[Poesia] Fragmentos de Eu

Post escrito originalmente em 29 de janeiro de 2013.


Olá pessoas! 🙂 Como vão?

No post de hoje transcrevo mais uma poesia minha, que escrevi ontem!

Espero que gostem!

Fragmentos de Eu
Imagem retirada deste site.

 

Fragmentos de Eu Poesia: Fragmentos de Eu

 

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Se disser “te amo”…

Post escrito originalmente em 27 de julho de 2012.


Olá para todos! 🙂 Como vão?

No post de hoje trago um trecho de Mário Quintana, que li no Facebook.

Mário Quintana

Bem legal, né?

Como Mário Quintana disse, “a coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você, quando você não pretende fazer o mesmo.“.

Acho que ele fala das pessoas que, mesmo percebendo que alguém está se apaixonando por elas, nada fazem para deixar claro que elas não serão correspondidas, ou até pior, alimentam falsas esperanças destas. Já ouvi muita gente dizendo que não vai dispensar, por querer ter alguém na “reserva“, o que é um ato escandalosamente horrendo e egoísta, ao meu ver.

Não temos controle dos nossos sentimentos, apaixonar-se por alguém, às vezes, é inevitável. No entanto, acredito que quando alguém se apaixona por nós, e nós não temos este mesmo sentimento por esta, o justo é deixar isto claro para outra pessoa. De forma gentil e educada, esclarecendo que não há possibilidades de haver amor, apesar de gostar da amizade (ou algo assim). Não precisa nem ser usando palavras diretas! Apenas com atitudes, ou comentários que infiram apenas amizade já devem ser suficientes.

Brincar com sentimentos das pessoas é o ato mais covarde e cruel que um ser humano pode realizar. Só o fato de não ser correspondidomachuca. Então, imaginem saber que está pessoa brincou com estes sentimentos? O tamanho da ferida causada é enorme.

Por isso, sempre digo que se for dizer “te amo“, diga para a pessoa que realmente ama! Não diga isso para conquistar um(a) ficante ou rolinho ou parceiro(a) para noite, esta pessoa pode levar a sério essas palavras e se machucar depois.

Amar alguém é desejar que o sorriso da pessoa amada brilhe, independentemente do que acontecer consigo mesmo. Caso contrário, é apenas um amor egoísta.

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Vivemos em uma Matrix? – Filosofando sobre a existência

Olá a todos! 🙂 Como estão?

Na postagem de hoje irei questionar e filosofar sobre o assunto do título. Será que nós vivemos em uma Matrix?

Vivemos em uma Matrix?
Imagem retirada deste site.

Em 1999, foi lançado um filme que fez muito sucesso, que acabou tornando-se uma trilogia e, posteriormente, uma franquia. Seu nome é “Matrix“. E, desde então, uma teoria que diz que a realidade em que vivemos é virtual se popularizou, sendo inclusive aceitas por alguns cientistas, muito embora, esta teoria já existisse bem antes, sendo chamada de “Hipótese da Simulação“. O canal do YouTube chamado “Fatos Desconhecidos” discorre muito bem sobre essa teoria, de forma resumida:

Para os mais conservadores, essa ideia pode parecer absurda, mas será que é mesmo impossível? Se pararmos para pensar, as coisas podem começar a parecer fazer sentido.

Nós mesmos, já temos tecnologia para criar realidade virtual bem realista, certo? Imaginem se num futuro, com o aperfeiçoamento disto, os seres humanos passassem a entrar nesses mundos virtuais de uma forma tão profunda, que eles mesmos se esquecessem de que tudo aquilo é um jogo? Os avatares dentro dessa realidade virtual, jamais saberiam que estão dentro de um jogo, certo? Pois bem, quem garante que nós não somos um avatar dentro de uma Matrix? Essa analogia não é minha, ouvi no vídeo do canal “COSMOS INTERIOR“, da querida Cris Brightlight, confiram:

Mas, sendo assim, surgem vários questionamentos: Então, nós não existimos? Somos apenas um personagem de jogo? Ou, é igual ao filme, onde vivemos escravizados por máquinas malignas?

Acho que a analogia da Cris (vídeo acima) responde algumas dessas dúvidas. Mas, vou discorrer à minha maneira, como eu imagino que as coisas funcionam, baseado em relatos de pessoas que já estão “despertas” (os hackers da analogia dela), já que eu, infelizmente, ainda quase não tive experiências que me mostrem isso. A própria Cris fez um relato sobre isso:

Imaginem uma Consciência que é Amor infinito e incondicional, ele é onipotente, onipresente e onisciente, portanto, não possui forma, não conhece sentimentos negativos e, apesar de ter a ciência de infinitas possibilidades, não pode se expressar, pois esse ser é tudo, todo e absoluto! Ele é a vibração extrema! – Meu humilde ego, ao imaginar isso, pensou: “deve ser meio monótono viver assim!”.

