exemplo: quem doa verdinha despretensiosamente, com o sentimento verdadeiro de solidariedade, não irá receber a prosperidade de quem recebeu, muitas vezes, ela retorna em forma de algum produto, ou de um bom desconto em uma compra, ou em forma de presente de alguém inesperado, e por aí vai!

E, é assim pelo fato de tudo ser Energia! Que, se bem lembram do início da postagem, é aquela Consciência perfeita, de puro Amor, onipresente, onipotente e onisciente! Temos esse mesmo poder de criação, mas, por estarmos em um ambiente virtual denso, tudo é mais lento.

Sem contar que, vivemos dentro de um sistema, que quer limitar de todo jeito o despertar das pessoas. Esse sistema, é o que os teóricos da conspiração costumam chamar de Cabala, ou Illuminati. Eu vejo estes como a Matrix do filme, a entidade controladora e escravizadora (embora, o filme passa outra ideia, a de que essa máquina do mal é que está fora da Matrix, controlando tudo. Sendo que analogamente, esta seria Deus. Mas, lembrem-se que quem produz os filmes é o sistema, e eles querem mesmo que temamos Quem está fora da Matrix). Essa parte, o Pedro Pavanello, do “Canal do PAVA“, explica muito bem, em seu vídeo:

Quem já começou o processo do despertar (expansão da consciência), deve perceber bem o que o sistema faz conosco, tudo (principalmente nas mídias) tem o objetivo de torná-las mais apegadas ao material, ou de colocar medo nas pessoas! Isso pois, o medo é um sentimento denso, e dificulta o despertar. Assim como as músicas (não todas, é claro), que tentam prender-nos a baixas faixas vibracionais, com letras, mensagens subliminares e frequências binaurais. Sempre remetendo à tristeza, amor não correspondido, perdas, bebidas, drogas, sexo promíscuo (obs.: sexo em si, não é denso, desde que haja amor), etc.

MAS, mesmo essas entidades escravizadoras, possuem também a mesma essência de luz que a nossa! São nossos irmãos! Eles apenas estão atuando (como os atores fazem) como o “mal” (da dualidade de nossa dimensão), que na verdade não existe! Todos se esqueceram de sua origem, e estão cumprindo um papel determinado para proporcionar determinadas experiências aos outros (e a si mesmo). Mesmo nossas vivências mais dolorosas, foram escolhidas por nós mesmos antes de perdermos a memória!

Então, certamente, surgirá a questão: mas, quem é que, em sã consciência, iria querer sofrer algo doloroso? Ou passar por sentimentos ruins, como ódio, traição, tristeza, depressão, etc.?

A resposta está no início dessa reflexão! Nossa origem, que é um Ser de Amor perfeito, tem a ciência de que é possível ter esses sentimentos que rotulamos como ruins. Mas, ele não consegue conhecer isso, pois, Ele é puro Amor! Por isso, Ele quer passar por estas experiências (lembrando que dualidade não existe, por isso, não existe o conceito de bom e mau).

Dá para fazer uma analogia com jogos, novamente! Quem nunca jogou um jogo que, a certo nível, não consegue passar de fase, “morrendo” (ou perdendo) várias vezes? Mas, aí você começa de novo, com a convicção “dessa vez eu vou conseguir passar”! O sentimento de derrota, não nos é agradável, mas então, qual a razão de tentarmos de novo? Por que é divertido! Por que queremos saber o que tem nas próximas fases! Por que queremos experimentar o sentimento de vitória sobre essa adversidade! Então, é a mesma coisa!

Portanto, todo tipo de adversidade que passamos por aqui, pode ser vencida! Inclusive doenças (que, a princípio, também não existem!). E, o segredo para vencermos, é escolher sempre a vibração do Amor! Isso, não só para conseguirmos ter uma vida melhor aqui, nessa Matrix, mas, também, por já estar na hora de retornarmos para Casa, lembrando-nos de nossa origem! Tanto que, para isso, estão vindo muitas pessoas despertas para nos ajudar com essa lembrança (são os hackers da analogia do vídeo da Cris).

E, como fazemos para acelerar o nosso despertar? É só olharmos para “dentro” de nós mesmos! O sistema nos condiciona a olharmos para o exterior, buscamos tudo o que queremos fora (inclusive o amor). Sendo que, já temos tudo o que precisamos e desejamos, dentro de nós! O que percebemos do exterior é espelho do que temos no nosso interior. É como disse Cristo “Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós.” (Lucas 17.20-21)

Existem várias formas para se fazer isso, algumas bem simples, como:

Apreciar o silêncio (sente-se confortavelmente, feche os olhos, e curta o silêncio, prestando atenção no que está sentindo, e sem dar bola para os pensamentos. Se eles vierem, deixem eles por aí, não os expulsem, nem lute contra eles!).

– A meditação (que não precisa ser como todos imaginam, sentado em posição de lótus, recitando o mantra OM, rodeado por incenso. Basta sentar ou deitar-se confortavelmente, e mergulhar nos sentimentos e sensações! Pode-se usar mantras – existem outras, além do OM, muitas são de melodia belíssimas! – Ou músicas apropriadas para ajudar!).

– Pode-se fazer o Ho’oponopono (prática originariamente havaiana), que consiste em dizer mentalmente (ou verbalmente, se quiser/puder) repetida e incansavelmente as palavras sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato. Tem gente que consegue até se curar de doenças com isso! Além de fazer uma faxina mental geral! A Cris Brightlight fez um série de seis vídeos falando sobre essa prática e a sua experiência, confiram clicando aqui! (Na playlist, está faltando um vídeo após o “HO’OPONOPONO TRADICIONAL“, vou deixar abaixo.).

– Tem o Yoga, que não posso comentar muito, pois, nunca pratiquei, mas que ajuda no expandir da consciência.

Devem existir infinitas outras formas que desconheço, é só dar uma pesquisada na internet ou no YouTube. Mas, cuidado, é sempre bom dar uma filtrada nas informações! Mesmo porque, o assunto é abrangente e puxa muitos outros assuntos interessantes, como outras entidades espirituais, extraterrestres, e por aí vai!

Falando nisso, quero discorrer rapidamente onde entram os E.T.s e os espíritos, nesse esquema todo que eu discorri. Bom, o que chamamos (de forma genérica) de extraterrestres, são seres de outros projetos (planetas), que estão em um estágio diferente, ou seja, possuem vivências distintas das nossas!

Já o plano astral e espiritual, nada mais são que planos próximos do nosso, onde vamos quando dormimos e quando desencarnamos, e são menos densas (não tem matéria como aqui, é um pouco diferente! Tanto que é possível plasmar coisas com a mente), onde é possível ter alguma influência aqui.

Reparem que em momento algum, eu utilizei o termo mais/menos “evoluído“, já que, não existe evolução espiritual! Não estamos evoluindo, e sim, lembrando do que já sabíamos e de quem somos! Portanto, coisas como pecado, o karma e o samsara não existem! São ilusões e, para quem está preso nelas, não conseguem realmente sair! Os verdadeiros grilhões são a nossa própria mente (ou ego), que está em contraposição com a nossa alma (essência).

Bom, para encerrar, quero deixar recomendações de canais de YouTube e sites, para quem se interessar em buscar mais informações sobre a expansão de consciência!

– Adriane Silva | Café Quântico
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– Cris Brightlight | COSMOS INTERIOR
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– Joyce Eliza | DESPERTAR com Joyce Eliza
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– Érica Lima | Esquecer pra descobrir
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– Meire J. Costa | Coisas do Astral
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– mxvenus
YouTube

– Nina Rosa | Herança Divina
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– Pedro Bianchini Pavanello | Canal do PAVA
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– Portal D’Águia Fluorita
Facebook

– Somos Todos Mestres (Érica Lima+Cris Brightlight+Joyce Eliza)
Site

Bem, eu não estou nem engatinhando nesse caminho da expansão da consciência, digamos que eu apenas abri os olhos! Mas, com paciência e prática, a gente chega lá!

Por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços