Sobre a Cura Energética/Espiritual

Olá queridos e queridas! 🙂 Como estão?

Na postagem de hoje vou discorrer sobre a minha percepção da cura energética/espiritual. Não falarei sobre as operações espirituais, que é um assunto distinto, apesar de estar relacionado.

A Cura Energética!
A Cura Energética! – Imagem retirada deste Twitter.

Antes de começar, um aviso importante: estou escrevendo para as pessoas que possuem o interesse no assunto, não estou aqui para ditar verdades e, nem convencer ninguém de que esse tipo de cura existe. Estou escrevendo isso de antemão, pois, sei que há muitas pessoas que não acreditam nisso (o que não há problema algum), e se incomodam com quem acredita e discorre sobre o assunto (o que também não tem problema, desde que não venha desrespeitar quem acredita e/ou sabe da existência disso).

O que se tem como senso comum sobre o assunto, é que o enfermo que vai pedir ajuda a um médium é “curado” simplesmente indo ao encontro deste e recebendo a bênção, ou qualquer outro tipo de ritual, tem a “cura” rápida de seu problema. Muitas vezes, o trabalho é feito gratuitamente, sendo uma demonstração de autodoação por parte do médium. Todavia, quando o trabalho é remunerado, é válido também. Ao decorrer desta postagem, dará para entender o quanto essa troca é justa.

O que poucos sabem, incluindo até os próprios curandeiros, é que eles estão puxando a enfermidade para si, por isso, ocorre a aparente “cura”. Não tem como fazer uma doença desaparecer, afinal, não se pode destruir energia (Lei da Conservação da Energia).

Energia? Sim! A doença é um estado vibracional, portanto, energia. O médium apenas puxa essa vibração má qualificada para si, e isso se manifesta de alguma forma na vida deste, seja como algum sintoma (não necessariamente os mesmos da doença puxada), seja por algum acontecimento negativo em sua vida ou na de familiares.

Quem tem consciência desse fato, sempre busca uma forma de liberar esta energia puxada. Cada pessoa deve buscar seu próprio meio de liberar isso. Seja mentalmente, ou através da regurgitação, outros suam muito, ou choram, enfim, existem várias maneiras de descarregar e/ou transmutar essa energia densa.

Caso não se libere e acumule energias desse tipo, “curando” muitas pessoas, o médium pode sim ficar doente e, se nada fizer, pode custar-lhe a vida.

O processo para “curar” energeticamente uma pessoa, é um pouco mais complexo do que se imagina. Mas, antes de explicar isso, acho interessante discorrer sobre o que de fato são as doenças.

As enfermidades nada mais são que a manifestação de algum pensamento ou sentimento guardado no cerne do indivíduo, podendo ser algo até inconsciente. Não raramente é algum rancor, raiva ou ódio nutrido e escondido, podendo ser também alguma tristeza, mágoa, frustração, trauma, medo, etc.. Resumindo, algum sentimento negativo. Pode-se dizer que é uma forma de nosso corpo nos alertar de que há algo errado em nossa posição mental/sentimental/emocional.

Transcrito essa informação, posso explicar também, o motivo de eu ter usado aspas na palavra “cura” (e seus derivados) anteriormente. Se a pessoa criou a sua enfermidade com pensamentos e sentimentos, mesmo que um médium puxe esta para si (independentemente de liberar depois ou não), trazendo uma “cura” para a pessoa, se ela não mudar o que causou essa doença, esta pode voltar futuramente ou, pode retornar em forma de algum outro infortúnio, já que a lição que essa adversidade veio para ensinar, não foi aprendida.

Percebem como isso se torna algo sem sentido. Vou exemplificar para ilustrar: imaginem que Fulano contraiu uma grave doença e, depois de ser desenganado pela medicina convencional, resolveu recorrer para a espiritualidade. Então, Fulano encontra um médium que é capaz de curá-lo, e este o faz.

Todavia, essa doença era causada por um ódio muito grande que Fulano guarda por Sicrano. E, apesar de ter sido curado, o ódio não desapareceu, continuou o mesmo. Esse ódio que foi mantido, irá recriar a enfermidade, ou causar/atrair outro tipo de adversidade na vida de Fulano, podendo ser um acidente, ou o surgimento de alguém que o infernize, etc.