Então, sendo onipotente, Ele cria uma realidade virtuai (dimensão, se assim preferirem), com vários universos com milhares de galáxias com uma infinidade de estrelas e planetas. Assim, essa Existência de Luz, divide sua essência em inúmeras centelhas e as envia para dentro dessa simulação criada, estando dividido, e “encarnado” em um corpo limitado, ele passa a poder expressar/manifestar toda a sua ciência e Sabedoria. E, cada planeta habitado, como sendo um projeto para vivenciar um determinado tipo de experiência.

Todavia, nessa dimensão criada, ainda vibra-se de forma muito elevada, e os seres que nasceram nessa realidade, ainda possuem consciência de que na sua Essência, eles são aquele Ser perfeito. E, sendo assim, eles ainda não podem ter a experiência de todas as possibilidades.

Para poder realizar isso, eles criam uma nova dimensão (sabendo de sua essência, eles possuem a mesma capacidade onipotente), de vibração um pouco mais densa. Nessa nova realidade virtual, onde também existe universos com planetas e estrelas, a consciência de unidade já é um pouco mais dispersa, e as possíveis experiências que podem ser vivenciadas são em um leque mais diversificado. Além disso, os seres criadores dessa nova realidade, dividem sua essência em muitas centelhas, reduzindo a própria vibração, encarnando em novos corpos. Todavia, ainda assim, existem mais infinitas possibilidades que só podem ser conhecida em realidades ainda mais densas, então faz-se novamente a criação de nova dimensão.

Tal processo, é repetido muitas e muitas vezes, sendo um Matrix dentro de outra Matrix, dentro de outra Matrix, e assim por diante! Até chegar em um ponto que, surgem realidades tão densas (como a nossa), onde os seres que vem para estas já se esqueceram completamente de sua Essência verdadeira. Nessas dimensões densas, passou a existir algo chamado “dualidade” (bem e mal, luz e trevas, certo e errado, bom e mau, alegria e tristeza, prazer e dor, etc.).

Além disso, em alguns poucos planetas dessas realidades mais densas, os seres passaram a contabilizar algo que não existe: o que chamamos de “tempo“. Sim, estou falando de nossa querida Mãe Terra.

Acho que deu para perceber que a Consciência perfeita inicial é o que chamamos mais comumente de Deus (mas, que tem vários outros nomes: Alá, El, Energia, Buda, etc.). E, que nós somos uma centelha da centelha da centelha da centelha …  da centelha desse Deus, e que esquecemos de nossa origem.

Com isso, surge outra dúvida: como assim não existe tempo? Existe ontem, hoje e amanhã! E as horas? Marcamos horários para tudo!

Então… na verdade, tudo está em paralelo, o passado, o presente e o futuro. Sim, o futuro já aconteceu, ou está acontecendo juntamente com o presente! Mas, devido a condicionamentos que viemos sofrendo por gerações, acabamos criando essa percepção de linearidade de acontecimentos, passando a sentir o tempo. Como temos a força criadora do Consciência Divina, então o tempo se concretiza na nossa realidade.

Mas, sendo assim, muitos vão indagar que não existe o livre arbítrio, já que o futuro já aconteceu. Porém, não é bem assim! Na realidade, todas as possibilidades de futuro já existem, somos nós que escolhemos qual vamos vivenciar. E, a forma de escolher está no presente, com os pensamentos, atitudes e, principalmente, sentimentos que carregamos no dia a dia.

Portanto, a força criadora é o Amor, que é um sentimento que, por sua vez, é uma vibração (onda) de energia que tudo cria! E, como estamos numa realidade onde existe a dualidade, então temos o seu inverso, que é o ódio (e, outros sentimentos negativos), que são ondas de vibração mais densas (também é energia). Atraímos o futuro que vibra na mesma vibração de nossos atos. Conseguem reconhecer a Lei da Atração aqui? A mesma descrita por Rhonda Byrne em seu livro “O Segredo“! Que é chamada de Lei Mental, pela SEICHO-NO-IE! Que está intrinsecamente ligada à Terceira Lei de Newton da Física (ação e reação) e do Princípio da Conservação de Energia (energia não pode ser criada e nem destruída, ela apenas se transforma)! E, que resume-se no “Dai e ser-vos-á dado” (Lucas 6:38) de Jesus Cristo!

Aí, pode surgir o questionamento: como é que simples sentimentos podem atrair situações, ou até coisas materiais?

A resposta é bem simples! Nossos sentimentos são energia, assim como nossos pensamentos! As situações também são pura energia de sentimentos dos envolvidos no mesmo. E a matéria é energia condensada (vide este artigo). Com isso, é fácil concluir que se manifestamos energia de Amor, por exemplo, pela Lei da Atração, retornará a mesma energia de Amor (talvez, de forma diferente, já que a ela se transforma), pois elas combinam. Por isso, ao ser solidário com uma pessoa (atitude de amor), muito provavelmente, não receberá o amor dessa mesma pessoa. Ela virá de outro lugar! O mesmo vale com dinheiro, por exemplo: quem doa verdinha despretensiosamente, com o sentimento verdadeiro de solidariedade, não irá receber a prosperidade de quem recebeu, muitas vezes, ela retorna em forma de algum produto, ou de um bom desconto em uma compra, ou em forma de presente de alguém inesperado, e por aí vai!

E, é assim pelo fato de tudo ser Energia! Que, se bem lembram do início da postagem, é aquela Consciência perfeita, de puro Amor, onipresente, onipotente e onisciente! Temos esse mesmo poder de criação, mas, por estarmos em um ambiente virtual denso, tudo é mais lento.

Sem contar que, vivemos dentro de um sistema, que quer limitar de todo jeito o despertar das pessoas. Esse sistema, é o que os teóricos da conspiração costumam chamar de Cabala, ou Illuminati. Eu vejo estes como a Matrix do filme, a entidade controladora e escravizadora (embora, o filme passa outra ideia, a de que essa máquina do mal é que está fora da Matrix, controlando tudo. Sendo que analogamente, esta seria Deus. Mas, lembrem-se que quem produz os filmes é o sistema, e eles querem mesmo que temamos Quem está fora da Matrix). Essa parte, o Pedro Pavanello, do “Canal do PAVA“, explica muito bem, em seu vídeo:

Quem já começou o processo do despertar (expansão da consciência), deve perceber bem o que o sistema faz conosco, tudo (principalmente nas mídias) tem o objetivo de torná-las mais apegadas ao material, ou de colocar medo nas pessoas! Isso pois, o medo é um sentimento denso, e dificulta o despertar. Assim como as músicas (não todas, é claro), que tentam prender-nos a baixas faixas vibracionais, com letras, mensagens subliminares e frequências binaurais. Sempre remetendo à tristeza, amor não correspondido, perdas, bebidas, drogas, sexo promíscuo (obs.: sexo em si, não é denso, desde que haja amor), etc.

MAS, mesmo essas entidades escravizadoras, possuem também a mesma essência de luz que a nossa! São nossos irmãos! Eles apenas estão atuando (como os atores fazem) como o “mal” (da dualidade de nossa dimensão), que na verdade não existe! Todos se esqueceram de sua origem, e estão cumprindo um papel determinado para proporcionar determinadas experiências aos outros (e a si mesmo). Mesmo nossas vivências mais dolorosas, foram escolhidas por nós mesmos antes de perdermos a memória!

Então, certamente, surgirá a questão: mas, quem é que, em sã consciência, iria querer sofrer algo doloroso? Ou passar por sentimentos ruins, como ódio, traição, tristeza, depressão, etc.?

A resposta está no início dessa reflexão! Nossa origem, que é um Ser de Amor perfeito, tem a ciência de que é possível ter esses sentimentos que rotulamos como ruins. Mas, ele não consegue conhecer isso, pois, Ele é puro Amor! Por isso, Ele quer passar por estas experiências (lembrando que dualidade não existe, por isso, não existe o conceito de bom e mau).

Dá para fazer uma analogia com jogos, novamente! Quem nunca jogou um jogo que, a certo nível, não consegue passar de fase, “morrendo” (ou perdendo) várias vezes? Mas, aí você começa de novo, com a convicção “dessa vez eu vou conseguir passar”! O sentimento de derrota, não nos é agradável, mas então, qual a razão de tentarmos de novo? Por que é divertido! Por que queremos saber o que tem nas próximas fases! Por que queremos experimentar o sentimento de vitória sobre essa adversidade! Então, é a mesma coisa!

Portanto, todo tipo de adversidade que passamos por aqui, pode ser vencida! Inclusive doenças (que, a princípio, também não existem!). E, o segredo para vencermos, é escolher sempre a vibração do Amor! Isso, não só para conseguirmos ter uma vida melhor aqui, nessa Matrix, mas, também, por já estar na hora de retornarmos para Casa, lembrando-nos de nossa origem! Tanto que, para isso, estão vindo muitas pessoas despertas para nos ajudar com essa lembrança (são os hackers da analogia do vídeo da Cris).

E, como fazemos para acelerar o nosso despertar? É só olharmos para “dentro” de nós mesmos! O sistema nos condiciona a olharmos para o exterior, buscamos tudo o que queremos fora (inclusive o amor). Sendo que, já temos tudo o que precisamos e desejamos, dentro de nós! O que percebemos do exterior é espelho do que temos no nosso interior. É como disse Cristo “Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós.” (Lucas 17.20-21)

Existem várias formas para se fazer isso, algumas bem simples, como:

Apreciar o silêncio (sente-se confortavelmente, feche os olhos, e curta o silêncio, prestando atenção no que está sentindo, e sem dar bola para os pensamentos. Se eles vierem, deixem eles por aí, não os expulsem, nem lute contra eles!).

– A meditação (que não precisa ser como todos imaginam, sentado em posição de lótus, recitando o mantra OM, rodeado por incenso. Basta sentar ou deitar-se confortavelmente, e mergulhar nos sentimentos e sensações! Pode-se usar mantras – existem outras, além do OM, muitas são de melodia belíssimas! – Ou músicas apropriadas para ajudar!).

– Pode-se fazer o Ho’oponopono (prática originariamente havaiana), que consiste em dizer mentalmente (ou verbalmente, se quiser/puder) repetida e incansavelmente as palavras sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato. Tem gente que consegue até se curar de doenças com isso! Além de fazer uma faxina mental geral! A Cris Brightlight fez um série de seis vídeos falando sobre essa prática e a sua experiência, confiram clicando aqui! (Na playlist, está faltando um vídeo após o “HO’OPONOPONO TRADICIONAL“, vou deixar abaixo.).

– Tem o Yoga, que não posso comentar muito, pois, nunca pratiquei, mas que ajuda no expandir da consciência.

Devem existir infinitas outras formas que desconheço, é só dar uma pesquisada na internet ou no YouTube. Mas, cuidado, é sempre bom dar uma filtrada nas informações! Mesmo porque, o assunto é abrangente e puxa muitos outros assuntos interessantes, como outras entidades espirituais, extraterrestres, e por aí vai!

Falando nisso, quero discorrer rapidamente onde entram os E.T.s e os espíritos, nesse esquema todo que eu discorri. Bom, o que chamamos (de forma genérica) de extraterrestres, são seres de outros projetos (planetas), que estão em um estágio diferente, ou seja, possuem vivências distintas das nossas!

Já o plano astral e espiritual, nada mais são que planos próximos do nosso, onde vamos quando dormimos e quando desencarnamos, e são menos densas (não tem matéria como aqui, é um pouco diferente! Tanto que é possível plasmar coisas com a mente), onde é possível ter alguma influência aqui.

Reparem que em momento algum, eu utilizei o termo mais/menos “evoluído“, já que, não existe evolução espiritual! Não estamos evoluindo, e sim, lembrando do que já sabíamos e de quem somos! Portanto, coisas como pecado, o karma e o samsara não existem! São ilusões e, para quem está preso nelas, não conseguem realmente sair! Os verdadeiros grilhões são a nossa própria mente (ou ego), que está em contraposição com a nossa alma (essência).

Bom, para encerrar, quero deixar recomendações de canais de YouTube e sites, para quem se interessar em buscar mais informações sobre a expansão de consciência!

– Adriane Silva | Café Quântico
Site | YouTube | Instagram | Facebook

– Cris Brightlight | COSMOS INTERIOR
Site | YouTube | Instagram | Facebook | Google+

– Joyce Eliza | DESPERTAR com Joyce Eliza
Site | YouTube | Instagram | Facebook

– Érica Lima | Esquecer pra descobrir
Site | YouTube | Instagram | Facebook | Twitter

– Meire J. Costa | Coisas do Astral
YouTube | Facebook

– mxvenus
YouTube

– Nina Rosa | Herança Divina
YouTube | Facebook

– Pedro Bianchini Pavanello | Canal do PAVA
Site | YouTube | Instagram | Facebook | Google+

– Portal D’Águia Fluorita
Facebook

– Somos Todos Mestres (Érica Lima+Cris Brightlight+Joyce Eliza)
Site

Bem, eu não estou nem engatinhando nesse caminho da expansão da consciência, digamos que eu apenas abri os olhos! Mas, com paciência e prática, a gente chega lá!

Por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços

[SEICHO-NO-IE] O grau mais elevado do amor

Post escrito originalmente em 22 de maio de 2012.


Olá a todos! 🙂 Como vão?

Hoje postarei uma coletânea de pequenas citações do livro Palavras de Sabedoria, da SEICHO-NO-IE.

O grau mais elevado do amor
O grau mais elevado do amor – Imagem retirada deste blog.

“O amor que visa a recompensa é um sentimento interesseiro. Se não vier a recompensa, transforma-se em rancor.”

“Num grau mais elevado de amor, a pessoa ama o próximo e quer vê-lo contente. Entretanto, apesar de não ser um amor interesseiro, ela se sentirá decepcionada ou triste se o próximo não se alegrar ou não perceber a sua boa intenção.”

“No amor que visa a recompensa e no amor que espera ver o próximo contente existe o apego ao ‘eu’. Enquanto a pessoa tiver pensamentos como ‘Eu fiz isso e aquilo por ele; no entanto, o que ele me fez?’, ainda não está livre do apego ao ‘eu'”.

“O amor em seu grau supremo é aquele em que a pessoa , mesmo tendo feito grande bem ao próximo, esquece-se do que fez. O que difere de mera simulação daquele que, quando alguém lhe agradece por algo, faz-se de desentendido dizendo: ‘Puxa! Eu fiz isso? Já nem me lembro…'”.
(Taniguchi Masaharu – Palavras de Sabedoria)

Bom, os trechos são todos do mesmo assunto, o amor. Falando mais especificamente dos graus de amor.

O primeiro mencionado é o que eu chamo de amor egoísta, bastante comum nos dias de hoje. É aquele onde a pessoa que ama faz de tudo para ficar junto da pessoa amada, independentemente dos sentimentos e vontades desta. Quando totalmente rejeitado, transforma-se em rancor ou até ódio. Chamo de egoísta pois, nestes casos, o que importa é somente satisfação de si próprio.

O segundo citado é um amor mais verdadeiro. A pessoa já se preocupa com a felicidade da pessoa amada, e faz de tudo para isso. No entanto, quando não há reconhecimento por parte da pessoa amada, ela se frustra e se sente decepcionada ou triste. Quando isso se repete muitas vezes, pode terminar em discussão, e até brigas.

A terceira citação explica a presença do “eu” nos dois graus de amores anteriores. Portanto, mesmo o segundo é um amor egoístico, apesar de ser menos que o primeiro. São relações onde o ego faça mais alto no coração, do que a pessoa amada em si.

A última citação define o amor supremo. Aquele que a pessoa se doa completa e sinceramente à pessoa amada, fazendo as coisas por ela sem esperar sequer um “obrigado“. Ao meu ver é um grau difícil de se atingir, estando neste mundo material. Mas seria o ideal, talvez o verdadeiro amor verdadeiro seja assim.

De qualquer forma, o amor mais comum que vejo é o primeiro. O segundo é mais raro. Já o terceiro, o amor supremo definido pelo professor Masaharu Taniguchi, confesso que eu nunca vi.

Conceitualmente é fácil de compreender perfeitamente este grau mais elevado. Eu admiro esse amor puro e sem apego descrito. No entanto, anular o totalmente o “eu” requer muita prática, segurança e elevada espiritualidade. Eu admito que não consigo (ainda!). Quando amo, me coloco no segundo grau.

Muitos podem pensar “Para que amar desta forma, sem receber nada em troca”. Eu mesmo já me questionei sobre isso. Mas se pensarmos bem, se a pessoa que amamos nos corresponder, ao amá-la dessa forma, ela também nos amará da mesma maneira, não por retribuição, mas sim por ter o mesmo sentimento. Se a pessoa não o faz, mesmo que nós a amemos incondicionalmente, talvez seja porque, realmente, ela não sinta isso, ou seja, o amor não é verdadeiramente recíproco. Quem ama de verdade não resiste e nem tem porque resistir em corresponder, apenas o faz com alegria e espontaneidade.

Mas não devemos achar ruim com isso, não se pode obrigar alguém a nos amar, ou a outra pessoa. Todos possuem o direito de livre arbítrio! Devemos desejar a felicidade desta, independente de ser com outro alguém. Acredito que quando se ama de forma suprema, não sofremos com isso, pois a felicidade da pessoa amada é tudo o que importa. (Eu, nessas situações, ainda sofro… -risos-).

E como conseguimos chegar a esse nível de amor?

Bom, se eu descobrir isso, prometo que conto à vocês! ^__^ Mas, acredito que o caminho seja o que comentei lá em cima! Procurar elevar a espiritualidade, expandir a consciência, compreendendo melhor nosso propósito aqui neste mundo, automaticamente passamos a respeitar mais os sentimentos do próximo.

Todavia, até chegar lá, eu procuro pensar assim: “De que adianta a pessoa amada estar ao meu lado se está infeliz? Eu não me sentiria bem nessa situação, e talvez a pessoa que ela ame também fique triste. Então, é melhor deixar a pessoa amada ficar com quem ela ama, assim ela fica feliz, ele também; e eu fico um pouquinho feliz por vê-la feliz! (Apesar de doer.). Resumindo, é melhor um sofrendo do que três! xD

Estou buscando me livrar do “eu”, como diz a SEICHO-NO-IE, para conseguir amar alguém de forma realmente incondicional, e que esse alguém, seja minha alma gêmea! 🙂

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Convite da Loucura

Post escrito originalmente em 14 de julho de 2011.


Olá para todos!! Como vão? 🙂

Hoje vou falar de um velho e-mail que recebi à muito tempo! Infelizmente o e-mail se perdeu, por isso, não me recordo quem me enviou, mas a mensagem eu deixei salva! Lá vai:

Convite da Loucura

A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. Todos os convidados foram. Após o café, a Loucura propôs: – Vamos brincar de esconde-esconde?

– Esconde-esconde? O que é isso? – perguntou a Curiosidade.
– Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
-1, 2, 3,… – a Loucura começou a contar.
A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore.
A Alegria correu para o meio do jardim, já contente e escondida; a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove, e depois: – CEM!, gritou a Loucura. – Vou começar a procurar…
A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não aguentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder.
E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez… Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
– Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado os olhos com um espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre.
O Amor aceitou as desculpas e hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.
(Autor desconhecido)

Amor Cego

Achei muito legal essa “historinha”, que conta a razão do amor ser cego e pelo fato da loucura sempre o acompanhar!

Na verdade, quando se diz que ele é cego, significa que quem ama verdadeiramente, não enxerga o lado negativo da pessoa amada. Porém, não por ser cego, mas sim por amar e aceitá-la como ela é! As aparências e tudo mais não importam! Desde que haja sinceridade nos sentimentos, muito respeito e interesse um pelo outro, nada mais importa!

Quanto a loucura, apenas representa que, por amor (verdadeiro) somos capazes de fazer loucuras! Tudo para vê-la feliz e segura. Isso demonstra que, no amor, os dois são um, portanto, a dor do outro é a nossa, por isso, fazemos de tudo para evitá-la!

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

[SEICHO-NO-IE] Dai e ser-vos-á dado

Post escrito originalmente em 7 de maio de 2012.


