[SEICHO-NO-IE] Abençoar ao invés de odiar

Post escrito originalmente em 30 de setembro de 2012.


Olá para todos! 🙂 Como estão?

Faz muito tempo que não posto nada da SEICHO-NO-IE, não é mesmo?

Então, hoje trago um trecho do volume 1 do livro “A Chave da Vida Feliz“, o qual estou lendo atualmente estava lendo na época da postagem original.

Abençoar ao invés de odiar
Imagem retirada deste blog.

“Odiando e amaldiçoando o próximo, esse ódio e maldição voltarão para ferir a própria pessoa. Por outro lado, abençoando o próximo, orando pela sua felicidade, pelo seu êxito e pela sua saúde, essa oração se voltará para a própria pessoa, que então será abençoada, será feliz, terá êxito nas suas atividades e multiplicará a sua saúde.”

(Masaharu Taniguchi – A Chave da Vida Feliz – Volume 1)

Um dos posts mais acessados, em relação à sentimentos, é o “Ódio & como curá-lo!“. O que me faz pensar que muitas pessoas possuem este tão triste sentimento.

No entanto, se pensarmos bem, odiar alguém não resolve nada. Pelo contrário, piora a situação, principalmente para quem odeia. Certa vez postei uma história que ilustra muito bem isso, chama-se “O Carvão“.

O que a SEICHO-NO-IE diz, é que todas as nossas ações possuem uma reação. Se mandamos ódio para as pessoas, nos ferimos na mesma intensidade com que odiamos. Muitos podem discordar, dizendo que odeia alguém, mas não se machuca, certo? Mas, do fundo do coração… Será que esta pessoa que odeia sente-se feliz por carregar ódio? É possível estar satisfeito e dormir tranquilo, guardando ódio no coração?

O contrário também é válido! Quando doamos amor para as pessoas, nos retornaram coisas boas com o mesmo “valor”. Então, algumas pessoas podem contestar: “Mas eu amo tanto fulano, e só me ferro! Não sou correspondido!”. Neste caso, talvez, o conceito de amor é que está distorcido. O amor verdadeiro ama sem esperar nada em troca! É feliz apenas por poder amar!

Dentre vários posts meus, o post “O grau mais elevado do amor” (também da SEICHO-NO-IE) é o que melhor explica isso, acredito eu.

Lembrem-se! Pensamentos e sentimentos positivos atraem acontecimentos e um destino positivo! Pois eles combinam! Da mesma forma, o negativo atrai doenças, tragédias e coisas ruins, pois eles também se compatibilizam.

Por conseguinte, pensamentos/sentimentos positivos não condizem com acontecimentos ruins! Portanto, se mantivermo-nos sempre positivos, podemos afastar tudo o que há de ruim.

Bom, por hora é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Onde você colocou o sal?

Post escrito originalmente em 14 de outubro de 2014.


Olá a todos! 🙂 Como estão?

No post de hoje transcrevo um e-mail que recebi há tempos da Ry~chan. Como sempre, deixarei meus comentários e pensamentos sobre no final. Vamos ao e-mail:

Onde você colocou o sal?
Imagem retirada deste blog.

ONDE VOCÊ COLOCOU O SAL?

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
– Ruim – disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
– Beba um pouco dessa água. – Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom! – disse o rapaz.
– Você sente o gosto do sal? – perguntou o Mestre.
– Não – disse o jovem.

O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
– A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de Ser copo, para tornar-se um Lago.

Muito sábio esse mestre. Eu ampliaria este ensinamento considerando não só as dores mas todos os infortúnios que podemos ter em nossas vidas. Incluindo coisas atribuídas, geralmente, ao acaso ou falta de sorte.

Na realidade, é tudo questão de se colocar em uma forma a ter um ponto de referência positivo das coisas. O segredo é posicionar o sofrimento de um jeito em que você não o sinta. Concentrar-se nas coisas que nos fazem bem! E mover-nos para tê-las sempre conosco.