Sendo assim, podemos concluir que, esse procedimento só trás sofrimento ao médium, certo? Afinal, ele puxou essa energia densa, a sentiu e sofreu com isso, mesmo se ele souber liberar. E, no final das contas, não resolveu a raiz do problema do paciente.

Para curar energeticamente alguém, é preciso entrar no campo dessa pessoa, sofrer o que ela está passando, para entender o que ocorre no interior dela. Nesse processo, o médium acaba puxando para si essa energia. E, é assim que podemos descobrir, como trabalhar para resolver esta vibração. Em outras palavras, é preciso limpar a bagunça mental/emocional que o enfermo criou para si mesmo, antes de pensar na cura propriamente dita.

Em verdade, a cura verdadeira está em fazer o enfermo tomar consciência de seus sentimentos e atitudes mentais errôneos, para poder corrigi-la. Fazendo isso, a doença começa a desaparecer sozinha. Em casos mais graves, é possível o médium puxar para si (e liberar depois) essa energia densa, para acelerar a cura. Mas isso, só após a cura mental/emocional do paciente. Dessa maneira, ninguém sofre em vão e, o paciente ainda consegue corrigir um aspecto negativo que vinha guardando dentro de si (conscientemente ou não) e, que o estava corroendo por dentro.

A cura energética/espiritual pode ser feita por qualquer pessoa, desde que tenha o conhecimento e o aprimoramento adequado. Obviamente, há pessoas que já nascem com uma facilidade maior para trilhar esse caminho, mas, todos são capazes de fazê-lo. Todavia, é preciso alertar que fazer isso sem o devido preparo, pode ser perigoso.

Por fim, deixarei uma observação: durante toda a postagem eu mencionei a palavra médium, todavia, todas as pessoas possuem mediunidade, embora, em graus diferentes de despertar. Usei esse termo de forma errada, pois, é o mais popular. Na realidade, existem vários profissionais que curam através da energia, como o terapeutas energéticos, quânticos, reikianos, benzedores, etc.. Cada um do seu jeito, estando ligado ou não a alguma religião, mas, sempre trabalhando com a energia de forma amorosa (outro fator importante). Talvez o Reiki seja um pouco diferente, ainda não tenho propriedade para falar sobre isso.

Antes de encerrar de fato, quero lembrar mais uma vez, que esta é minha percepção do assunto, baseado no que já vivenciei, e no que aprendi na prática com pessoas de minha confiança. Ainda estou aprendendo, e já experimentei dores e sofrimentos de terceiros, por isso, sei que não é nada fácil. Então, em prol de que outros não sofram em vão, na tentativa de curar o próximo, é que estou escrevendo esta postagem. Antes de curar usando a energia, é preciso curar o mental e emocional do enfermo antes (ah! Obviamente, podemos usar a energia para fazer o outro sentir-se melhor, aliviando tensões e o estresse, por exemplo, o que é válido também, e não se enquadra na condição que descrevi durante a postagem, sendo outro assunto.).

Por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Vivemos em uma Matrix? – Filosofando sobre a existência

Olá a todos! 🙂 Como estão?

Na postagem de hoje irei questionar e filosofar sobre o assunto do título. Será que nós vivemos em uma Matrix?

Vivemos em uma Matrix?
Imagem retirada deste site.

Em 1999, foi lançado um filme que fez muito sucesso, que acabou tornando-se uma trilogia e, posteriormente, uma franquia. Seu nome é “Matrix“. E, desde então, uma teoria que diz que a realidade em que vivemos é virtual se popularizou, sendo inclusive aceitas por alguns cientistas, muito embora, esta teoria já existisse bem antes, sendo chamada de “Hipótese da Simulação“. O canal do YouTube chamado “Fatos Desconhecidos” discorre muito bem sobre essa teoria, de forma resumida:

Para os mais conservadores, essa ideia pode parecer absurda, mas será que é mesmo impossível? Se pararmos para pensar, as coisas podem começar a parecer fazer sentido.

Nós mesmos, já temos tecnologia para criar realidade virtual bem realista, certo? Imaginem se num futuro, com o aperfeiçoamento disto, os seres humanos passassem a entrar nesses mundos virtuais de uma forma tão profunda, que eles mesmos se esquecessem de que tudo aquilo é um jogo? Os avatares dentro dessa realidade virtual, jamais saberiam que estão dentro de um jogo, certo? Pois bem, quem garante que nós não somos um avatar dentro de uma Matrix? Essa analogia não é minha, ouvi no vídeo do canal “COSMOS INTERIOR“, da querida Cris Brightlight, confiram:

Mas, sendo assim, surgem vários questionamentos: Então, nós não existimos? Somos apenas um personagem de jogo? Ou, é igual ao filme, onde vivemos escravizados por máquinas malignas?