Olá a todos! 🙂 Como vão?

No post de hoje trago mais uma mensagem da SEICHO-NO-IE!

Foto retirada do blog: http://jorgebichuetti.blogspot.com.br/2011/02/amor-ha-espinhos-na-rosa-ha-uma-rosa.html
Foto retirada deste blog.

Quem doa com generosidade recebe muitas bençãos.

“Devemos cultivar o espírito de doação. Só quem doa é digno de receber. Mesmo que não tenhamos algo material para dar, podemos oferecer amor, bondade, gratidão. Quem doa com generosidade recebe muitas bênçãos e desfruta de uma vida próspera.”
(Taniguchi Seicho – Para Realizar o Amor e a Oração)

As palavras de Jesus “Dai e ser-vos-á dado” resumem bem o trecho que transcrevo hoje. Assim como a Terceira Lei de Newton, da física, que é a “Ação e Reação”.

Realmente, para termos uma vida próspera, devemos contribuir com a prosperidade de outros. Quando digo contribuir, não é necessariamente com dinheiro ou bens materiais (embora seja valido também). Pode ser uma doação de carinho, atenção, afeto, gratidão… enfim, bons sentimentos. A quantas pessoas vocês doaram a sua atenção hoje? (por exemplo).

Fazendo isso, infalivelmente terá a sua “recompensa”. Prestem atenção que coloquei entre aspas. Na verdade é apenas a reação de sua ação. Sendo assim, se não for feita com sinceridade, e sentimento altruístico, isso retornará da mesma forma para você.

Por isso, devemos atentar para o fato de que ao doar algo pensando nessa “recompensa”, essa doação não é verdadeira, portanto, não haverá esse retorno da forma esperada. A verdadeira doação (seja do que for), só é válida quando feita de coração, com a vontade de ajudar o próximo. Se a doação for feita com sentimentos egoísticos, ela não surtira efeito (na verdade, atrairá coisas condizentes com estes, como por exemplo, pessoas interesseiras).

Jesus Cristo sabia muito bem disso! Por isso disse a citação que mencionei acima. O milagre da multiplicação, por exemplo, se concretizou quando ele doou gratidão a Deus pelo alimento que possuía, e por esta quantidade ser suficiente, e assim se realizou. Esse é o “efeito” do sentimento de gratidão pelo que já possuímos e do ato de doar. Chamam de milagre, mas qualquer humano pode realizar tal feito.

Jesus mesmo disse: “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.” (João 14:12). Ele disse “aquele que crê em mim” e também disse “porque eu vou para meu Pai“. Ou seja, crer em Jesus é crer em Deus. Segundo a SEICHO-NO-IE, Deus está dentro de cada um de nós, já que fomos criados à Imagem dEle. Portanto, se acreditarmos nas palavras “Dai e ser-vos-á dado”, assim será.

“O Livro dos Jovens” de Masaharu Taniguchi (e outros do mesmo autor) explica melhor do que eu (com certeza) essa relação dos ensinamentos da SEICHO-NO-IE com as palavras de Cristo.

Já a Terceira Lei de Newton, que é aplicada na mecânica, também pode ser aplicada aos seres humanos. Ao dedicarmos amor sincero e verdadeiro, receberemos isto também. Se dedicarmos ódio a alguém, mesmo sem nada dizer ou fazer, esta pessoa lhe retribuirá com antipatia, ou retornará de outra forma negativa.

Este é o ponto de vista que adquiri lendo os livros da SEICHO-NO-IE. E se repararmos, funciona! Já viram alguma pessoa que guarda rancor, ódio e maus sentimentos ter uma vida próspera, feliz e ser amada/querida por todos? Eu não conheço!

Bom, por hoje fico por aqui!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Você tem experiência?

Post escrito originalmente em 02 de março de 2013.


Olá para todos! 🙂 Como estão?

Faz um tempo que não posto nada, né? Hoje achei um texto que recebi por e-mail da Bru, faz tempo, mas é muito bom! Espero que gostem!

Você tem experiência?
Imagem retirada deste site.

Você tem experiência?

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: Você tem experiência? A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia e, acima de tudo, por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro. Já me cortei fazendo a barba apressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrela. Já subi em árvore pra roubar fruta. Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro da escola. Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando. Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontade de voltar. Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios. Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro. Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei de felicidade. Já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: “Qual sua experiência?”. Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência… experiência… Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo momento, tudo se renova…?

Isso nos faz lembrar o quanto estamos presos à eficiência e praticidade no nosso dia a dia. Assim, acabamos nos esquecendo das coisas mais importantes e belas da vida.

Não só as empresas mas a grande maioria das pessoas esquecem-se de olhar a beleza da alma das pessoas com quem convivem. Olham sua aparência, seu currículo, seus diplomas, seus feitos anteriores, o que você tem… Mas não olham quem você é realmente! Seus sentimentos, sua personalidade, seu passado, suas dores e alegrias, pois tudo isso faz parte de uma pessoa, e não somente o exterior e as conquistas, como já mencionei.