Usando a analogia do e-mail, colocar o sal no copo e beber é o mesmo que ficarmos focado nas coisas de que não gostamos, das coisas que perdemos, das pessoas que se foram. Isso prejudica o nosso ânimo, além de atrair mais pessoas, situações e coisas negativas para a vida.

Por outro lado, colocar o sal no lago, representa tornar o que é negativo pequeno, ao ponto de ser insignificante. É olharmos para as bênçãos que já temos. É focar naquilo que gosta, que revigora, que anima. É pensar e estar com pessoas que você ama e que te querem bem de verdade.

Obviamente, não devemos largar tudo o que não gostamos e fazer só coisas que nos agradam. Na verdade é o contrário, devemos tornar as coisas que não gostamos em coisas que adoramos. E assim, fazê-las com mais vontade e alegria. Sempre haverá algum aspecto positivo em tudo, basta encontrar. Mas este já é outro assunto.

Bem, esta foi minha interpretação deste e-mail, que repito, achei muito sábio.

Por hora é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Ódio & como curá-lo

Post escrito originalmente em 6 de junho de 2011.


Olá a todos! 🙂 Como vão?

O assunto de hoje é um sentimento negativo, conhecido como o oposto do amor. Não só tentarei defini-lo, mas também transcreverei sobre o que penso sobre ele e, como podemos eliminá-lo. O seu nome é: ódio.

Ódio, o amor adoecido
Ódio, o amor adoecido. – Imagem retirada deste site.

Ódio é um sentimento que vem à tona quando há um desgosto muito grande para com alguma pessoa ou coisa, ultrapassando o nível de “não gostar” e de “raiva“. Assim como o amor, é de difícil definição.

Eu discordo, quando dizem que ele é o oposto do amor. Para mim, ódio é um tipo de amor também. Ele apenas se envenenou, adoeceu e está morrendo. Em outras palavras, podemos dizer que é o “amor de menos“, ou a ausência deste.

Boa parte das coisas que as pessoas realmente odeiam, em algum momento no passado, foi algo que elas gostavam, algo que elas amavam que, por alguma razão, corrompeu-se e tornou-se ódio. Pode ser por conta de uma decepção muito grande, ou por alguma ação que tenha machucado; enfim, algo forte o suficiente para traumatizar o cerne da emoção, a ponto de rejeitá-lo(a).

No entanto, digo que continua sendo um amor. Afinal, se há esse sentimento no coração, significa que, mentalmente, está dando importância para o(a) odiado(a). Esta atenção, apesar de ser de teor negativo (como disse acima, o “amor de menos”), implica que este(a) ainda está presente em nossa alma. No fundo, bem lá no fundão mesmo, gostaria que tudo estivesse bem, e deseja uma reconciliação, pois há amor. Muitas vezes, o que não permite que isso aconteça, é o orgulho, ou a cegueira (ou seja, não quer admitir e engana a si próprio, dizendo que não quer se reconciliar).

Alguns podem argumentar que, de forma alguma, existe amor no ódio, já que nem se importam mais com ele(a). Todavia, se realmente for assim, então não há ódio! Ao invés disso, há indiferença e/ou descaso. Em outras palavras, tanto faz! Vou dar um exemplo pessoal, o futebol. Eu não curto, sou totalmente indiferente, mas não posso dizer que eu odeio este esporte, certo? Apenas não tenho interesse. O mesmo vale para uma pessoa com quem não se importa mais, não há amor nem ódio, por isso, não diga que a odeia.

O ódio prejudica a pessoa alvo, já que manda-se muita energia negativa, com pensamentos e palavras ruins. Sem contar quando não se espalha para terceiros o que se pensa, podendo ferir a toa a imagem da mesma. Porém, o maior prejudicado não é esta, e sim a própria pessoa que sente e cultiva esse ódio! Pois, pela lei da atração, tudo o que combina com estes sentimentos serão atraídos para a vida dela. Sejam pessoas odiosas, ou acontecimentos desastrosos (como acidentes ou doenças).