Acho que a analogia da Cris (vídeo acima) responde algumas dessas dúvidas. Mas, vou discorrer à minha maneira, como eu imagino que as coisas funcionam, baseado em relatos de pessoas que já estão “despertas” (os hackers da analogia dela), já que eu, infelizmente, ainda quase não tive experiências que me mostrem isso. A própria Cris fez um relato sobre isso:

Imaginem uma Consciência que é Amor infinito e incondicional, ele é onipotente, onipresente e onisciente, portanto, não possui forma, não conhece sentimentos negativos e, apesar de ter a ciência de infinitas possibilidades, não pode se expressar, pois esse ser é tudo, todo e absoluto! Ele é a vibração extrema! – Meu humilde ego, ao imaginar isso, pensou: “deve ser meio monótono viver assim!”.

Então, sendo onipotente, Ele cria uma realidade virtuai (dimensão, se assim preferirem), com vários universos com milhares de galáxias com uma infinidade de estrelas e planetas. Assim, essa Existência de Luz, divide sua essência em inúmeras centelhas e as envia para dentro dessa simulação criada, estando dividido, e “encarnado” em um corpo limitado, ele passa a poder expressar/manifestar toda a sua ciência e Sabedoria. E, cada planeta habitado, como sendo um projeto para vivenciar um determinado tipo de experiência.

Todavia, nessa dimensão criada, ainda vibra-se de forma muito elevada, e os seres que nasceram nessa realidade, ainda possuem consciência de que na sua Essência, eles são aquele Ser perfeito. E, sendo assim, eles ainda não podem ter a experiência de todas as possibilidades.

Para poder realizar isso, eles criam uma nova dimensão (sabendo de sua essência, eles possuem a mesma capacidade onipotente), de vibração um pouco mais densa. Nessa nova realidade virtual, onde também existe universos com planetas e estrelas, a consciência de unidade já é um pouco mais dispersa, e as possíveis experiências que podem ser vivenciadas são em um leque mais diversificado. Além disso, os seres criadores dessa nova realidade, dividem sua essência em muitas centelhas, reduzindo a própria vibração, encarnando em novos corpos. Todavia, ainda assim, existem mais infinitas possibilidades que só podem ser conhecida em realidades ainda mais densas, então faz-se novamente a criação de nova dimensão.

Tal processo, é repetido muitas e muitas vezes, sendo um Matrix dentro de outra Matrix, dentro de outra Matrix, e assim por diante! Até chegar em um ponto que, surgem realidades tão densas (como a nossa), onde os seres que vem para estas já se esqueceram completamente de sua Essência verdadeira. Nessas dimensões densas, passou a existir algo chamado “dualidade” (bem e mal, luz e trevas, certo e errado, bom e mau, alegria e tristeza, prazer e dor, etc.).

Além disso, em alguns poucos planetas dessas realidades mais densas, os seres passaram a contabilizar algo que não existe: o que chamamos de “tempo“. Sim, estou falando de nossa querida Mãe Terra.

Acho que deu para perceber que a Consciência perfeita inicial é o que chamamos mais comumente de Deus (mas, que tem vários outros nomes: Alá, El, Energia, Buda, etc.). E, que nós somos uma centelha da centelha da centelha da centelha …  da centelha desse Deus, e que esquecemos de nossa origem.

Com isso, surge outra dúvida: como assim não existe tempo? Existe ontem, hoje e amanhã! E as horas? Marcamos horários para tudo!

Então… na verdade, tudo está em paralelo, o passado, o presente e o futuro. Sim, o futuro já aconteceu, ou está acontecendo juntamente com o presente! Mas, devido a condicionamentos que viemos sofrendo por gerações, acabamos criando essa percepção de linearidade de acontecimentos, passando a sentir o tempo. Como temos a força criadora do Consciência Divina, então o tempo se concretiza na nossa realidade.

Mas, sendo assim, muitos vão indagar que não existe o livre arbítrio, já que o futuro já aconteceu. Porém, não é bem assim! Na realidade, todas as possibilidades de futuro já existem, somos nós que escolhemos qual vamos vivenciar. E, a forma de escolher está no presente, com os pensamentos, atitudes e, principalmente, sentimentos que carregamos no dia a dia.