Muitas vezes, por termos demasiado conhecimento e experiência, não conseguimos enxergar saídas simples que, talvez, um leigo ou ignorante no assunto possa perceber facilmente.

Não sei se esse caso acima é verdadeiro, mas se for, acredito que a Volkswagen ganhou muito ao contratar um funcionário sonhador como este que escreveu esta maravilhosa resposta, isso independentemente se ele tinha faculdade ou não, se tinha um ou dez diplomas, se já havia trabalhado na área ou não…

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Coração Perfeito

Post escrito originalmente em 06 de março de 2012.


Olá para todos! 🙂 Como vão?

No post de hoje vou falar sobre o que é um coração perfeito. Inspirei-me em uma imagem que vi na página Retalhos, do Facebook:

Coração Perfeito

Para vocês, o que é um coração perfeito? Seria um coração liso, sem um arranhão, intacto, “perfeito”? Para mim, o verdadeiro coração perfeito é aquele cheio de buracos e feridas.

Os que se orgulham de ter um coração sem um arranhão, acreditando que este é perfeito, não entendem o quão maravilhoso é doar-se e/ou amar alguém!

A cada pessoa que amamos, damos um pedacinho do nosso coração, muitas vezes não recebemos de volta um pedaço do coração dessa pessoa, ou recebemos em tamanho diferente. Outras vezes recebemos de alguém inesperado… Às vezes, nos ferimos, às vezes machucamos quem amamos e nos magoamos com isso. Mas, tudo isso é uma prova de que esses sentimentos preciosos existiram/existem.

Assim, talvez o nosso coração fique realmente cheio de emendas, buracos, feridas e irregularidades, mas quem tem o coração assim, é mais feliz, pois sabe o que é realmente amar alguém, e a felicidade que sentimos em amar sem esperar nada em troca!

Cada ferida, cada marca, cada buraco em nosso coração é uma prova de que alguém importante passou pela nossa vida!

Há uma pequena historinha que fala sobre isso! (Não havia colocado na postagem original, em meu blog antigo). Eu a recebi por e-mail em setembro de 2011, de minha querida Aline T. R.:

Um Belo Coração
Imagem retirada deste site.

Um Belo Coração

Para que tenhamos um coração belo é preciso saber  o que é a verdadeira beleza e como conquistá-la!

Um jovem estava no centro da cidade, proclamando ter o coração mais belo da região. Uma multidão o cercou e todos admiraram o seu coração. Não havia marca ou qualquer outro defeito. Todos concordaram que aquele era o coração mais belo que já tinham visto. O jovem ficou muito orgulhoso por seu belo coração.

De repente, um velho, aliás, um Idoso, apareceu diante da multidão e disse:

-“O coração do jovem não é tão bonito quanto o meu!”

A multidão e o jovem olharam para o coração do idoso, que estava batendo com vigor, mas tinha muitas cicatrizes.

O jovem olhou então para o idoso e disse:

-“O senhor deve estar brincando… Compare nossos corações. O meu está perfeito, intacto e o seu é uma mistura de cicatrizes e buracos!”

-“Sim! – disse o idoso. – Olhando, o seu coração parece perfeito, mas eu não trocaria o meu pelo seu. Veja, cada cicatriz representa uma pessoa para a qual eu dei o meu amor. Tirei um  pedaço do meu coração e dei para cada uma dessas pessoas. Muitas delas deram-me também um pedaço do próprio coração para que eu colocasse no meu, mas, como os pedaços não eram exatamente iguais, há irregularidades. Mas eu as estimo, porque me fazem lembrar do amor que compartilhamos. Algumas vezes, dei pedaços do meu coração a quem não me retribuiu. Por isso, há buracos. Eles doem. Ficam abertos, lembrando-me do amor que senti por essas pessoas… Um dia espero que elas retribuam, preenchendo esse vazio. E então, jovem? Agora você entende o que é a verdadeira beleza?”

O jovem ficou calado e lágrimas escorreram pelo seu rosto. Aproximou-se do idoso, tirou um pedaço do seu perfeito e jovem coração e ofereceu ao velho, que retribuiu o gesto. O jovem olhou para o seu coração, não mais perfeito como antes, porém mais belo que nunca. Os dois se abraçaram e saíram caminhando lado a lado.

Como deve ser triste passar a vida com o coração intacto!

Do meu Coração, eu retirei este pedacinho especial para você! Guarde-o, com carinho!

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Gentileza

Olá pessoas! 🙂 Como andam? Esses dias andei mais ocupado do que o esperado, por isso, não tenho passado por aqui.

O assunto de hoje é algo que eu gostaria que se espalhasse por esse nosso belo planeta Terra. Ele é mais que um sentimento, mais do que simples atitudes e/ou palavras, é algo nobre, e pode ser resumido de forma sucinta na palavra “gentileza“.

Gentileza
Gentileza – Imagem retirada deste site.

O que significa essa palavra? A princípio é um substantivo feminino que caracteriza algo gentil, amável, algo nobre. Está associada à generosidade. Mas uma definição assim, é fria demais, se comparada à verdadeira semântica desta palavra.