Reparem: quem cultiva ódio profundo, vive nervoso e/ou atacando os outros com pensamentos e/ou palavras, costuma ter doenças gástricas!

Uma historinha que ilustra bem isso é “O Carvão“, do Padre Reginaldo Manzotti.

O ideal, para se salvar deste é cultivar o amor saudável, o amor verdadeiro, o amor ao próximo e aprender perdoar verdadeiramente essa pessoa odiada. Mas como podemos perdoar? Parece uma tarefa árdua, não? Minhas recomendações são:

1. Lembre de bons momentos com a pessoa em questão. Coisas boas e/ou boas ações que ela lhe fez. E, a medida que for lembrando, liste-as um uma folha (pegue um caderninho só para isso!). E, em frente de cada item da lista escreva quantas vezes der: “muito obrigado por isso!“. Em outras palavras, busque por razões concretas para agradecer. E repita isso pelo tempo que for necessário. – Esqueça tudo de ruim que esta possa ter feito. Foque no bem.

2. Em uma outra folha, comece a listar as qualidades desta. Não diga que não tem nenhuma, pois todas as pessoas possuem inúmeras virtudes. – Mas uma vez, esqueça tudo o que é ruim.

3. Na SEICHO-NO-IE, filosofia da qual sou simpatizante, existe uma oração para perdoar. Leia várias vezes (pelo menos umas três vezes) logo ao acordar, e antes de dormir. Mesmo que inicialmente seja da boca para fora, persista! A oração é esta:

Oração para perdoar

Eu o(a) perdoei e você me perdoou
eu e você somo um só perante Deus.
Eu o(a) amo e você me ama também;
eu e você somos um só perante Deus.
Eu lhe agradeço e você me agradece.
Obrigado, obrigado, obrigado…
Não existe mais nenhum ressentimento entre nós.
Oro sinceramente pela sua felicidade.
Seja cada vez mais feliz…
* * *
Deus o(a) perdoa,
portanto eu também o(a) perdoo.
* * *
Já perdoei a todas as pessoas
e acolho a todas elas com o Amor de Deus.
Da mesma forma, Deus me perdoa os erros
e me acolhe com Seu imenso amor.
* * *
O Amor, a Paz e a Harmonia de Deus
envolvem a mim e o(a) outro(a). [Aqui, pode-se dizer o nome da pessoa no lugar de “outro(a)”]
Eu o(a) amo e ele(a) me ama.
Eu o(a) compreendo e ele(a) me compreende.
Entre nós não há mal-entendido algum.
Quem ama não odeia,
não vê defeito, não guarda rancor.
Amar é compreender o outro e não
exigir o impossível.
* * *
Deus o(a) perdoa.
Portanto, também o(a) perdoo.
Através da divindade da Seicho-No-Ie,
perdoo e envio-lhe ondas de amor.

Eu amo você.

Obrigado, Obrigado, Obrigado

Se enviar palavras de amor para o próximo, pela mesma lei da atração, coisas boas surgirão no caminhar de sua vida. Esta é a essência desta oração, fazendo o bom uso da mesma. Se repetir essas palavras todos os dias, verá que pouco a pouco, esse sentimento negativo desaparecerá de sua mente e de seu coração.

Perdoar é um dom que todos conseguem manifestar, embora poucos se esforcem, ou tem facilidade para isso. Mas todos são capazes de fazê-lo, se assim o quiserem! Afinal, o amor existe na essência de todas as pessoas.

Uma última coisa que é bom lembrar, voltando para a mesma lei já mencionada:

“Somente quem perdoa será perdoado.”

Todos cometemos erros e, quando isso ocorre, desejamos ser perdoados. Por isso, não podemos ter um caráter estreito. Cultivemos boas qualidades.

Quem odeia, não pode ser verdadeiramente feliz, pois quem realmente o é, simplesmente ama o próximo, ama a vida e ama a si mesmo!

Por hoje, encerro por aqui! Bom final de semana a todos! 🙂

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!