Portanto, a força criadora é o Amor, que é um sentimento que, por sua vez, é uma vibração (onda) de energia que tudo cria! E, como estamos numa realidade onde existe a dualidade, então temos o seu inverso, que é o ódio (e, outros sentimentos negativos), que são ondas de vibração mais densas (também é energia). Atraímos o futuro que vibra na mesma vibração de nossos atos. Conseguem reconhecer a Lei da Atração aqui? A mesma descrita por Rhonda Byrne em seu livro “O Segredo“! Que é chamada de Lei Mental, pela SEICHO-NO-IE! Que está intrinsecamente ligada à Terceira Lei de Newton da Física (ação e reação) e do Princípio da Conservação de Energia (energia não pode ser criada e nem destruída, ela apenas se transforma)! E, que resume-se no “Dai e ser-vos-á dado” (Lucas 6:38) de Jesus Cristo!

Aí, pode surgir o questionamento: como é que simples sentimentos podem atrair situações, ou até coisas materiais?

A resposta é bem simples! Nossos sentimentos são energia, assim como nossos pensamentos! As situações também são pura energia de sentimentos dos envolvidos no mesmo. E a matéria é energia condensada (vide este artigo). Com isso, é fácil concluir que se manifestamos energia de Amor, por exemplo, pela Lei da Atração, retornará a mesma energia de Amor (talvez, de forma diferente, já que a ela se transforma), pois elas combinam. Por isso, ao ser solidário com uma pessoa (atitude de amor), muito provavelmente, não receberá o amor dessa mesma pessoa. Ela virá de outro lugar! O mesmo vale com dinheiro, por exemplo: quem doa verdinha despretensiosamente, com o sentimento verdadeiro de solidariedade, não irá receber a prosperidade de quem recebeu, muitas vezes, ela retorna em forma de algum produto, ou de um bom desconto em uma compra, ou em forma de presente de alguém inesperado, e por aí vai!

E, é assim pelo fato de tudo ser Energia! Que, se bem lembram do início da postagem, é aquela Consciência perfeita, de puro Amor, onipresente, onipotente e onisciente! Temos esse mesmo poder de criação, mas, por estarmos em um ambiente virtual denso, tudo é mais lento.

Sem contar que, vivemos dentro de um sistema, que quer limitar de todo jeito o despertar das pessoas. Esse sistema, é o que os teóricos da conspiração costumam chamar de Cabala, ou Illuminati. Eu vejo estes como a Matrix do filme, a entidade controladora e escravizadora (embora, o filme passa outra ideia, a de que essa máquina do mal é que está fora da Matrix, controlando tudo. Sendo que analogamente, esta seria Deus. Mas, lembrem-se que quem produz os filmes é o sistema, e eles querem mesmo que temamos Quem está fora da Matrix). Essa parte, o Pedro Pavanello, do “Canal do PAVA“, explica muito bem, em seu vídeo:

Quem já começou o processo do despertar (expansão da consciência), deve perceber bem o que o sistema faz conosco, tudo (principalmente nas mídias) tem o objetivo de torná-las mais apegadas ao material, ou de colocar medo nas pessoas! Isso pois, o medo é um sentimento denso, e dificulta o despertar. Assim como as músicas (não todas, é claro), que tentam prender-nos a baixas faixas vibracionais, com letras, mensagens subliminares e frequências binaurais. Sempre remetendo à tristeza, amor não correspondido, perdas, bebidas, drogas, sexo promíscuo (obs.: sexo em si, não é denso, desde que haja amor), etc.

MAS, mesmo essas entidades escravizadoras, possuem também a mesma essência de luz que a nossa! São nossos irmãos! Eles apenas estão atuando (como os atores fazem) como o “mal” (da dualidade de nossa dimensão), que na verdade não existe! Todos se esqueceram de sua origem, e estão cumprindo um papel determinado para proporcionar determinadas experiências aos outros (e a si mesmo). Mesmo nossas vivências mais dolorosas, foram escolhidas por nós mesmos antes de perdermos a memória!

Então, certamente, surgirá a questão: mas, quem é que, em sã consciência, iria querer sofrer algo doloroso? Ou passar por sentimentos ruins, como ódio, traição, tristeza, depressão, etc.?

A resposta está no início dessa reflexão! Nossa origem, que é um Ser de Amor perfeito, tem a ciência de que é possível ter esses sentimentos que rotulamos como ruins. Mas, ele não consegue conhecer isso, pois, Ele é puro Amor! Por isso, Ele quer passar por estas experiências (lembrando que dualidade não existe, por isso, não existe o conceito de bom e mau).

Dá para fazer uma analogia com jogos, novamente! Quem nunca jogou um jogo que, a certo nível, não consegue passar de fase, “morrendo” (ou perdendo) várias vezes? Mas, aí você começa de novo, com a convicção “dessa vez eu vou conseguir passar”! O sentimento de derrota, não nos é agradável, mas então, qual a razão de tentarmos de novo? Por que é divertido! Por que queremos saber o que tem nas próximas fases! Por que queremos experimentar o sentimento de vitória sobre essa adversidade! Então, é a mesma coisa!

Portanto, todo tipo de adversidade que passamos por aqui, pode ser vencida! Inclusive doenças (que, a princípio, também não existem!). E, o segredo para vencermos, é escolher sempre a vibração do Amor! Isso, não só para conseguirmos ter uma vida melhor aqui, nessa Matrix, mas, também, por já estar na hora de retornarmos para Casa, lembrando-nos de nossa origem! Tanto que, para isso, estão vindo muitas pessoas despertas para nos ajudar com essa lembrança (são os hackers da analogia do vídeo da Cris).

E, como fazemos para acelerar o nosso despertar? É só olharmos para “dentro” de nós mesmos! O sistema nos condiciona a olharmos para o exterior, buscamos tudo o que queremos fora (inclusive o amor). Sendo que, já temos tudo o que precisamos e desejamos, dentro de nós! O que percebemos do exterior é espelho do que temos no nosso interior. É como disse Cristo “Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós.” (Lucas 17.20-21)

Existem várias formas para se fazer isso, algumas bem simples, como:

Apreciar o silêncio (sente-se confortavelmente, feche os olhos, e curta o silêncio, prestando atenção no que está sentindo, e sem dar bola para os pensamentos. Se eles vierem, deixem eles por aí, não os expulsem, nem lute contra eles!).

– A meditação (que não precisa ser como todos imaginam, sentado em posição de lótus, recitando o mantra OM, rodeado por incenso. Basta sentar ou deitar-se confortavelmente, e mergulhar nos sentimentos e sensações! Pode-se usar mantras – existem outras, além do OM, muitas são de melodia belíssimas! – Ou músicas apropriadas para ajudar!).

– Pode-se fazer o Ho’oponopono (prática originariamente havaiana), que consiste em dizer mentalmente (ou verbalmente, se quiser/puder) repetida e incansavelmente as palavras sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato. Tem gente que consegue até se curar de doenças com isso! Além de fazer uma faxina mental geral! A Cris Brightlight fez um série de seis vídeos falando sobre essa prática e a sua experiência, confiram clicando aqui! (Na playlist, está faltando um vídeo após o “HO’OPONOPONO TRADICIONAL“, vou deixar abaixo.).

– Tem o Yoga, que não posso comentar muito, pois, nunca pratiquei, mas que ajuda no expandir da consciência.

Devem existir infinitas outras formas que desconheço, é só dar uma pesquisada na internet ou no YouTube. Mas, cuidado, é sempre bom dar uma filtrada nas informações! Mesmo porque, o assunto é abrangente e puxa muitos outros assuntos interessantes, como outras entidades espirituais, extraterrestres, e por aí vai!

Falando nisso, quero discorrer rapidamente onde entram os E.T.s e os espíritos, nesse esquema todo que eu discorri. Bom, o que chamamos (de forma genérica) de extraterrestres, são seres de outros projetos (planetas), que estão em um estágio diferente, ou seja, possuem vivências distintas das nossas!

Já o plano astral e espiritual, nada mais são que planos próximos do nosso, onde vamos quando dormimos e quando desencarnamos, e são menos densas (não tem matéria como aqui, é um pouco diferente! Tanto que é possível plasmar coisas com a mente), onde é possível ter alguma influência aqui.

Reparem que em momento algum, eu utilizei o termo mais/menos “evoluído“, já que, não existe evolução espiritual! Não estamos evoluindo, e sim, lembrando do que já sabíamos e de quem somos! Portanto, coisas como pecado, o karma e o samsara não existem! São ilusões e, para quem está preso nelas, não conseguem realmente sair! Os verdadeiros grilhões são a nossa própria mente (ou ego), que está em contraposição com a nossa alma (essência).

Bom, para encerrar, quero deixar recomendações de canais de YouTube e sites, para quem se interessar em buscar mais informações sobre a expansão de consciência!

– Adriane Silva | Café Quântico
Site | YouTube | Instagram | Facebook

– Cris Brightlight | COSMOS INTERIOR
Site | YouTube | Instagram | Facebook | Google+

– Joyce Eliza | DESPERTAR com Joyce Eliza
Site | YouTube | Instagram | Facebook

– Érica Lima | Esquecer pra descobrir
Site | YouTube | Instagram | Facebook | Twitter

– Meire J. Costa | Coisas do Astral
YouTube | Facebook

– mxvenus
YouTube

– Nina Rosa | Herança Divina
YouTube | Facebook

– Pedro Bianchini Pavanello | Canal do PAVA
Site | YouTube | Instagram | Facebook | Google+

– Portal D’Águia Fluorita
Facebook

– Somos Todos Mestres (Érica Lima+Cris Brightlight+Joyce Eliza)
Site

Bem, eu não estou nem engatinhando nesse caminho da expansão da consciência, digamos que eu apenas abri os olhos! Mas, com paciência e prática, a gente chega lá!

Por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços

[SEICHO-NO-IE] Concretiza-se o que mentalizamos

Post escrito originalmente em 17 de julho de 2013.


Olá pessoas! Como vão? 🙂

Hoje estou postando um trecho de um livro da SEICHO-NO-IE, que estou lendo atualmente. Espero que gostem!

Concretiza-se o que mentalizamos
Concretiza-se o que mentalizamos – Imagem retirada deste blog.

Não traga à memória o aspecto da doença

“Assim como citou Henri Victor Morgan, uma senhora que percebeu alguns fios brancos em seus cabelos passou a mentalizar diariamente ‘Os fios brancos desapareceram, os fios brancos desapareceram’ e, após um mês, todos os fios de cabelo dela estavam totalmente brancos. Com isso, ela deve ter-se indignado muito pensando ‘Que raios! Cadê a força do pensamento?’, mas mentalizar ‘Os fios brancos desapareceram’ é o mesmo que mentalizar ‘Tenho cabelos brancos’, fazendo com que a pessoa se lembre todos os dias dos cabelos brancos. É desnecessário lembrar-se das formas e estados de doenças e argumentar sobre isso.” (Preceitos de Luz [caminho] – Masaharu Taniguchi)

O que acham? Muitos devem pensar “Mas se a senhora mentalizava todos os dias que os fios brancos desapareceram, então por que ocorreu o contrário?”.

A resposta é simples! Se a senhora está querendo fazer os fios brancos desaparecerem, ela devia mentalizar sua imagem com seus cabelos na cor original. Pois dizer “Os fios brancos desapareceram”, é o mesmo que reconhecer que os fios de cabelos dela são brancos, afinal, se não fosse assim, não precisaria mentalizar tal frase. Acredito que o mais adequado seria dizer “Obrigado pelos meus serem de tal cor (não sei qual era a cor original do cabelo da senhora)”.

Talvez pareça ser a mesma coisa, dizer “Os fios brancos desapareceram” e “Obrigado pelos meu cabelos serem cor tal”. Na verdade, a semântica é a mesma, mas o ponto de vista é totalmente diferente.

Ao definir algum desejo ou algo para mentalizar, devemos atentar para isso. Formular de forma correta o que irá mentalizar é muito importante! Pois, conforme a posição em que colocamos as coisas, pode ocorrer o efeito oposto. Precisamos enfatizar sempre o lado positivo das coisas.

Ao invés de mentalizar “Estou curado da doença x”, não seria melhor dizer “Obrigado por eu ser saudável“? Se ficarmos nos lembrando da existência da doença x, ela não ficará mais “grudada” em nossa mente? Fazendo do primeiro jeito, estaríamos chamando a doença x, ao invés de expulsando-a. Da segunda forma, estamos chamando a saúde que, por consequência, significa curar-se da doença x e de todas as outras doenças possíveis.

Lembrando que, para a SEICHO-NO-IE a doença não existe.

Tudo o que mentalizamos com fé se concretiza infalivelmente. Se não está se concretizando, é porque tem algo que não está em conformidade com as leis mentais.

Bom, por hora é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!