A gentileza pode ser expressa em palavras, atitudes e gestos. Ela é doada despretensiosamente, e quem recebe sente-se feliz, bem, aquecido por um sentimento terno. Além disso, quem doa vivencia um júbilo ainda maior, que é impossível descrever em palavras.  Todavia, isso é apenas quando a gentileza é sincera.

Por isso, é fácil de deduzir que, somente quem está preenchido de amor, ternura, alegria e outros sentimentos calorosos, é que consegue transmitir essa gentileza verdadeira e pura. Afinal, esta só pode ser espalhada, quando o coração está transbordando da mesma. Ou alguém consegue imaginar um coração amargo, cheio de mágoas, ressentimentos, rancor, raiva, queixas, etc. fazendo uma gentileza por genuína vontade de fazer um bem ao próximo? Impossível! É o mesmo que pedir a uma pessoa que está explodindo de ódio, para sorrir e demonstrar amor sincero!

Para se conseguir ser gentil verdadeiramente, creio que seja necessário, no mínimo, estar contente e de bom humor. Quando estamos nesse estado de espírito, significa que o amor está fluindo em nossas veias da alma. E, ao falar de amor, não falo somente do romântico, mas de todos os tipos possíveis de amor (amor fraternal, paterno, materno, de amigo, patriota, próprio, humanitário, solidário, pela natureza, por um acontecimento/lembrança, etc.)!

E, como se pratica a gentileza? Existem as práticas mais clichês, como abrir a porta para alguém entrar/sair; pegar algum objeto derrubado e devolver para seu(sua) dono(a); parar o carro para um pedestre necessitado (idoso(a), deficiente, etc.) ou não, passar; presentear um conhecido (seja próximo ou não), com algo que sabe que ele(a) está precisando; etc. Que, apesar de eu ter dito que é clichê, são atitudes bonitas e necessárias.

Há quem ache que as gentilezas precisam ser notáveis, coisas grandiosas. Mas, não! Mesmo os exemplos já dados são atitudes básicas, mas muito benéficas. As melhores e mais marcantes gentilezas são as mais simples possíveis: um sorriso para alguém que está triste; um “bom dia” para quem é costumeiramente ignorado; uma flor para quem está desesperançado; um pequeno favor que não foi pedido.

E, o mais importante, como já dito, é a despretensão. Aquele que quer ser reconhecido pela gentileza prestada, seja por quem a recebeu (desde um simples obrigado, até alguma outra condição de gratidão/reconhecimento), seja por quem está presenciando o ato (como elogios ou admiração, por exemplo), não está sendo realmente gentil, pois há um interesse pessoal (consciente ou não), sendo algo egoísta/egocêntrico em sua essência.

Obviamente, a gratidão e o elogio são atitudes positivas, mas são méritos de quem os doa, e não de quem os recebe (embora, o senso comum pareça dizer o contrário).

Então, aos que lerem esta pequena postagem, gostaria de solicitar que, sempre que possível, espalhem gentilezas por onde passam. Ela pode ser contagiosa, sendo um “vírus” benigno que pode salvar a humanidade do atual crescente aumento de sentimentos frios e egoísticos.

Para encerrar, quero contar o que fez-me pensar e escrever esta postagem. Nessa semana que passou, fui lapidar o cabelo (momento publicidade: fui ao Kimio Hair (Site | Blog | Facebook), Indaiatuba – aliás, a Kelly arrasou na lapidação de minha juba! 👍), levei minha mãe junto. Na hora de ir embora, estava caindo um tremendo pé d’água ⛈, meu carro estava logo à frente do salão, mas a querida Kelly insistiu em nos levar até lá de guarda-chuva. ☔

Pensando depois sobre esse feliz acontecimento, confirmei o quão terno é receber uma gentileza. Esse calor pequenino que é tão marcante, e faz tão bem, me deu vontade de espalhar isso, não só doando generosidade aos outros, mas de outras formas possíveis. E aqui estou eu, escrevendo esses pensamentos/sentimentos neste post.

Bom, por hoje é só!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!

Amor que conserta x Amor que se joga

Post escrito originalmente em 03 de agosto de 2012.


Olá para todos! 🙂 Como estão?

Hoje trago uma imagem que vi no Facebook, e achei perfeita.

Amor que conserta x Amor que se joga

Realmente, hoje tudo é descartável! Celular é descartável, garrafinhas são descartáveis, embalagens são descartáveis, eletrodomésticos são descartáveis… Enfim, tudo é descartável.

Infelizmente, isso criou uma cultura onde tudo o que “estragou“, é para ser descartado, inclusive relacionamentos.

Mesmo em um amor, ou amizade, qualquer intriga, briga, desagrado, ou desentendimento, já é motivo para se “descartar” o(a) parceiro(a) e procurar um(a) outro(a). E é por isso que é raro haver casos de 65 anos de casado, como na imagem acima. Na época desse casal, tentava-se consertar os erros para que eles, que se amam verdadeiramente, pudessem continuar juntos.

Por que será que o mundo ficou assim? Qual a opinião de vocês?

Bom, por hora é só! Agora escreverei menos, pois ando com menos tempo disponível!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços!